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Dia Mundial da Saúde Sexual reforça bem-estar integral e direitos humanos

O Dia Mundial da Saúde Sexual é celebrado anualmente em 4 de setembro para conscientizar a população sobre a importância de uma vida sexual saudável e respeitosa. Criada em 2010 pela Associação Mundial para a Saúde Sexual (WAS), a data promove a compreensão de que esse tema integra o bem-estar físico, emocional, mental e social, reforçando que os direitos sexuais são direitos humanos inerentes à dignidade.

A proposta da data supera o foco exclusivo na ausência de enfermidades, abordando a inclusão, a diversidade e a garantia de acesso para todos os corpos. Diante disso, o especialista em infectologia Tobias Garcez, do Hospital de Doenças Tropicais da Universidade Federal do Tocantins (HDT-UFT), destaca que a informação representa uma ferramenta essencial na prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e na garantia da qualidade de vida.

Segundo o médico, os maiores desafios da área envolvem o acesso ao conhecimento e aos métodos preventivos, relatando atendimentos a jovens de 20 anos sem ciência sobre a necessidade do uso de preservativos. De acordo com o infectologista, embora os órgãos públicos mantenham campanhas ativas, a orientação ainda encontra barreiras para alcançar de forma efetiva toda a população-alvo.

Para ampliar a proteção, o especialista detalha a estrutura da Mandala da Prevenção Combinada, conjunto de medidas educativo-assistenciais voltado ao combate das infecções. O modelo integra o uso de preservativos e lubrificantes, testagens de rotina para HIV, sífilis e hepatites B e C, profilaxias pré e pós-exposição ao HIV, além de atendimento especializado e orientações preventivas contínuas.

Ao longo de todo o mês de setembro, profissionais de saúde, escolas e comunidades promovem palestras, debates, exames de ISTs e distribuição de material educativo. A mobilização global busca garantir que o cuidado, o acompanhamento médico e a informação estejam disponíveis para que a sociedade viva a sexualidade com responsabilidade e segurança.

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SUS garante tratamento gratuito contra picadas que pode superar R$ 2,5 milhões nos EUA

Maior ocorrência em agosto e setembro: os répteis saem de seus esconderijos para buscar parceiros. Com a elevação da temperatura do ambiente, aceleram o metabolismo e elas também circulam mais para caçar presas.

Enquanto uma internação por picada de serpente pode gerar contas de até US$ 500 mil nos Estados Unidos, valor superior a R$ 2,5 milhões, o atendimento no Brasil é gratuito pelo Sistema Único de Saúde. O SUS mantém hospitais de referência e oferece o soro antiofídico quando indicado.

Os antivenenos são adquiridos pelo Ministério da Saúde e distribuídos aos estados. Entre os produtores nacionais estão o Instituto Butantan e o Instituto Vital Brazil. A soroterapia é o tratamento específico para neutralizar o veneno e reduzir o risco de complicações graves.

No mundo, a estimativa correta é de até 5,4 milhões de picadas por ano. Entre 1,8 milhão e 2,7 milhões causam envenenamento, com 81 mil a 138 mil mortes e cerca de 400 mil casos de amputações ou outras incapacidades permanentes, números muito superiores aos apresentados inicialmente.

O Brasil registra cerca de 30 mil acidentes ofídicos anuais, com aproximadamente uma centena de mortes. As jararacas e outras serpentes do gênero Bothrops provocam a maioria dos casos. Trabalhadores rurais e homens em idade produtiva estão entre os grupos mais atingidos.

Para prevenir acidentes, a orientação é usar botas, evitar colocar as mãos em buracos, folhas ou entulhos e manter os terrenos limpos. Em caso de picada, não se deve fazer torniquete, cortar ou aplicar substâncias no ferimento. A vítima precisa procurar imediatamente um serviço de saúde.

Matar serpentes e cobras é crime ambiental (Lei 9.605/98), sujeito a multa e detenção, exceto em legítima defesa por risco iminente à vida. Caso necessário, acione a PM ambiental pelo 190.

