Na manhã de quinta-feira, 7 de agosto, a Câmara Municipal de Macaíba promoveu uma audiência pública para debater a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), instrumento fundamental que orienta a elaboração do orçamento do município para o próximo ano. O encontro reuniu vereadores, servidores, representantes da sociedade civil e cidadãos interessados, em um espaço aberto ao diálogo e à construção coletiva das prioridades para a cidade. A audiência também foi transmitida ao vivo pelas redes sociais do Poder Legislativo.
Sob a presidência da vereadora Érika Emídio, a Casa Legislativa vive um momento de modernização, com a implantação de um novo sistema informatizado de votação e registro de frequência. A medida faz parte de um conjunto de ações e investimentos voltados a tornar o trabalho legislativo mais transparente, eficiente e acessível à população. A modernização tecnológica, aliada à realização de audiências públicas, busca ampliar o alcance das informações e facilitar a participação popular nas decisões que afetam diretamente o dia a dia dos moradores.
A audiência sobre a LDO destacou a importância de que todos os segmentos da sociedade estejam presentes nas discussões orçamentárias. Ao apresentar sugestões e questionamentos, a população contribui para que os recursos públicos sejam aplicados de forma justa e equilibrada, atendendo às reais necessidades da cidade. Essa interação fortalece a democracia e garante que as prioridades definidas reflitam não apenas a visão dos gestores, mas também as demandas coletivas.
A Câmara de Macaíba reforça, com iniciativas como essa, que a política ganha mais legitimidade quando construída em conjunto com os cidadãos. O debate aberto e a escuta ativa são caminhos essenciais para transformar a participação popular em resultados concretos, fortalecendo o compromisso com a transparência, o respeito ao interesse público e a construção de uma cidade mais justa e inclusiva.
O Brasil vive um novo retrato demográfico. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida no país alcançou 76,4 anos, e o número de pessoas com 60 anos ou mais chegou a 32,1 milhões, conforme aponta o Censo 2022. Esse cenário reforça a necessidade de ampliar os cuidados voltados aos idosos — cuidados que vão muito além da saúde física, abrangendo também aspectos emocionais, sociais e psicológicos, fundamentais para garantir qualidade de vida, autonomia e bem-estar.
Com o avanço da idade, muitos enfrentam a redução do convívio social, o que pode gerar solidão e sentimentos de abandono. Nessas circunstâncias, datas simbólicas como o Dia dos Pais, celebrado neste domingo (10/8), ganham ainda mais relevância. Mais que uma simples homenagem, a ocasião se torna um momento de valorização da trajetória de vida, fortalecimento dos laços familiares e retribuição ao cuidado oferecido ao longo dos anos.
Especialista em envelhecimento, a gerontóloga Cláudia Alves explica que o bem-estar emocional dos idosos está diretamente ligado ao afeto recebido da família. “Demonstrar carinho, compartilhar lembranças e oferecer atenção são atitudes que têm impacto positivo no senso de pertencimento dos pais idosos. Esses gestos simples funcionam como estímulo emocional e cognitivo, contribuindo para um envelhecimento mais saudável”, afirma. Ela reforça que a escuta ativa, o diálogo frequente e o acolhimento ajudam a prevenir a depressão na terceira idade, ao reduzir o risco de isolamento social.
Para muitos pais idosos, mais valioso que qualquer presente material é a presença efetiva dos filhos. Saber que podem contar com eles para conversar, rir ou simplesmente compartilhar o dia fortalece a autoestima e dá confiança para enfrentar os desafios do envelhecimento. Laços afetivos construídos ao longo de uma vida têm reflexos positivos na saúde mental, emocional e até física. Estar junto, especialmente em datas como o Dia dos Pais, é uma forma de cuidado e respeito — um gesto simples que, para eles, significa amor em sua forma mais genuína.
