Saúde

Saúde

Mutirão de próteses odontológicas avalia mais de 250 pacientes em Macaíba

No último sábado (13), a Prefeitura de Macaíba, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou no Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) o mutirão de próteses odontológicas, beneficiando mais de 250 pacientes encaminhados pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município.

A ação marca o início de uma série de mutirões que serão promovidos para ampliar o acesso da população aos atendimentos especializados em saúde bucal, contribuindo para a redução da demanda reprimida e para a melhoria da qualidade de vida dos usuários.

De acordo com o coordenador de Saúde Bucal de Macaíba, Anderson Carvalho, todos os pacientes avaliados receberam as orientações necessárias e foram encaminhados para o tratamento mais adequado, já saindo com a data do procedimento agendada.

“Este é o primeiro de uma série de mutirões que iremos realizar. Além das próteses, também teremos mutirões voltados para tratamento de canal e cirurgias odontológicas, ampliando a oferta de serviços especializados à população”, destacou.

Anderson Carvalho disse ainda que a iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal em garantir acesso a tratamentos odontológicos especializados. “Não é só fazer a prótese, estamos devolvendo saúde, autoestima e qualidade de vida à população. O acesso a próteses dentárias contribui para a recuperação da função mastigatória, da autoestima e do bem-estar dos pacientes”, completou.

A paciente Sebastiana Trindade, moradora da Vila São José, elogiou o acolhimento recebido pela equipe. “Hoje passei pelo atendimento para fazer a prótese e o trabalho aqui é excelente. Eu gosto demais e já estou com minha próxima consulta marcada”, afirmou.

Imagem: Edeilson Morais

Saúde

Dia Nacional da Imunização reforça importância de manter a vacinação em dia em todas as fases da vida

Celebrado neste 9 de junho, o Dia Nacional da Imunização tem como principal objetivo conscientizar a população sobre a importância das vacinas para a proteção individual e coletiva. Reconhecida como uma das estratégias mais eficazes da saúde pública, a vacinação ajuda a prevenir doenças, reduzir internações e salvar vidas. Além de proteger quem recebe a dose, a imunização contribui para diminuir a circulação de agentes infecciosos, beneficiando toda a comunidade, especialmente pessoas que não podem ser vacinadas por motivos de saúde.

No Brasil, o Programa Nacional de Imunizações (PNI), criado em 1973 e considerado um dos maiores do mundo, coordena as ações de vacinação e garante o acesso gratuito a diversos imunobiológicos por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, o Calendário Nacional de Vacinação contempla diferentes grupos da população, incluindo crianças, adolescentes, jovens, adultos, gestantes e idosos. A iniciativa busca assegurar proteção ao longo de toda a vida contra doenças como poliomielite, sarampo, rubéola, tétano, hepatite B, coqueluche e outras enfermidades preveníveis.

As vacinas atuam estimulando o sistema imunológico a produzir anticorpos capazes de combater vírus e bactérias, fortalecendo as defesas do organismo de forma segura e eficaz. Especialistas reforçam que a imunização não deve ser vista como uma medida exclusiva da infância, mas como um compromisso permanente com a saúde. Por isso, manter a caderneta de vacinação atualizada e participar das campanhas promovidas pelos serviços de saúde são atitudes fundamentais para ampliar a proteção da população e fortalecer o combate a diversas doenças.

#DiaNacionalDaImunização #VacinaçãoSalvaVidas #SaúdePública #PNI #VacinasEmDia

 

Saúde

Brasil: Já está em vigor o Estatuto dos Direitos do Paciente

Silenciosamente, o Brasil criou uma das mudanças mais amplas já feitas na relação entre pacientes, médicos, hospitais e planos de saúde. A nova Lei nº 15.378/2026 unificou direitos que antes apareciam espalhados em normas técnicas, decisões judiciais e regras do SUS. Agora, qualquer paciente atendido na rede pública ou privada passa a ter garantias mais claras sobre informação, privacidade, consentimento e dignidade. Na prática, isso significa que o cidadão ganha respaldo legal para exigir explicações detalhadas sobre diagnósticos, medicamentos, riscos, procedimentos e até questionar a equipe sobre higiene, dosagem e origem dos insumos utilizados. Em um país onde milhares de pessoas ainda enfrentam filas, desinformação e atendimento desumanizado, o impacto pode ser muito maior do que parece.