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Dia do Nutricionista: saúde vai muito além do corpo perfeito

Em 31 de agosto, o Brasil celebra o Dia do Nutricionista, data que homenageia a criação da Associação Brasileira de Nutricionistas, em 1949, hoje Associação Brasileira de Nutrição (Asbran). A profissão, regulamentada no país na década de 1960, ocupa um espaço cada vez mais importante em uma sociedade que discute alimentação, saúde, desempenho físico e qualidade de vida.

A atuação do nutricionista vai muito além da elaboração de dietas. O profissional trabalha na promoção e recuperação da saúde e pode atuar em hospitais, clínicas, escolas, academias, indústria de alimentos e saúde pública. Também está presente em áreas como nutrição esportiva, alimentação escolar, saúde da mulher, nutrição materno-infantil e cuidados clínicos especializados.

A importância desse trabalho ganhou novas dimensões com a popularização das academias, a busca por um corpo atlético, o crescimento do veganismo e o uso de medicamentos como o Mounjaro, que também ampliaram as discussões sobre emagrecimento e alimentação. Em meio a tantas informações, restrições e tendências, o acompanhamento profissional ajuda a transformar escolhas alimentares em estratégias adequadas às necessidades de cada pessoa.

A data também serve para lembrar que nutrição não deve ser reduzida à estética. Alimentar-se bem está relacionado à prevenção de doenças, ao funcionamento do organismo e à qualidade de vida. Celebrar o nutricionista é reconhecer um profissional que ajuda a construir uma relação mais consciente, equilibrada e saudável com a comida.

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Dia Nacional de Combate ao Fumo alerta para riscos do cigarro ao coração e à saúde

O Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado em 29 de agosto, chama atenção para os impactos do tabagismo na saúde, na economia, na sociedade e no meio ambiente. Criada em 1986 pela Lei Federal nº 7.488, a data reforça a mobilização contra uma dependência que, segundo a Organização Mundial da Saúde, é uma doença crônica provocada pela nicotina e está entre as principais causas evitáveis de morte no mundo.

Os danos vão muito além dos pulmões. O cigarro aumenta o risco de aproximadamente 50 doenças, eleva a pressão arterial e a frequência cardíaca e está diretamente associado a problemas cardiovasculares, como angina e infarto. A fumaça também agride o endotélio, estrutura que reveste os vasos sanguíneos, favorecendo o acúmulo de gordura e dificultando a circulação.

Segundo o cardiologista Abrão Cury, do HCor, a nicotina chega rapidamente ao coração, ao cérebro e à circulação. A substância provoca contração dos vasos sanguíneos e faz o coração trabalhar mais. O risco também alcança quem não fuma: o fumante passivo pode ter cerca de 30% mais risco de sofrer um infarto em comparação com quem não se expõe à fumaça.

Parar de fumar é a principal medida para reduzir esses riscos. O SUS oferece tratamento gratuito para quem deseja abandonar o cigarro, com acompanhamento profissional e medicamentos quando indicados. A busca por uma Unidade Básica de Saúde pode ser o primeiro passo para receber orientação e apoio.

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As vacinas funcionam, e ponto final!

Existe uma geração inteira que nunca viu um pulmão de aço, nunca conheceu alguém com varíola e nunca presenciou enfermarias lotadas de crianças com poliomielite. E isso não aconteceu por acaso; aconteceu porque as vacinas mudaram a história da humanidade. Muitas vezes, esquecemos os horrores de doenças devastadoras justamente porque a vacinação funcionou tão bem que elas parecem coisas do passado distante.

A gripe, por exemplo, já matou mais gente do que muitas guerras. A pandemia de gripe espanhola, em 1918, matou dezenas de milhões de pessoas. Naquela época, não existia vacina, uma ferramenta que hoje está à nossa disposição para prevenir tragédias semelhantes. A difteria, que na década de 1920 causava mais de 100 mil casos por ano nos Estados Unidos e sufocava suas vítimas, hoje teve seus casos reduzidos a menos de 1 por ano, graças à imunização.

Outro exemplo é a rubéola, que na gestação pode causar aborto ou graves malformações no bebê. No Brasil, ela foi erradicada em 2009 com a vacina tríplice viral, protegendo milhares de vidas. Há também casos como o de Pedro Pimenta, que em 2009, aos 18 anos, precisou amputar os braços e as pernas após contrair meningite B. Na época, as vacinas para meningites B e ACWY ainda não estavam disponíveis no Brasil; hoje, a proteção é muito mais ampla. Conhecer a história é essencial para entender a importância das vacinas e proteger o futuro.

