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19 de Maio: Dia do Estudante de Direito e do Médico da Família

O dia 19 de maio reúne duas datas importantes ligadas à formação, cuidado e compromisso com a sociedade. Em todo o mundo, é celebrado o Dia Mundial do Médico e da Médica de Família e Comunidade, criado pela Organização Mundial de Médicos de Família para reforçar a importância da atenção primária, do acompanhamento contínuo dos pacientes e da medicina preventiva. No Brasil, a especialidade também possui uma data nacional comemorada em 5 de dezembro, em referência à fundação da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade.

A mesma data também marca o Dia do Estudante de Direito no Brasil, uma homenagem aos acadêmicos que se dedicam à formação jurídica e à defesa da cidadania. A celebração coincide com o Dia de Santo Ivo, tradicionalmente reconhecido como padroeiro dos advogados. Já no dia 11 de agosto, estudantes e profissionais do Direito voltam a ser homenageados em referência à criação dos primeiros cursos jurídicos do país, em 1827, um marco histórico para o ensino superior brasileiro.

#MedicinaDeFamília #EstudanteDeDireito #SaúdePública #Educação #19DeMaio

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Dia do Assistente Social

Quando uma família perde renda, quando falta atendimento de saúde, quando uma criança abandona a escola ou quando a violência bate na porta de alguém, existe uma profissão que quase sempre está nos bastidores tentando impedir que o problema vire tragédia. Neste 15 de maio, o Brasil celebra o Dia do Assistente Social, uma data que vai muito além de homenagem institucional. Em hospitais públicos, escolas, comunidades periféricas, centros de assistência e até nas áreas mais esquecidas do país, esses profissionais enfrentam diariamente a desigualdade que muita gente prefere não enxergar. E talvez esse seja o detalhe mais simbólico da profissão: trabalhar justamente onde o Estado costuma chegar tarde.

Em 2026, o Serviço Social brasileiro completa 90 anos carregando uma transformação histórica que pouca gente conhece. A profissão nasceu com bases conservadoras nos anos 1930, mas se reinventou ao longo das décadas até se tornar uma das vozes mais ativas na defesa de direitos, democracia e políticas públicas. O próprio mote nacional das comemorações deste ano revela o tamanho desse posicionamento: “Com direitos, democracia e unidade na diversidade, a gente faz o nosso Brasil”. Em tempos de polarização intensa, cortes sociais e crescimento da intolerância, o trabalho dos assistentes sociais ganhou ainda mais peso dentro das comunidades. São profissionais que convivem diariamente com fome, desemprego, violência doméstica, abandono e exclusão social, transformando burocracia em acolhimento real.

A comemoração dos 90 anos da categoria também escancara uma mudança que representa o próprio retrato do Brasil atual: uma profissão hoje marcada pela diversidade, pluralidade e participação coletiva. Enquanto muita gente discute o país apenas pela internet, milhares de assistentes sociais seguem atuando na linha de frente, ouvindo histórias que raramente aparecem nos discursos oficiais. E talvez a pergunta que mais provoque reflexão seja essa: quantas crises silenciosas seriam ainda maiores sem o trabalho invisível desses profissionais? Temas como direitos, dignidade e acesso básico não afetam apenas quem precisa de ajuda. Eles definem o tipo de sociedade que o Brasil está construindo.

#AssistenteSocial #ServiçoSocial #DireitosHumanos #JustiçaSocial #Brasil

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Prefeitura de Macaíba rende homenagens a Augusto Severo em alusão aos 124 anos de sua partida

A Prefeitura Municipal de Macaíba, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, promoveu evento solene na manhã desta quinta-feira (14/05) em homenagem ao filho mais ilustre da cidade: Augusto Severo, inventor do dirigível Pax e pioneiro da aviação mundial.

A solenidade teve como cenário o Museu Solar Ferreiro Torto, com discursos de autoridades civis e militares, bem como de descendentes do próprio homenageado. Além disso, foram tocadas músicas instrumentais pela banda de música da Base Aérea de Natal (BANT) e pelo coral Vozes de Macaíba nas asas do Brasil, acompanhado pelo quarteto de cordas da Escola de Música da Universidade do Rio Grande do Norte (UFRN).