A nova legislação também toca em temas que costumavam ficar restritos aos bastidores dos hospitais. O direito de recusar tratamentos, registrar vontades antecipadas e indicar representantes para decisões médicas entra oficialmente na rotina da saúde brasileira. O texto ainda garante acompanhante em consultas e internações, acesso ao prontuário, busca por segunda opinião e proteção contra discriminação por renda, raça, religião, deficiência ou identidade social. O ponto que mais chama atenção é o reconhecimento da chamada “autodeterminação do paciente”, conceito já consolidado em países desenvolvidos e que agora ganha força legal no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, o estatuto vale para SUS, hospitais privados, clínicas e operadoras de planos de saúde. A medida também prevê mecanismos formais para denúncias e fiscalização em casos de violação dos direitos dos pacientes.

A criação do estatuto acontece em um momento em que a confiança da população nos serviços de saúde se tornou tema permanente de debate nacional. O próprio relator da proposta no Senado, Humberto Costa, afirmou que episódios recentes de negligência e violência hospitalar poderiam ter sido evitados com regras mais rígidas e fiscalização mais clara. Mais do que uma atualização burocrática, a nova lei tenta mudar a cultura do atendimento médico no país, colocando o paciente no centro das decisões. O desafio agora será transformar o texto oficial em realidade dentro de hospitais superlotados, emergências precárias e sistemas privados cada vez mais pressionados. Porque no Brasil, muitas vezes, o direito existe no papel muito antes de chegar ao cidadão.

#Saúde #SUS #DireitosDoPaciente #PolíticaBrasileira #Brasil

Saúde

Junho começa com três alertas silenciosos que atingem milhões de brasileiros todos os dias

Enquanto muita gente associa junho apenas às festas juninas, o mês carrega três campanhas que expõem problemas reais, urgentes e muitas vezes invisíveis dentro das famílias brasileiras. O Junho Vermelho alerta para a queda nos estoques de sangue justamente no período em que hospitais enfrentam aumento de doenças respiratórias. O Junho Laranja chama atenção para anemia e leucemia, condições que afetam milhares de pessoas e ainda chegam tarde demais aos diagnósticos. Já o Junho Violeta coloca luz sobre um tema desconfortável para o país: a violência contra idosos, frequentemente praticada dentro da própria casa. Mais do que cores simbólicas, junho virou um retrato direto das fragilidades sociais e de saúde que seguem crescendo silenciosamente no Brasil.

Os números ajudam a entender a dimensão do problema. Segundo o Ministério da Saúde, uma única doação de sangue pode salvar até quatro vidas, mas os hemocentros historicamente enfrentam baixa adesão durante o outono e o inverno. No caso da leucemia, o Instituto Nacional de Câncer estima milhares de novos casos todos os anos no país, sendo a doença um dos cânceres mais frequentes na infância. Já a anemia segue atingindo crianças, idosos e mulheres em larga escala, muitas vezes associada à má alimentação, doenças crônicas e dificuldade de acesso ao diagnóstico precoce. Enquanto isso, a violência contra idosos avança de forma alarmante. Dados do Disque 100 mostram crescimento constante de denúncias envolvendo negligência, abandono, violência financeira e agressões psicológicas contra pessoas acima dos 60 anos.

O ponto mais inquietante dessas campanhas é perceber que elas falam menos sobre doenças isoladas e mais sobre o tipo de sociedade que o Brasil está construindo. Falta sangue porque ainda há baixa cultura de doação contínua. Casos de anemia e leucemia se agravam porque o acesso à prevenção continua desigual. E idosos seguem sofrendo violência porque o envelhecimento da população chegou antes da estrutura social para protegê-los. Junho escancara uma verdade desconfortável: cuidar da saúde coletiva exige muito mais do que campanhas nas redes ou iluminação temática. Exige presença, responsabilidade e consciência prática no cotidiano de cada cidade, família e comunidade.

