Raul Seixas, 37 anos depois: a voz que nunca deixou de incomodar

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta quinta-feira (20) um edital estimado em R$ 1 bilhão para a aquisição de um supercomputador voltado à inteligência artificial e à soberania digital. O equipamento será instalado no Parque Científico e Tecnológico Augusto Severo, em Macaíba, no Rio Grande do Norte, com operação prevista para 2027.
Com capacidade de 7,2 mil petaflops, a máquina deverá figurar entre as dez mais potentes do mundo para aplicações de inteligência artificial. O equipamento apoiará pesquisas e soluções para o poder público, universidades e empresas. A iniciativa integra o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial, com R$ 23 bilhões previstos.
Durante a cerimônia, Lula afirmou que a escolha do RN busca reduzir desigualdades regionais e desconcentrar investimentos científicos e tecnológicos, hoje concentrados principalmente no Sul e no Sudeste. Lula defendeu oportunidades para pesquisadores e jovens qualificados no Nordeste.
O governo também anunciou a compra de um um supercomputador a ser instalado no Rio de Janeiro, além de ações do plano, como modelos nacionais de IA em português e espanhol, chips RISC-V, a Nuvem Brasileira e um centro de pesquisa sobre transparência e segurança em IA.
O presidente esteve acompanhado da governadora Fátima Bezerra, das ministras Luciana Santos, Esther Dweck e Miriam Belchior e do presidente da Câmara, Hugo Motta; autoridades acadêmicas, prefeitos e lideranças de movimentos sociais. Também participaram os vereadores de Macaíba Ismarleide Duarte, Rita de Cássia, Socorro Nogueira, Reginaldo e Denilson Gadelha, além de secretários municipais, que representaram o Executivo.
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Há momentos em que uma sociedade precisa olhar para trás não para alimentar ressentimentos, mas para não perder a capacidade de distinguir memória de narrativa. Comparar Lula e Bolsonaro, portanto, não deveria ser apenas uma disputa entre PT e PL, direita e esquerda. É também uma discussão sobre valores, prioridades e sobre o modelo de sociedade que cada projeto político representa. O período de 2019 a 2022 deixou episódios que, pela gravidade ou pelo simbolismo, merecem ser lembrados. Não para condenar milhões de brasileiros que votaram em Bolsonaro, mas para recordar fatos que aconteceram sob seu governo e em torno da cultura política que ele ajudou a consolidar.
Um dos capítulos mais dolorosos foi a pandemia. O Brasil ultrapassou a marca de 700 mil mortes por Covid 19, enquanto o governo federal protagonizava uma condução marcada por conflitos, resistência a recomendações científicas e sucessivas controvérsias. Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde no início da crise, deixou o cargo depois de divergências com Bolsonaro sobre a condução da emergência sanitária. Seu sucessor, o general Eduardo Pazuello, permaneceu à frente da pasta durante uma das fases mais críticas da pandemia. A história política brasileira produziu depois uma cena curiosa: Mandetta disputou uma vaga no Senado por Mato Grosso do Sul em 2022 e não foi eleito, enquanto Pazuello foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro. O episódio diz muito sobre aquele ambiente político, embora não permita concluir que o eleitorado tenha simplesmente escolhido entre os dois. Mandetta obteve 206.093 votos; Pazuello, 205.324. Um perdeu, o outro ganhou.
A pandemia também expôs uma diferença de comportamento que permanece no imaginário nacional. Enquanto hospitais lotavam e famílias procuravam oxigênio, Bolsonaro participava de motociatas e eventos políticos. A imagem de um presidente percorrendo ruas em meio à crise sanitária contrastava com a ausência de uma presença presidencial nos hospitais que enfrentavam o colapso. O número de mortos transformou a pandemia em uma das maiores tragédias da história brasileira. É possível discutir responsabilidades individuais, decisões administrativas e circunstâncias internacionais, mas é impossível recontar aquele período sem lembrar o ambiente político em que essas escolhas foram tomadas.
Na área ambiental, outro capítulo ganhou nome próprio. Em uma reunião ministerial realizada em abril de 2020, o então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, defendeu aproveitar a atenção da sociedade concentrada na pandemia para promover mudanças regulatórias. A expressão usada por ele, “passar a boiada”, tornou-se símbolo das críticas à política ambiental daquele período. O vídeo da reunião veio a público por decisão do Supremo Tribunal Federal e transformou uma fala interna do governo em uma das imagens mais marcantes daquela administração. O contraste eleitoral também chama atenção. Em 2022, Ricardo Salles foi eleito deputado federal por São Paulo com 640.918 votos. Marina Silva, histórica defensora da Amazônia e ex-ministra do Meio Ambiente, também foi eleita, mas recebeu 237.526 votos. Não há nada de ilegítimo no resultado. O eleitor tem liberdade para escolher quem quiser. O dado, porém, é expressivo demais para ser ignorado quando se tenta compreender os valores que encontravam espaço naquela conjuntura.