A data de hoje foi escolhida em alusão aos 124 anos de partida de Augusto Severo, após um trágico acidente com o Balão Pax, uma das suas mais notáveis invenções, após alguns minutos de voo na França. O fato ocorreu em 12 de maio de 1902.

Além da própria Prefeitura Municipal, a solenidade contou com a presença de autoridades e representantes de órgãos como Câmara de Vereadores, Aeronáutica, Exército, Universidade do Rio Grande do Norte, Escola Agrícola de Jundiaí, Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, Instituto Histórico e Geográfico de Macaíba, 138º Grupo Escoteiro Augusto Severo e Fundação José Augusto.

“Não estamos aqui só para homenagear os 124 anos de sua morte, mas para reverenciá-lo! Reverenciar seus inventos e Macaíba. Severo vive! São 124 anos de encantamento, mas ele está mais vivo do que nunca, porque, no coração da história, nunca se morre.”, declarou Augusto Maranhão, descendente do ilustre macaibense.

“Desde menino, Augusto Severo queria descobrir o que havia acima das nuvens. Sonhava com máquinas voadoras, com dirigíveis capazes de cruzar continentes e aproximar povos. Sua morte não apagou a sua grandeza. Décadas depois, quando aviões passaram a cortar os céus do mundo inteiro, muitos reconheceram que homens como Augusto Severo ajudaram a abrir caminho para a aviação moderna. Seu nome permanece vivo em ruas, escolas, monumentos e na memória potiguar. Quero agradecer a todos os que fazem parte da gestão municipal. Enquanto essa equipe estiver à frente da Prefeitura, podem ter certeza de que jamais Severo cairá no esquecimento.”, destacou o prefeito Emídio Júnior.

#AugustoSevero #Macaíba #HistóriaPotiguar #Aviação #CulturaRN

Imagem: Edeilson Morais

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Forró de verdade: 19 anos sem Marinês

Muito antes dos algoritmos decidirem quem viraliza, uma mulher saída do bairro da Liberdade, em Campina Grande, já fazia multidões pararem para ouvir sua voz. Em uma época em que o rádio era o palco de quem sonhava escapar da pobreza, Marinês trocou o próprio nome para cantar escondida do pai e acabou entrando para a história por causa de um erro de locutor. O detalhe que pouca gente conhece é que aquela menina humilde, que ajudava o pai na fabricação de armas e munições no interior paraibano, se transformaria na artista que abriu espaço para a presença feminina na música nordestina em rede nacional. Enquanto muita gente hoje discute representatividade, Marinês já quebrava barreiras quando o Nordeste ainda era tratado com preconceito nos grandes centros do país.

Chamada por Gilberto Gil de “Mãe da Música Nordestina” e conhecida como o “Luiz Gonzaga de saia”, Marinês não apenas cantou o Nordeste, ela ajudou a moldar a identidade cultural de uma região inteira. Foi ela quem levou o xaxado, o baião e a força da mulher nordestina para dentro das rádios, cinemas e programas de televisão do Brasil. Mais de 45 discos depois, sua influência continua viva em artistas, festas juninas, vaquejadas e até no orgulho regional que atravessa gerações. Em tempos em que a memória cultural parece durar apenas alguns segundos no feed, lembrar quem abriu caminho antes de todo mundo virou quase um ato de resistência. 

#Marinês #CulturaNordestina #MúsicaBrasileira #Nordeste #CampinaGrande

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Parabéns aos enfermeiros e enfermeiras!

Todo mundo já precisou de um enfermeiro em algum momento da vida. No corredor lotado de um hospital público, numa madrugada de emergência, numa sala de UTI ou naquele instante em que o medo toma conta antes de um diagnóstico. E quase sempre existe um detalhe em comum: é a enfermagem que permanece ao lado do paciente quando o resto do mundo vai embora.

Neste 12 de maio, Dia Internacional da Enfermagem e Dia do Enfermeiro, a data vai muito além de homenagem protocolar. Oficializada no Brasil desde 1938 por Getúlio Vargas, no país, a celebração também abre oficialmente a Semana da Enfermagem, realizada entre os dias 12 e 20 de maio, período que termina homenageando Ana Néri, pioneira da enfermagem brasileira e símbolo histórico do cuidado humanizado em tempos de guerra e dificuldade.