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OMS acusa indústria de ultraprocessados de dificultar combate à obesidade

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, acusou grandes empresas de alimentos de dificultarem políticas públicas voltadas ao combate à obesidade e à promoção de dietas mais saudáveis. A declaração ocorreu após a publicação da investigação transnacional “O Povo contra as Big Food”, realizada pela Agência Pública com parceiros de nove países e coordenada pela Lighthouse Reports.

A apuração identificou 239 ações judiciais contra governos e órgãos reguladores no Brasil, México, Colômbia, Estados Unidos, Reino Unido e Índia entre 2010 e 2025. Segundo a investigação, quase 80% dos processos terminaram em derrotas para a indústria, mas os litígios contribuíram para atrasar regulações. No Brasil, a RDC 24 da Anvisa, criada para estabelecer regras para publicidade de alimentos, permanece sem efeitos práticos há 16 anos, segundo a investigação.

Em entrevista ao The Guardian, parceiro do projeto, Tedros afirmou que atrasos regulatórios geram custos bilionários e podem desestimular governos a adotar medidas de proteção. Entre as ações defendidas pela OMS estão rotulagem nutricional, restrições à publicidade de alimentos não saudáveis e impostos sobre bebidas açucaradas. Para o diretor-geral, o avanço desigual dessas políticas amplia diferenças entre países ricos e nações de baixa e média renda.

O texto destaca que quase 1 bilhão de pessoas viviam com obesidade em 2024. Dietas não saudáveis são apontadas como fator de risco para doenças cardíacas, diabetes e câncer. Tedros também citou avanços na redução de gorduras trans, mas afirmou que a medida é insuficiente diante da dimensão da crise. Para ele, governos devem cooperar na adoção de regras robustas, enquanto empresas deveriam contribuir para as adequações necessárias.

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Imagem: IDEC

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Doação de sangue terá novas regras em 30 de setembro

O Ministério da Saúde atualizou as regras para doação de sangue. A Portaria GM/MS nº 11.685/2026 entra em vigor em 30 de setembro e reduz prazos de inaptidão temporária, além de ampliar a possibilidade de doação para alguns grupos.

Entre as novidades, doadores regulares poderão continuar doando após os 70 anos, desde que sejam considerados aptos na avaliação clínica. Tatuagem, maquiagem definitiva e procedimentos estéticos poderão exigir sete dias de espera quando houver comprovação de regularidade sanitária. Sem essa comprovação, o prazo será de quatro meses. Endoscopia e colonoscopia passam a exigir quatro meses, enquanto a espera após cirurgia bariátrica cai para seis meses.

A nova regulamentação prevê o retorno à doação de pessoas que concluíram tratamento contra o câncer há pelo menos cinco anos, com exceções. Também atualiza critérios relacionados a infecções, medicamentos, PrEP e exposição à malária, além de reforçar a rastreabilidade das bolsas e permitir validade de até sete dias para concentrados de plaquetas, sob condições específicas.

Em 2025, o SUS registrou 3.264.138 coletas. A doação depende de triagem clínica, boas condições de saúde e peso mínimo de 50 quilos. Interessados devem procurar o hemocentro mais próximo para verificar a aptidão.

Imagem: GovBr

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Macaíba promove Dia D de Multivacinação para crianças e adolescentes neste sábado (22)

A Prefeitura de Macaíba, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, promove neste sábado, 22 de agosto, o Dia D da Campanha de Multivacinação para atualização da caderneta de vacinação. A mobilização acontecerá das 8h às 13h em diversas Unidades Básicas de Saúde da zona urbana e rural, além de um polo extra instalado na Secretaria Municipal de Saúde, ao lado da Prefeitura.

A ação faz parte da estratégia de ampliação da cobertura vacinal e é destinada a crianças e adolescentes menores de 15 anos (até 14 anos, 11 meses e 29 dias). Estarão disponíveis todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação para esse público. Para receber o atendimento, é necessário apresentar a caderneta vacinal, o CPF e o cartão do SUS.