#JunhoVermelho #JunhoLaranja #JunhoVioleta #Saúde #Brasil

Saúde

Glaucoma avança em silêncio e preocupa especialistas pela alta taxa de cegueira irreversível

Muita gente só descobre que tem glaucoma quando parte da visão já foi comprometida de forma definitiva. A doença, considerada a principal causa de cegueira irreversível no mundo, costuma evoluir sem sinais aparentes durante anos, o que transforma exames oftalmológicos de rotina em uma das principais formas de proteção da visão. Neste 26 de maio, Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, especialistas reforçam o alerta para um problema que afeta milhões de pessoas e ainda passa despercebido por grande parte da população, especialmente entre adultos acima dos 40 anos.

Instituída pela Lei nº 10.456/2002, a data integra a campanha Maio Verde, voltada à conscientização sobre prevenção e diagnóstico precoce. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde, entre 1% e 2% da população mundial acima dos 40 anos convive com a doença. No Brasil, o glaucoma preocupa principalmente por seu comportamento silencioso. Em muitos casos, a perda da visão periférica só começa a ser percebida quando o nervo óptico já sofreu danos irreversíveis. Pessoas com histórico familiar, hipertensão, diabetes, miopia elevada e população negra estão entre os grupos de maior risco. O diagnóstico depende de avaliação oftalmológica detalhada, incluindo medição da pressão ocular e exames específicos do fundo do olho e campo visual.

Mesmo sem cura definitiva, o glaucoma pode ser controlado quando identificado precocemente. O tratamento inclui uso contínuo de colírios, procedimentos a laser e cirurgias que ajudam a reduzir a pressão intraocular e impedir o avanço da doença. O Sistema Único de Saúde oferece acompanhamento e tratamento gratuito, realidade ainda desconhecida por muitas famílias brasileiras. Em um país onde o acesso tardio ao diagnóstico continua sendo um dos maiores desafios da saúde preventiva, o avanço silencioso do glaucoma reforça um alerta simples, mas decisivo: enxergar bem no presente não significa que a saúde dos olhos esteja protegida no futuro.

#Glaucoma #MaioVerde #SaúdeDosOlhos #Prevenção #SaúdePública

Ilustração: https://bvsms.saude.gov.br/

Saúde

Saúde de Macaíba mantém projeto voltado a pessoas com dores crônicas


A Secretaria de Saúde de Macaíba, por meio da E-Multi (Equipe Multiprofissional), está realizando nas UBS da Zona Urbana e Zona Rural o “Projeto Esperança’, voltado a pacientes com dores crônicas. O projeto amplia as ações das unidades de saúde e busca fortalecer o cuidado integral com a população.

De acordo com a coordenadora da E-multi, Danyele Valentim, o “Projeto Esperança” está sendo realizado nas unidades Eloi de Souza, Potengi, Campo da Santa Cruz, Cajazeiras, Tapará, Campo das Mangueiras, Campinas e Traíras. “Estamos abrindo hoje o segundo grupo de acompanhamento de pessoas com dores crônicas na UBS de Traíras, com encontros realizados duas vezes por mês”, disse.

O fisioterapeuta Adriano Medeiros explica que projeto busca oferecer um cuidado mais completo aos pacientes, com acompanhamento multiprofissional. “As ações contam com a participação de diversos profissionais da saúde e de outras áreas, promovendo um atendimento amplo e integrado. Entre os profissionais envolvidos estão médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, educadores físicos, advogados, nutricionistas, dentistas e farmacêuticos”, informou Adriano.

Segundo o fisioterapeuta, os encontros acontecem mensalmente nas unidades de saúde. “Em cada encontro, um profissional é responsável por conduzir palestras, orientações e atividades relacionadas à sua área de atuação. A dor crônica afeta não apenas o físico, mas também o emocional e o social. Por isso, pensamos em um projeto completo, que promove cuidado, orientação, escuta e qualidade de vida”, destacou.

Imagem: Rodrigo Galvão

Saúde

Atendimento odontológico domiciliar é destaque da Saúde de Macaíba

A Prefeitura de Macaíba, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, segue realizando o cuidado humanizado com o atendimento odontológico domiciliar. A iniciativa garante assistência aos pacientes que não conseguem se deslocar até uma unidade de saúde. Com dois consultórios odontológicos portáteis, o município leva tratamento, acolhimento e dignidade diretamente à casa dos pacientes.