Infelizmente, esta covardia não é um ato isolado. A violência contra a mulher não só persiste como tem se agravado
Dias atrás, imagens brutais flagraram Igor Eduardo Cabral, um ex-jogador de basquete, desferindo 61 socos no rosto da ex-namorada, Juliana, dentro de um elevador. O autor foi preso por tentativa de feminicídio.
A vítima apresentou inúmeras fraturas na face e de tão machucada, teve que depor por escrito. As câmeras de vigilância não inibiram o agressor. Inicialmente alegando “surto claustrofóbico”, agora, em carta lamentando os fatos, o autor fala em “uso de substâncias e instabilidade emocional”.
Infelizmente, esta covardia não é um ato isolado. A violência contra a mulher não só persiste como tem se agravado. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, de julho deste ano, de 2023 para 2024, nacionalmente, os feminicídios subiram 0,7%, a tentativa de feminicídio +19% e os estupros totalizaram o maior número da história do país com 87.545 vítimas.
Apesar da brutalidade do crime, houve notícia de que centenas de pessoas passaram a declarar amor, interesse afetivo e até desejo de “ajudar” o agressor, o qual foi destinatário de mais de 1.500 e-mails “românticos”.
Estamos falhando enquanto sociedade. Essas agressões direcionadas à vítima Juliana Soares são 61 socos na minha e na sua cara. São 61 socos no Brasil.
A violência contra a mulher e o feminicídio são “wicked problems” (problemas perversos), com causas transversais que exigem uma ação integral: multidimensional e intersetorial.
A “perversidade” do conceito se dá em razão da resistência à resolução, não havendo resposta única e nem simples para se combater as suas causas. Entretanto, o caso concreto objeto de estudo nos mostra caminhos a serem trilhados no enfrentamento.
Em primeiro lugar, a polícia indicou que Juliana já havia sofrido agressões anteriores, com empurrões e violência psicológica grave, inclusive com Igor incentivando-a a cometer suicídio.
Aqui faço um apelo: mulheres, amigos e familiares, denunciem! Neste aspecto, destaca-se a necessidade de reduzir a cifra oculta. 67,6% das vítimas de feminicídio consumado no DF nunca haviam registrado ocorrência contra seus agressores.
Deste modo, precisamos estimular denúncias e ampliar os canais de apoio, inclusive fazendo com que terceiros, como vizinhos e familiares, denunciem agressões.
Segundo ponto de atenção: momentos antes do crime, na área comum do condomínio, Igor pediu para ver o celular de Juliana. Ela mostrou, falando que não tinha nada de mais, ele ficou enciumado e jogou o telefone na piscina, perseguindo-a até o elevador.
Aqui chegamos a outro ponto crucial: o sentimento de posse é o que motiva os feminicídios – no DF, 61% dos casos decorrem de ciúmes e 22% do término do relacionamento.
Na nota emitida pelo advogado de defesa, Igor pede perdão e reconhece a gravidade de sua conduta, sem justificar ou minimizar o impacto dos fatos.
Embora as políticas de proteção às mulheres foquem prioritariamente nas vítimas (programas como “Mulher Segura”, casas de abrigo, medidas protetivas), é imperativo que os agressores recebam tratamento e orientações para reinserção social, combate de vícios e mudança de comportamento, de modo a romper o ciclo de violência.
Sem autores agressivos, alcoólatras, drogados e ciumentos a chance de o crime ocorrer reduz consideravelmente.
Por fim, Igor fala em “contexto de uso de substâncias”. Não se sabe a quais tipos de substâncias o autor teve acesso, mas a influência do uso abusivo de álcool e drogas é notória em casos de feminicídio.
Estatísticas mostram que 44% dos casos ocorrem em horários de maior oferta de tais substâncias (finais de semana e madrugadas) e 69% dos agressores têm histórico de consumo excessivo, com 83% dos casos de violência doméstica relacionados a essa condição.