A reflexão por trás da data expõe uma realidade que milhões de brasileiros conhecem de perto, principalmente quem depende da rede pública de saúde. São profissionais que sustentam diariamente hospitais, UPAs, postos de saúde e instituições médicas, enfrentando jornadas exaustivas, pressão emocional e falta de estrutura, mas permanecendo na linha de frente da proteção à saúde, recuperação de pacientes e continuidade do cuidado humano. Hoje, a enfermagem representa cerca de 63% da força de trabalho em saúde nas Américas, sendo o maior grupo profissional dos sistemas de saúde.

Enquanto debates políticos ocupam as redes sociais e promessas dominam discursos públicos, existe uma categoria inteira garantindo que o atendimento continue funcionando na prática, do interior às grandes capitais. E talvez esteja aí a maior contradição do país: a enfermagem é indispensável na vida real, mas ainda luta diariamente por reconhecimento proporcional à importância que possui. Porque no fim das contas, muita gente lembra do diagnóstico recebido dentro de um hospital. Mas quase sempre é do enfermeiro que vem a lembrança mais humana: a palavra de calma, o cuidado silencioso, a presença durante o medo e a atenção que transforma atendimento em acolhimento. 

#DiaDaEnfermagem #Enfermagem #DiaDoEnfermeiro #SaúdePública #ProfissionaisDaSaúde

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Sempre é Dia das Mães!

Neste Dia das Mães, a Revista Coité abraça todas as mulheres que fizeram do amor a sua maior missão de vida. As mães de colo, de coração, de criação, as avós que foram mães em dobro, as mães atípicas que transformam desafios em força diária, as que estão presentes fisicamente e também aquelas que hoje vivem na saudade, mas permanecem eternas na memória, nos gestos e nos ensinamentos. Cada uma carrega uma história única de coragem, cuidado e entrega silenciosa que merece ser celebrada todos os dias.

Ser mãe é muito mais do que gerar uma vida. É acolher, proteger, ensinar, renunciar, insistir e acreditar mesmo quando ninguém mais acredita. É encontrar forças onde parecia não existir mais nenhuma. É transformar pequenos momentos em lembranças que acompanham filhos por toda a vida. Em cada casa existe uma mulher que, com seu jeito simples e verdadeiro, ajudou a construir sonhos, valores e caminhos. São elas que sustentam afetos, unem famílias e deixam marcas que o tempo nunca apaga.

Neste domingo especial, desejamos que cada mãe receba o carinho que merece e sinta o quanto sua existência é importante. Que nunca faltem abraços sinceros, palavras de gratidão e reconhecimento por tudo aquilo que muitas vezes é feito em silêncio. A todas as mães, nossa homenagem, nosso respeito e nossa admiração.

Feliz dia a todas as mães do mundo!

#DiaDasMães #AmorDeMãe #MãeÉAmor #HomenagemÀsMães #RevistaCoité

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08 de maio: Dia do Artista Plástico

Wellington Potiguar e Aldo Rodrigues, artistas plásticos macaibenses destacados nacionalmente

Em meio à correria do dia a dia, muita gente passa sem perceber que a identidade de uma cidade também é construída em telas, esculturas e detalhes que contam histórias silenciosas. No Dia do Artista Plástico, celebrado em 8 de maio, Macaíba ganha um motivo a mais para olhar com atenção para seus próprios talentos. Nomes locais como Wellington Potiguar, com sua aerografia marcante, e Aldo Rodrigues, escultor premiado por suas obras sacras, mostram que a arte não está distante, ela está presente na rotina, nas ruas e na memória coletiva.

A data, criada na década de 1950 em homenagem ao pintor Almeida Júnior, um dos grandes nomes das artes brasileiras do século XIX, reforça o papel do artista plástico como agente cultural e social. Mais do que técnica, esses profissionais transformam sentimentos em formas concretas, utilizando tinta, madeira, argila e criatividade para expressar visões únicas do mundo. Em cidades como Macaíba, esse trabalho ganha ainda mais relevância ao preservar tradições e impulsionar a economia criativa, um setor cada vez mais valorizado no Brasil.