Na zona urbana, o atendimento estará disponível nas UBS Potengi, Campo Santo, José Coelho, Campo das Mangueiras, Campo da Santa Cruz, Morada da Fé, Vila São José I, Campinas, Loteamento Esperança, Anexo Pé do Galo e Auta de Souza. Na zona rural, ocorrerá em Mangabeira I, Mangabeira II, Riacho do Sangue, Cana Brava, Traíras, Lagoa do Sítio, Capoeiras, Lagoa dos Cavalos, As Marias e Bela Vista. Haverá também um ponto de atendimento na Secretaria Municipal de Saúde.

Manter a caderneta de vacinação atualizada é uma forma de proteger crianças e adolescentes contra doenças preveníveis e contribuir para a saúde de toda a população. A vacinação é gratuita e continua sendo uma das principais medidas de prevenção.

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Menos álcool, mais cuidado: SUS ganha ferramenta para avaliar consumo

O Ministério da Saúde lançou o Modera Brasil, disponível no Meu SUS Digital, para ajudar os brasileiros a avaliar a própria relação com o álcool. Gratuita e com privacidade, a ferramenta permite uma autoavaliação e oferece orientações conforme o resultado.

Desenvolvido pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com o Ministério da Saúde, o recurso utiliza o AUDIT, questionário aprovado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A partir das respostas, o usuário é classificado em zonas de risco e recebe orientações e estratégias para reduzir possíveis danos.

O alerta é importante. Segundo o Vigitel 2025, 20,4% dos adultos brasileiros consomem pelo menos seis doses de álcool em uma mesma ocasião, comportamento considerado consumo excessivo. Em 2006, o índice era de 15,6%. Os atendimentos na Atenção Primária do SUS relacionados ao álcool passaram de 326,2 mil, em 2016, para 840 mil, em 2025.

Quando necessário, a ferramenta orienta a busca por atendimento na rede pública. A Unidade Básica de Saúde é a principal porta de entrada para o cuidado e pode encaminhar casos para acompanhamento especializado.

A proposta é informar, estimular o autocuidado e prevenir problemas. Reconhecer um possível excesso pode ser o primeiro passo para rever hábitos e cuidar melhor da saúde.

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O mal silencioso: 8 de agosto é o Dia Nacional de Combate ao Colesterol

O colesterol é necessário ao organismo, mas, quando está em excesso, pode se transformar em um inimigo silencioso da saúde. O LDL, conhecido como “colesterol ruim”, pode favorecer o acúmulo de gordura nas artérias e aumentar o risco de infarto e acidente vascular cerebral (AVC). Já o HDL exerce papel protetor. O problema é que o colesterol elevado geralmente não provoca sintomas, e muita gente só descobre a alteração quando já existem consequências.

Neste 8 de agosto, Dia Nacional de Combate ao Colesterol, o alerta é para a prevenção. Alimentação equilibrada, com frutas, verduras, legumes e alimentos ricos em fibras, além da redução do consumo de gorduras saturadas, ultraprocessados e excesso de açúcar, contribuem para o controle. A prática regular de atividade física também ajuda a proteger o coração e melhorar a saúde como um todo.

Cuidar do colesterol é cuidar da vida antes que o problema apareça. Por isso, mantenha consultas e exames de rotina em dia e converse com um profissional de saúde sobre seus níveis de colesterol e os fatores de risco individuais. Não espere sintomas para se cuidar. Informação, acompanhamento e hábitos saudáveis podem fazer uma diferença decisiva na prevenção de doenças cardiovasculares.

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Ilustracao: G1

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Vacinas contra a Covid-19 podem ampliar eficácia da imunoterapia contra o câncer, aponta estudo

Pesquisas conduzidas pelo MD Anderson Cancer Center e pela Universidade da Flórida indicam que vacinas de RNA mensageiro (mRNA) contra a Covid-19 podem potencializar o tratamento de alguns tipos de câncer ao estimular o sistema imunológico e tornar os tumores mais sensíveis à imunoterapia. Os resultados, apresentados no Congresso de Oncologia de Berlim e publicados na revista Nature, mostram que a tecnologia de mRNA atua como um importante modulador da resposta imune, aumentando a capacidade do organismo de reconhecer células cancerígenas. Os pesquisadores ressaltam, porém, que as vacinas não tratam o câncer diretamente, mas podem aumentar a eficácia das terapias já existentes.