A redução do acesso a bebidas e drogas, bem como a implementação de medidas como os “overserving laws” – que proíbem o serviço a indivíduos visivelmente intoxicados – podem contribuir para a prevenção da violência.
Em um contexto de pulverização de distribuidoras de bebidas servindo bebidas indiscriminadamente 24/7 (24 horas por dia e 7 dias por semana), o DF inovou e restringiu o horário de funcionamento destes estabelecimentos.
No dia 2 de agosto, o TJDFT confirmou a legalidade da portaria. Segundo o GDF, o número de vítimas de homicídio consumado caiu de 64 para 49 entre o primeiro e o segundo trimestres de 2025 — uma redução de 23%.
Considerando a proximidade entre uso de álcool e violência doméstica, é muito possível que ao longo do tempo também reduzam os casos de feminicídio consumado e tentado, bem como de crimes de gênero, em geral.
Crimes de maior repercussão somente corroboram os estudos sobre o tema da violência contra as mulheres.
A estratégia de enfrentamento à violência contra a mulher deve ser abrangente, envolvendo a ampliação de registros e denúncias, o aprimoramento dos serviços de proteção e a implementação de políticas públicas que combatam tanto a agressão quanto as condições que a propiciam, como o consumo desmedido de álcool e drogas e o sentimento de posse abusiva.
Homens precisam ser ensinados a não nutrirem propriedade em relação à mulher. Mulheres não podem se permitir submeter a isso. É fácil? Não, mas precisa ser feito.
A mudança de cultura e a promoção do respeito mútuo entre os gêneros, embora um processo intergeracional, precisam começar já, por meio da educação em casa, nas escolas e por intermédio dos meios de comunicação, para que assim passemos a nos defender dos próximos 61 socos.
Texto escrito por Ronney Augusto Matsui Araujo – delegado da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) desde 2010. É mestre em Governança e Desenvolvimento pela Fundação Escola Nacional de Administração Pública (Enap). Entre 2020 e 2021, atuou como secretário adjunto da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). De 2021 a 2022, foi o subchefe adjunto de Segurança e Defesa na Subchefia de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais. Desde abril de 2024, exerce suas funções na 35ª Delegacia (Sobradinho II). Publicado no site Metrópoles.
Na noite de quarta-feira (06/08), a Prefeitura de Macaíba, por meio da Secretaria Municipal de Trabalho, Habitação e Assistência Social (SEMTHAS), apresentou o projeto de regularização fundiária que beneficiará 200 famílias do bairro Alfredo Mesquita, garantindo gratuitamente a escritura de suas casas. O evento, realizado na Praça da Juventude, marcou o início de uma ação aguardada há anos por moradores que ainda não possuíam o título de propriedade de seus imóveis.
Já na quinta-feira (07/08), a empresa responsável pelo projeto deu início à etapa de campo. De acordo com Thiago Nazário, coordenador da iniciativa, “juntamente com o CRAS Fabrício Pedroza, informamos e mobilizamos as famílias. Vamos à etapa de campo para dar a titularidade definitiva aos moradores”. As equipes visitaram as residências para revisar a documentação, realizar o cadastro social que garante a gratuidade dos títulos e encaminhar os dados ao cartório, que ficará responsável por protocolar os processos.
Para o secretário da SEMTHAS, Eriberto Freire Tomaz, o trabalho é reflexo de uma gestão comprometida: “Tudo isso é fruto de uma gestão que investe em políticas habitacionais para atender o povo de Macaíba”. A ação faz parte do projeto de regularização fundiária de interesse social do Governo do Estado, executado pela Companhia Estadual de Habitação e Desenvolvimento Urbano (CEHAB) e pela empresa IDEST, com apoio da Prefeitura de Macaíba.