Valorizar o artista local vai além de reconhecer talento, é investir em identidade, pertencimento e desenvolvimento cultural. Em tempos de consumo rápido e conteúdo efêmero, a arte permanece como registro duradouro de quem somos e do que queremos deixar para o futuro. A pergunta que fica é simples, mas necessária: você reconhece e valoriza a arte que nasce na sua própria cidade?

#Arte #Cultura #ArtistaPlástico #Macaíba #EconomiaCriativa

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Clube Verdes Mares celebra 58 anos com grande festa

No dia 17 de maio, a partir das 13h, o Verdes Mares Futebol Clube promete movimentar Macaíba com uma grande comemoração de aniversário. Fundado em 1968, o clube prepara uma festa com música, animação e um show de prêmios que deve atrair muita gente.

Com cartelas a apenas R$10, o público concorre a três air fryers e R$400 em dinheiro. E não vai faltar animação, com shows de Mayury Monteiro e do grupo Pagode Só Nós, garantindo o clima de festa durante toda a tarde.

O evento conta com o apoio do prefeito Emídio Júnior, da vereadora Érika, presidente da Câmara Municipal de Macaíba, e da Revista Coité.

#MacaíbaRN #EventosRN #FutebolAmador #CulturaLocal #DomingoDeFesta

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105 anos de Aluízio Alves: o homem que mexeu com o RN

Aluízio Alves em Poço Branco – TN

Nesta data simbólica, o Rio Grande do Norte relembra o legado de Aluízio Alves, um nome que ultrapassa gerações e continua presente nas conversas sobre política, comunicação e desenvolvimento no estado. Nascido em Angicos, ele saiu do interior para se tornar uma das figuras mais influentes do RN, conectando sua trajetória à vida de milhares de potiguares que até hoje sentem os reflexos de suas decisões, seja na energia que chega às casas ou na força da imprensa local.

Com uma carreira marcada por contrastes e feitos raros, Aluízio começou ainda criança, criando um jornal artesanal com apenas um exemplar, e anos depois comandaria publicações de alcance nacional. Foi o deputado constituinte mais jovem de 1946 e, em 1961, conquistou o governo do estado com uma campanha inovadora e simbólica. Entre suas ações mais impactantes está a chegada da energia elétrica por meio da Chesf, um divisor de águas para o desenvolvimento regional. Sua trajetória também enfrentou rupturas, como a cassação durante o regime militar, mas sem interromper sua influência política e presença ativa no debate público.

Relembrar Aluízio Alves é revisitar um período em que ideias, ousadia e comunicação direta com o povo moldavam lideranças de forma intensa. Em tempos de redes sociais e informação instantânea, sua habilidade de mobilizar multidões e criar narrativas fortes levanta uma pergunta inevitável: como figuras assim se posicionariam no cenário atual? O passado não apenas inspira, mas provoca reflexão sobre o tipo de liderança que ainda move o Rio Grande do Norte.

Aluízio Alves faleceu em 06 de maio de 2006.

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Dia do povo sertanejo: a força silenciosa que sustenta o Nordeste

Celebrado em 3 de maio, o Dia do Sertanejo vai muito além de uma homenagem simbólica e revela uma realidade que molda o Brasil profundo. A data, criada na década de 1960, reconhece o papel de homens e mulheres que vivem no semiárido, especialmente no Nordeste, onde a convivência com a seca exige adaptação constante e soluções criativas. Segundo o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas, órgão federal com mais de um século de atuação, milhares de famílias dependem diretamente de políticas públicas como açudes, adutoras e sistemas de irrigação para garantir o básico, água e produção.

No Rio Grande do Norte, essa realidade é parte do cotidiano em municípios do Seridó, do Alto Oeste e do interior central, onde a rotina envolve desde o manejo da terra até a fé como elemento de resistência. A economia local gira em torno da agricultura familiar, da pecuária e de atividades tradicionais que sustentam comunidades inteiras. Mesmo diante das dificuldades, o sertanejo segue como símbolo de resiliência, carregando uma cultura rica que se expressa na música, na literatura de cordel e nas festas populares que atravessam gerações.