A pesquisa analisou mais de 880 pacientes tratados entre 2015 e 2022. Entre aqueles vacinados com imunizantes de mRNA até 100 dias antes ou depois do início da imunoterapia, a sobrevida mediana em casos de câncer de pulmão avançado aumentou de 20,6 para 37,3 meses, enquanto a taxa de sobrevivência em três anos passou de 30,8% para 55,7%. Nos pacientes com melanoma metastático, o risco de morte foi reduzido em quase 60%. Segundo os pesquisadores, esse benefício não foi observado em pessoas que receberam vacinas contra influenza ou pneumonia no mesmo período, indicando que o efeito está relacionado à tecnologia de mRNA. O estudo também identificou mecanismos biológicos que tornam as células tumorais mais visíveis ao sistema imunológico, favorecendo a ação de medicamentos imunoterápicos como os bloqueadores de PD-L1.

Embora os resultados sejam considerados promissores, os próprios autores destacam que ainda são necessários novos ensaios clínicos para confirmar esses benefícios e definir como a tecnologia poderá ser incorporada aos protocolos oncológicos. A descoberta abre novas perspectivas para a oncologia de precisão ao indicar que vacinas de mRNA poderão, no futuro, ser utilizadas como aliadas da imunoterapia em pacientes com tumores resistentes aos tratamentos atuais, ampliando as possibilidades terapêuticas sem substituir os métodos já consolidados.

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UBS Auta de Souza é inaugurada em Macaíba

A Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Auta de Souza, denominada Francisca André da Cruz, foi inaugurada nesta sexta-feira (03). É um dos estabelecimentos de saúde mais aguardados pela população de Macaíba, em virtude de sua localização e abrangência territorial, beneficiando aproximadamente 10 mil pessoas.

A UBS Auta de Souza está localizada no Loteamento Jardim Lisboa, popularmente conhecido como Novo Centro. Além de atender o bairro Auta de Souza, incluindo as ruas Castelo Branco e Jessé Pinto Freire, a unidade abrange os conjuntos Monte Líbano, Tavares de Lyra, São Geraldo, Parque das Mangueiras e Vila Farias, assim como as ruas Doutor Pedro Matos, José de Baltazar, Tenente Geraldo Cavalcanti, Heráclito Vilar (Vilar de Baixo) e Professor Caetano, além do Centro e da Avenida Jundiaí.

“Estamos em mais uma entrega e a gente tem que agradecer, primeiramente, a Deus e, em segundo lugar, a cada macaibense que depositou neste jovem prefeito a oportunidade de gerenciar este município por duas vezes, junto com todo o nosso time, e transformar a vida das pessoas para melhor. Agradeço à senadora Zenaide Maia. Este é o quinto posto de saúde que conta com o seu apoio direto, e estamos inaugurando uma obra histórica: uma UBS moderna, completamente equipada e climatizada”, afirmou o prefeito Emídio Júnior.

A nova estrutura foi planejada para oferecer maior conforto aos usuários e melhores condições de trabalho à equipe de saúde, composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde, além de cirurgião-dentista e técnico em saúde bucal. A unidade vai substituir a UBS Centro, que funcionava em um prédio alugado e adaptado para o atendimento.

A secretária de Saúde de Macaíba, Sâmara Figueiredo, informou que a farmácia de medicamentos com retenção de receita permanecerá na Unidade Centro. “A farmácia do município, que faz a dispensação dos medicamentos controlados, aqueles que necessitam da retenção de receituário, vai permanecer na Unidade Centro”, disse.

O prefeito esteve acompanhado pela senadora Zenaide Maia, autora da emenda da construção da unidade, pela presidente da Câmara, Érika Emídio, e pelos vereadores Venício Filho, Rita Oliveira, Socorro Nogueira, Sérgio Lima, Otacílio Andrade, Dadaia Ribeiro, Denilson Gadelha, Igor Targino, Reginaldo Campos, Clarissa Matias, Aroldo da Saúde, Edi do Posto e Taffarel Freitas.

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