Nesta sexta-feira, 8 de agosto, o mundo celebra o Dia Internacional do Gato, uma data dedicada a homenagear um dos animais de estimação mais populares e queridos. Criada em 2002 pelo Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal, a iniciativa busca não apenas exaltar o carinho e a companhia que os felinos oferecem, mas também conscientizar sobre a importância da adoção responsável e dos cuidados com a saúde desses animais. Em cidades brasileiras, clínicas veterinárias e abrigos aproveitam a data para realizar feiras de adoção e oferecer consultas gratuitas.
A relação entre humanos e gatos atravessa séculos e culturas, marcada tanto pela admiração quanto pelo mistério. No Brasil, estima-se que haja mais de 30 milhões de gatos domésticos, número que cresce a cada ano, especialmente nos centros urbanos. Especialistas apontam que o aumento está ligado ao estilo de vida moderno, já que os felinos se adaptam bem a espaços menores e exigem menos cuidados diários em comparação a outros pets, sem deixar de oferecer afeto e companhia.
Neste dia, as redes sociais se enchem de fotos, vídeos e histórias engraçadas protagonizadas por gatos, reforçando a conexão emocional que eles criam com seus tutores. Para além da fofura, a data serve como lembrete de que esses animais merecem atenção, alimentação adequada, vacinas e um lar seguro. Ao celebrar o Dia Internacional do Gato, a mensagem que ecoa é clara: cuidar bem de um felino é, acima de tudo, um gesto de respeito e amor.
Em alusão ao Dia Mundial da Limpeza Urbana, que é comemorado no dia 27 de agosto, a SEMURB promoverá uma série de ações durante o corrente mês. Por meio de uma parceria com a Natal Reciclagem, empresa especializada em logística reversa e gestão de resíduos eletroeletrônicos, está funcionando um ecoponto na recepção da secretaria, para recebimento de resíduos eletroeletrônicos ao longo desse período. Além disso, foram disponibilizadas 20 big bags, a serem instaladas nas escolas da rede municipal de ensino de Macaíba. Essa ação faz parte do “Calendário Ecológico Escolar”, uma parceria entre a SEMURB e a SME.
Além disso, estão previstas duas visitas técnicas com alunos da rede municipal de ensino visando à conscientização sobre o descarte adequado dos resíduos sólidos. Esse conjunto de ações visa conscientizar tanto os alunos da rede municipal de ensino sobre a importância da destinação correta dos resíduos eletroeletrônicos.
Dados de 2024 apontam que o Brasil é o quinto maior produtor, com mais de 2 milhões de toneladas desse tipo de resíduo sendo produzidas aqui. Entretanto, somente cerca de 3% dessa produção recebe a destinação correta, muito em parte por desconhecimento da população. Dessa forma, espera-se que as ações do mês de agosto conscientizem a população macaibense, de forma que promovam a destinação adequada do resíduo eletroeletrônico.
No sábado, dia 16 de agosto, a Defensoria Pública do Rio Grande do Norte, em parceria com a Universidade do Estado do RN (UERN) e o Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP), realizará no campus da UERN da Zona Norte, em Natal, mais uma edição do Mutirão de Reconhecimento e Investigação de Paternidade. A ação tem como objetivo principal ampliar o acesso ao direito à filiação, seja biológica ou afetiva, promovendo cidadania e dignidade a crianças, adolescentes e adultos.
A legislação estadual já prevê a possibilidade do reconhecimento de vínculo afetivo como forma legítima de filiação. De acordo com as regras, pessoas com mais de 12 anos podem ser reconhecidas diretamente em cartório como filhos por laços afetivos. Quando o filho já tem mais de 18 anos, ele deve consentir com esse reconhecimento. Além disso, o pai ou mãe afetivo deve ter no mínimo 16 anos a mais que o filho reconhecido, sendo vedado que irmãos ou avós assumam essa condição.
A importância desse tipo de mutirão se apoia em legislações estaduais como a Lei nº 10.793/2020, que obriga a comunicação de nascimentos sem identificação de paternidade à Defensoria Pública, e a Lei nº 9.535/2011, que incentiva o reconhecimento voluntário da paternidade para crianças e adolescentes da rede pública estadual de ensino. Essas normas fortalecem o papel do Estado na promoção de vínculos familiares e no combate à invisibilidade jurídica de milhares de pessoas.