Mais do que celebrar, a data provoca uma reflexão necessária sobre desenvolvimento regional e desigualdade. Em um país onde o acesso à água ainda é desafio para muitos, o sertão evidencia a importância de políticas públicas eficientes e contínuas. Valorizar o sertanejo é também reconhecer que parte significativa da produção de alimentos e da identidade cultural brasileira nasce em regiões historicamente esquecidas. É essa força discreta, mas constante, que segue movimentando o Nordeste e inspirando o país.

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Por que Ayrton Senna ainda mobiliza o Brasil 32 anos depois de sua morte

Mais de três décadas após sua morte, Ayrton Senna continua sendo um dos nomes mais citados quando o assunto é identidade nacional, mérito e superação. Dados do Instituto Ayrton Senna indicam que milhões de jovens são impactados anualmente por programas educacionais inspirados no legado do piloto, reforçando que sua influência ultrapassa as pistas.

A trajetória que começou no kart, com vitória já na estreia em Interlagos aos 13 anos, evoluiu de forma consistente até o topo da Fórmula 1, onde conquistou três títulos mundiais e acumulou 41 vitórias e 65 pole positions, segundo dados oficiais da categoria. Esse crescimento técnico, aliado a uma mentalidade obsessiva por evolução, criou um personagem que dialoga diretamente com o cotidiano de quem enfrenta desafios reais. Senna não era apenas um piloto rápido, mas alguém que transformava disciplina em resultado, algo que ainda hoje gera identificação imediata.

Além das conquistas esportivas, o impacto social consolidou sua imagem como herói nacional. O Instituto Ayrton Senna, criado em 1994, atua em parceria com redes públicas de ensino em todo o Brasil, incluindo iniciativas que já alcançaram estados do Nordeste. Essa presença reforça um legado que vai além da nostalgia e entra no campo das políticas públicas e da formação educacional. Em um cenário onde referências positivas são cada vez mais disputadas, a história de Senna segue relevante porque une performance, propósito e impacto concreto, elementos que continuam alimentando debates e engajamento nas redes sociais, especialmente entre jovens que buscam exemplos reais de transformação.

#AyrtonSenna #Brasil #Notícias #Esportes #F1

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Um ano sem Papa Francisco: o líder que mudou a Igreja e deixou marcas além da fé

Vatican News

Um ano após sua morte, em 21 de abril de 2025, o Papa Francisco segue como uma das figuras mais influentes do século XXI, não apenas para católicos, mas para o debate global sobre sociedade, política e comportamento. Primeiro pontífice latino-americano e jesuíta da história, Jorge Mario Bergoglio surpreendeu o mundo desde sua escolha, em 2013, ao se apresentar como alguém vindo “do fim do mundo” e propor uma Igreja mais próxima das pessoas. Sua trajetória, marcada pela simplicidade e por decisões fora do padrão tradicional do Vaticano, redefiniu o papel do papado em tempos de transformação.

Nascido em Buenos Aires, filho de imigrantes italianos, Francisco construiu uma carreira sólida dentro da Igreja antes de chegar ao posto máximo. Foi professor, sacerdote, arcebispo e cardeal, sempre com forte atuação junto às populações mais vulneráveis. Durante seu pontificado, enfrentou temas sensíveis com uma abordagem mais aberta, defendendo maior acolhimento à comunidade LGBTQIA+, ampliando o espaço das mulheres em funções administrativas e cobrando respostas mais firmes da Igreja diante de escândalos de abuso. Também deixou sua marca na pauta ambiental com a encíclica “Louvado Seja”, reconhecida internacionalmente, e atuou em debates globais sobre desigualdade e mudanças climáticas.

O legado de Francisco ainda provoca debates intensos dentro e fora da Igreja. Para alguns, ele representou renovação e diálogo com o mundo contemporâneo; para outros, rompeu com tradições consolidadas. O fato é que sua liderança reposicionou a instituição em um cenário de crise de confiança e exigência por mudanças. Um ano depois, sua ausência não encerra sua influência. Pelo contrário, amplia a pergunta que ecoa entre fiéis e observadores: qual será o próximo passo de uma Igreja que aprendeu, com Francisco, a olhar mais para as periferias do que para o centro?

#PapaFrancisco #Vaticano #IgrejaCatólica #Atualidades #Mundo

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