A equipe da UBS Vila São José II realizou o atendimento domiciliar da senhora Marinete Barbosa, idosa com limitações de mobilidade, que está em acompanhamento odontológico para realização de extração dentária e reabilitação protética.

De acordo com a cirurgiã-dentista Fernanda Bastos, o atendimento já vinha sendo acompanhado anteriormente. “Hoje realizamos um retorno da paciente. O planejamento inicial era realizar a extração, mas, devido à pressão arterial alterada, o procedimento precisou ser adiado por segurança. Mesmo assim, realizamos a higiene bucal, a higienização da prótese e todas as orientações necessárias”, explicou.

A profissional destacou ainda que todo o tratamento será realizado no conforto da residência da paciente. “Após a conclusão desse processo, vamos confeccionar uma nova prótese para dona Marinete. Faremos a moldagem e todas as provas diretamente na casa dela, garantindo mais conforto e acessibilidade”, completou.

A filha da paciente, Maria da Conceição, elogiou o serviço prestado pela equipe da rede municipal. “É um atendimento perfeito. Todas as UBS precisavam ter esse trabalho maravilhoso. Não só a dentista, mas todos os profissionais nos atendem muito bem”, relatou.

O atendimento odontológico domiciliar é considerado fundamental para garantir acesso à saúde bucal de pacientes acamados, idosos ou pessoas com limitações de mobilidade, promovendo qualidade de vida e prevenindo complicações de saúde.

#SaúdeBucal, #Macaíba, #AtendimentoHumanizado, #OdontologiaDomiciliar, #SaúdeParaTodos

Imagem: Rodrigo Galvão

Saúde

Dia Mundial do Câncer de Ovário: doença silenciosa que ainda pega milhares de mulheres de surpresa

Enquanto muitas mulheres seguem a rotina acreditando que pequenos desconfortos são normais, o Dia Mundial do Câncer de Ovário, celebrado em 8 de maio, acende um alerta urgente que não pode mais ser ignorado. Considerado uma das doenças mais silenciosas da saúde feminina, esse tipo de câncer costuma dar sinais discretos, que passam despercebidos no dia a dia. O resultado é preocupante: a maioria dos casos só é descoberta em estágio avançado, quando as chances de tratamento se tornam mais desafiadoras.

Dados do Instituto Nacional de Câncer apontam que mais de 7 mil novos casos devem ser registrados anualmente no Brasil entre 2023 e 2025. Segundo especialistas e entidades como a Febrasgo, cerca de 70% a 80% das pacientes recebem o diagnóstico tardiamente. Sintomas como inchaço abdominal, sensação de saciedade rápida e vontade frequente de urinar costumam ser ignorados ou confundidos com problemas comuns. Fatores como idade, histórico familiar e mutações genéticas como BRCA1 e BRCA2 aumentam o risco. Sem um exame específico de rastreamento, a principal estratégia ainda é a atenção ao próprio corpo e o acompanhamento médico регуляр.

O impacto vai muito além da estatística. O câncer de ovário afeta famílias, interrompe planos e escancara um problema recorrente na saúde pública: a dificuldade de identificar doenças silenciosas a tempo. Em um cenário onde informação pode salvar vidas, falar sobre o tema deixa de ser opcional e passa a ser essencial. Quantos sinais ainda estão sendo ignorados neste momento?

#SaúdeDaMulher #CâncerDeOvário #Prevenção #Conscientização #Saúde

Saúde

Endometriose: A dor que muita gente ignora pode ser uma doença silenciosa que afeta milhões de brasileiras

Sentir cólicas intensas todo mês ainda é tratado como algo “normal” por muitas mulheres, mas essa ideia pode estar escondendo uma realidade preocupante. No Dia Internacional da Luta contra a Endometriose, celebrado em 7 de maio, o alerta ganha força: cerca de 1 em cada 10 mulheres em idade reprodutiva convive com a doença, que pode causar dores incapacitantes, afetar a rotina e até comprometer a fertilidade. Em um país onde mais de 7 milhões de brasileiras enfrentam esse diagnóstico, a informação pode ser o primeiro passo para mudar histórias.