O reconhecimento pela via afetiva é definitivo e não pode ser desfeito, o que ressalta a seriedade do compromisso. O evento oferecerá serviços gratuitos de atendimento jurídico, exames de DNA e registro civil. Interessados devem comparecer ao campus da UERN com documentos pessoais e, se possível, realizar agendamento prévio nos endereços eletrônicos das instituições envolvidas.
Mais de 600 pacientes seguem sendo atendidos pelo ‘Programa Municipal de Glaucoma’ da Prefeitura de Macaíba, por meio da Secretaria Municipal de Saúde. O acompanhamento é realizado através de consultas agendadas a cada três meses, na Clínica São Miguel, que fica localizada na rua Pau Brasil, n° 132, na esquina com a travessa Heráclito Vilar, no Monte Líbano.
De acordo com os dados da Secretaria de Saúde, de julho de 2024 a junho de 2025, 295 pessoas foram diagnosticadas com glaucoma e passaram a integrar o programa municipal de acompanhamento à doença. Atualmente, 648 pacientes são atendidos em Macaíba, o que gerou um total de 2.387 consultas no período.
De acordo com a secretária de Saúde de Macaíba, Sâmara Figueiredo, o município antes tinha uma pactuação com São Gonçalo do Amarante para a realização das consultas e entrega dos colírios, a cada três meses através de mutirões. “Desde março de 2024, a gestão municipal trouxe o tratamento para Macaíba que passou a ser realizado com consultas agendadas na Clínica São Miguel, e o paciente já leva o colírio para o tratamento dos próximos três meses”, disse.
Sâmara informou que neste mesmo período foram entregues aproximadamente 7,5 mil colírios para o tratamento. Segundo ela, para ter acesso ao Programa Municipal de Glaucoma, o paciente passa por uma avaliação com o médico da UBS, que faz o encaminhamento via Central de Marcação para agendar consulta com oftalmologista e realizar os exames.
Neste 4 de agosto, o calendário reserva uma data pouco conhecida, mas carregada de significado: o Dia da Mulher Solteira Trabalhadora. É uma homenagem silenciosa e necessária àquelas que enfrentam a rotina com coragem, assumindo múltiplos papéis com a mesma disposição de quem já sabe que não pode contar com ninguém além de si mesma. São mulheres que cuidam da casa, da carreira, dos boletos e, muitas vezes, ainda encontram tempo para cuidar dos outros. Não têm folga emocional e muito menos tempo a perder, mas carregam uma força que dispensa elogios.
Enquanto o romantismo ainda insiste em pintar a solteirice feminina como solidão, essa data joga luz sobre a autonomia e a potência de mulheres que seguem firmes em seus caminhos, sem esperar validação de alianças ou convenções. Não se trata de um elogio piegas à “mulher guerreira”, mas de um reconhecimento sincero de quem, todos os dias, acorda cedo, enfrenta filas, pressões, prazos e ainda encontra tempo para rir de tudo isso. O dia é delas. Que não falte respeito, oportunidade e, se possível, uma taça de vinho ao fim do expediente.
O mês de agosto é tradicionalmente marcado por campanhas de promoção à saúde que mobilizam profissionais, instituições e a população em torno de temas fundamentais para o bem-estar coletivo. Uma das mais conhecidas é o Agosto Dourado, que defende o aleitamento materno como base para uma vida saudável. A campanha estimula o apoio às mães que amamentam e busca quebrar tabus que ainda cercam esse gesto tão natural. O dourado simboliza o padrão ouro de qualidade do leite materno, que nutre o corpo e fortalece laços afetivos desde os primeiros dias de vida.
Outra iniciativa de destaque é o Agosto Azul, voltado à saúde do homem. Essa campanha reforça a importância da prevenção e do cuidado contínuo, incentivando consultas médicas regulares e mudanças de hábitos. Ainda é comum que os homens deixem de lado sinais de alerta e evitem procurar ajuda por medo ou preconceito. O objetivo, então, é abrir diálogo, ampliar o acesso à informação e promover uma nova cultura de autocuidado masculino.
O mês ainda abraça o Agosto Lilás, que chama atenção para o combate à violência contra a mulher. A campanha lembra os 18 anos da Lei Maria da Penha e reforça canais de denúncia, acolhimento e proteção. Todas essas iniciativas têm em comum o esforço de transformar informação em atitude e cuidado em política pública. São lembretes de que saúde não é apenas ausência de doença, mas uma construção diária feita de escolhas, apoio e empatia.
Em 2 de agosto de 1989, o Brasil se despedia de Luiz Gonzaga, mas sua sanfona continua ecoando forte no coração do povo nordestino. Trinta e seis anos depois de sua partida, o legado do Rei do Baião permanece inabalável como símbolo de resistência cultural e afirmação de identidade. Com chapéu de couro, voz marcante e melodias carregadas de emoção, Gonzaga transformou o forró em linguagem nacional e deu protagonismo ao sertão nas rádios e nos palcos do país.
Foi ele quem apresentou o Brasil profundo para o próprio Brasil. Por meio de músicas como Asa Branca, Juazeiro e Respeita Januário, o artista cantou a seca, a fé, o amor e a saudade. Sua obra é uma verdadeira crônica sonora da vida nordestina, embalada pela zabumba, pelo triângulo e, claro, pela inseparável sanfona. Ao trazer esses elementos para o centro da cena musical, Luiz Gonzaga elevou o que antes era marginalizado a expressão maior de brasilidade.
Muito mais do que um músico, Gonzaga foi um contador de histórias, um cronista do sertão e um defensor incansável das raízes nordestinas. Em um tempo em que o Sudeste centralizava a produção cultural, ele abriu caminho para que vozes do interior ganhassem espaço. Influenciou gerações de artistas e ajudou a consolidar uma estética própria do Nordeste, que hoje se vê refletida em festivais, festas juninas, projetos educacionais e movimentos culturais diversos.
Luiz Gonzaga não morreu, virou tradição. E tradição que se mantém viva no batuque das quadrilhas, no calor das feiras, nas rodas de forró e nas letras que ainda falam com o povo.
Há 36 anos ele partiu, mas o Brasil que ele cantou e defendeu com tanto orgulho continua pulsando em cada acorde que sai de uma sanfona. É impossível falar de identidade cultural nordestina sem passar pelo velho Lua, cuja estrela segue iluminando caminhos por onde quer que o som do baião alcance.
Na última quarta-feira, dia 30, o vereador Edi do Posto se reuniu com o prefeito Emídio Júnior para apresentar uma série de demandas urgentes em nome dos moradores do bairro Bela Macaíba. A audiência contou também com a presença das lideranças comunitárias Francisca Revoredo e Carlos Alberto, que levaram à mesa as necessidades mais imediatas da região, reforçando a importância do diálogo direto entre a comunidade e o poder público.
A atuação do vereador Edi do Posto tem sido reconhecida especialmente pelas iniciativas voltadas à saúde pública, infraestrutura e bem-estar das famílias que vivem na zona rural de Macaíba. Com um mandato pautado na escuta ativa e na presença constante nas comunidades, Edi tem acumulado conquistas relevantes, muitas delas já executadas graças à boa interlocução com o Executivo municipal.
Essa articulação eficiente entre o Legislativo e o Executivo tem rendido frutos concretos para a cidade. Para o vereador Edi do Posto, esse trabalho tem resgatado o valor da representatividade e mostrado que, quando há compromisso real com as necessidades do povo, o desenvolvimento deixa de ser promessa e se torna realidade.