A endometriose é uma condição inflamatória crônica em que o tecido semelhante ao endométrio cresce fora do útero, atingindo órgãos como ovários, intestino e até regiões mais raras do corpo. Segundo especialistas e entidades como a Febrasgo, um dos maiores desafios ainda é o diagnóstico tardio, já que muitas pacientes passam anos acreditando que a dor é parte do ciclo menstrual. Sintomas como dor durante a relação, desconforto ao urinar ou evacuar e fluxo intenso precisam de atenção. No Brasil, além do 7 de maio, a campanha ganha destaque também em março, com o Março Amarelo, reforçando a importância de exames específicos e acompanhamento médico.

O impacto vai além da saúde física. A endometriose interfere na vida profissional, nos relacionamentos e no bem-estar emocional, criando um efeito silencioso que muitas vezes não aparece nas estatísticas. Ignorar os sinais custa caro. Falar sobre o tema, compartilhar informação e incentivar o diagnóstico precoce pode encurtar caminhos e evitar anos de sofrimento. A pergunta que fica é direta: quantas mulheres ainda estão normalizando uma dor que nunca deveria ser normal?

#Endometriose #SaúdeDaMulher #Conscientização #QualidadeDeVida

Saúde

Dia do Oftalmologista: Macaíba oferta cirurgias de catarata a mais 120 pacientes

Em um momento em que muita gente só procura atendimento quando o problema já afeta o dia a dia, Macaíba traz um dado que chama atenção e conecta direto com a realidade de milhares de famílias: 120 pessoas voltaram a enxergar melhor só no mês de abril após cirurgias de catarata realizadas pelo município. A ação ganha ainda mais relevância nesta semana, marcada pelo Dia do Oftalmologista, celebrado neste 7 de maio, reforçando o papel essencial desses profissionais na prevenção da cegueira e na qualidade de vida da população.

Os números mostram que não se trata de uma ação isolada. Desde o início da atual gestão, já foram realizadas 2.799 cirurgias de catarata, zerando uma fila que existia desde 2018, mesmo sendo uma demanda originalmente de responsabilidade estadual. Os procedimentos mais recentes aconteceram nos dias 16, 23, 25 e 30 de abril, com pacientes passando pela primeira etapa da cirurgia. Histórias como a de Maria de Lurdes, de 62 anos, revelam o impacto direto dessa política pública. Sem condições de pagar pelo procedimento, ela encontrou a chance de recuperar a visão. O oftalmologista Sérgio Moreira destaca que a cirurgia é uma das mais realizadas no mundo e tem efeito imediato na autonomia e bem-estar dos pacientes.

Mais do que números, o que está em jogo é independência, segurança e dignidade. Enxergar bem significa voltar a realizar tarefas simples, reconhecer rostos, caminhar com confiança e viver com mais autonomia. 

#SaúdePública #Oftalmologia #Catarata #SUS #QualidadeDeVida

Foto: Tom Alcântara

Saúde

Pressão alta mata em silêncio: 26 de abril acende alerta para doença que tira 300 mil vidas por ano no Brasil

O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, celebrado em 26 de abril, joga luz sobre uma das doenças mais perigosas e subestimadas do país. Conhecida como “pressão alta”, a condição é responsável por cerca de 300 mil mortes anuais no Brasil, o equivalente a uma vida perdida a cada dois minutos. O dado impressiona, mas o que mais preocupa especialistas é o fato de que, na maioria dos casos, a hipertensão não apresenta sintomas claros, avançando de forma silenciosa até provocar consequências graves.

Caracterizada por níveis de pressão arterial acima de 14 por 9, a hipertensão pode ter origem genética, presente em até 90% dos casos, ou estar ligada a fatores como obesidade, consumo excessivo de sal, estresse e sedentarismo. Segundo orientações do Ministério da Saúde, medir a pressão regularmente é a forma mais eficaz de diagnóstico, especialmente a partir dos 20 anos. Quando não controlada, a doença pode desencadear complicações como AVC, infarto e insuficiência renal, impactando diretamente a qualidade de vida e sobrecarregando o sistema público de saúde. Apesar de não ter cura, o controle é possível com acompanhamento médico e mudanças no estilo de vida.

A data vai além da conscientização e reforça uma mensagem prática: cuidar da saúde precisa fazer parte da rotina, não apenas em momentos de urgência. Reduzir o sal, manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física e evitar o tabagismo são atitudes acessíveis que fazem diferença real. Em um país onde a correria do dia a dia muitas vezes fala mais alto, o 26 de abril surge como um convite direto à prevenção. Ignorar os sinais pode custar caro, mas a mudança começa com escolhas simples que salvam vidas.

#Saúde #Hipertensão #Prevenção #QualidadeDeVida #Brasil

 

Saúde

Maior UBS de Macaíba é inaugurada no Loteamento Esperança

A maior Unidade Básica de Saúde (UBS) já construída em Macaíba foi inaugurada nesta quinta-feira (23), no Loteamento Esperança, denominada de Auri Maria Fontinele. Com aproximadamente 370 metros quadrados de área construída, o novo equipamento representa um importante reforço na rede municipal de atenção primária à saúde.

A obra contou com um investimento de mais de R$ 1,5 milhão, oriundo de emendas parlamentares da senadora Zenaide Maia e do deputado federal Benes Leocádio, com contrapartida da Prefeitura de cerca de R$ 300 mil, e amplia significativamente a capacidade de atendimento na região. A estrutura foi projetada para oferecer serviços completos à população, incluindo dois consultórios odontológicos, dois consultórios médicos e um consultório multiprofissional. A unidade também dispõe de duas salas de enfermagem, além de espaços específicos para vacinação, inalação, coleta de exames, curativos e esterilização, bem como farmácia.

O atendimento será realizado por duas equipes de Saúde da Família. A primeira deve contemplar em torno de 2 mil moradores do Loteamento Esperança. Já a segunda equipe atenderá aproximadamente 1,8 mil residentes de áreas como Residencial Campinas, Avenida Enock Garcia (Lagoa Grande, a partir da Rua São Paulo), Loteamento Parnaíba e Lamarão.

Na parte administrativa, a UBS conta com sala de gerência, copa, almoxarifado, expurgo, depósito de material de limpeza, banheiro para funcionários e espaço dedicado às atividades dos agentes comunitários de saúde. Para o público, a unidade oferece recepção com capacidade para 30 pessoas, dois banheiros adaptados e estrutura com área coberta para embarque e desembarque de ambulâncias, além de espaço para atividades coletivas e estacionamento com nove vagas.

“Mais uma vez, estamos inaugurando, em Macaíba, um empreendimento com a sua assinatura, senadora Zenaide, grande parceira da nossa gestão. Quero também cumprimentar esse amigo e parceiro, deputado Benes Leocádio, padrinho dessa unidade de saúde. Todo o povo da região está feliz no dia de hoje. Estamos vendo um sonho realizado, sendo entregue à população. A gente vê os moradores aqui presentes com os sorrisos de orelha a orelha, porque vão ter um local digno de atendimento. A equipe de saúde da unidade estará à disposição para atender vocês com todo o carinho. A equipe aumentou para que justamente possamos atender cada vez melhor.”, expressou Emídio Júnior.

“Emídio não vai para Brasília para passear, ele vai para conseguir emendas para melhorar a vida do seu povo. É isso (referindo-se à nova UBS) que esse jovem faz junto com sua vice-prefeita e toda a sua equipe. Desta senadora, já são 22 milhões de emendas para Macaíba. Isso aqui é muito mais do que tijolo e concreto: vai salvar vidas, porque quem faz medicina preventiva é a unidade básica de saúde, que vacina, faz o pré-natal, e cuida do hipertenso e do diabético.”, declarou Zenaide Maia, presente no momento.

Ao lado do prefeito Emídio Júnior, também presenciaram a solenidade de inauguração: a vice-prefeita Raquel Rodrigues; os (as) vereadores (as): Érika Emídio, Tafarel Freitas, Rita de Cássia, Socorro Nogueira, Clarissa Matias, Dadaia Ribeiro, Aroldo da Saúde, Sérgio Lima, Venício Filho, Denilson Gadelha, Otacílio Andrade e Edi do Posto; o deputado federal Benes Leocádio; o prefeito de Ielmo Marinho, Fernando Damasceno; os vereadores de Santa Cruz, Fábio Dias e Erivan; secretários municipais e lideranças comunitárias de diversas localidades.

Imagem aérea: Geraldo Neto

Rolar para cima