Houve também episódios relacionados à credibilidade das próprias autoridades. O caso mais conhecido foi o de Carlos Alberto Decotelli, escolhido por Bolsonaro para comandar o Ministério da Educação em 2020. Antes mesmo de assumir, seu currículo começou a ser questionado. A Universidade Nacional de Rosário, na Argentina, negou que ele tivesse obtido o doutorado que constava de sua trajetória. A Universidade de Wuppertal, na Alemanha, também contestou a informação sobre um pós-doutorado. A Fundação Getulio Vargas informou que Decotelli não havia sido professor titular da instituição, como aparecia em sua apresentação profissional. Também foram apontadas inconsistências e indícios de plágio em seu trabalho acadêmico. Diante da repercussão, ele deixou de assumir o ministério.
Outro episódio envolveu o próprio Ricardo Salles. Antes de chegar ao Ministério do Meio Ambiente, ele apresentava em seu currículo um mestrado em Direito Público pela Universidade Yale, nos Estados Unidos. A informação foi desmentida pela universidade, que afirmou não ter registro de que Salles tivesse estudado na instituição. Posteriormente, ele atribuiu a informação a um erro de sua assessoria. O caso ganhou repercussão justamente porque não se tratava de um currículo apresentado por um candidato desconhecido, mas de alguém que ocupava uma das principais posições da República em uma área especialmente sensível para o Brasil.
Damares Alves, escolhida para comandar o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, também teve sua formação acadêmica questionada. Ela havia se apresentado publicamente como mestre em Educação, Direito Constitucional e Direito da Família. Quando as informações foram verificadas, sua própria assessoria esclareceu que ela não possuía mestrado acadêmico nessas áreas. Damares posteriormente explicou que utilizava o termo “mestre” em referência à sua atuação no ensino bíblico. A explicação é parte importante da história, mas não muda o fato de que os títulos acadêmicos, no sentido formal apresentado ao público, não existiam.
Esses episódios de currículo precisam ser tratados com alguma precisão. Não são todos iguais e não devem ser colocados no mesmo saco. No caso de Decotelli, universidades contestaram diretamente títulos e vínculos acadêmicos. No caso de Salles, Yale negou a formação que constava de sua apresentação. No caso de Damares, a própria assessoria esclareceu que os títulos acadêmicos não existiam. O ponto comum não é afirmar que todos praticaram a mesma fraude, mas lembrar que pessoas indicadas para funções de Estado chegaram ao centro do governo acompanhadas de informações curriculares que precisaram ser corrigidas, desmentidas ou explicadas.
Aquele período também foi marcado por outras situações que provocaram indignação. Em 2022, o então ministro da Educação Milton Ribeiro foi envolvido em um episódio de disparo acidental de arma de fogo dentro do aeroporto de Brasília. O caso ganhou repercussão nacional e levantou novamente a discussão sobre armas, responsabilidade e tratamento dispensado a autoridades. Não é preciso transformar o episódio em algo maior do que ele foi para reconhecer que sua ocorrência dentro de um aeroporto, envolvendo um ministro de Estado, era suficientemente grave para merecer atenção pública.
Fora do núcleo estritamente governamental, o ambiente social daquele período também registrou acontecimentos que ajudam a entender o clima de radicalização. Houve casos de violência política e episódios envolvendo símbolos e manifestações nazistas tratados por alguns como simples expressão de opinião. É importante fazer uma distinção: liberdade de expressão é fundamento da democracia, mas não transforma apologia ao nazismo ou manifestações de ódio em direitos absolutos. Uma sociedade democrática precisa ser capaz de estabelecer limites entre opinião, divergência e práticas que atentam contra a própria dignidade humana.
Também é impossível falar daquele ambiente sem mencionar a desigualdade que atravessa o Brasil. Durante o governo Bolsonaro, declarações de autoridades provocaram críticas por exporem uma visão de mundo percebida por muitos como profundamente hierarquizada. O então ministro da Economia, Paulo Guedes, reclamou publicamente que, com o dólar baixo, até empregadas domésticas estavam viajando para a Disney. O comentário causou forte reação justamente porque transformava o acesso de trabalhadores ao consumo e ao turismo em motivo de incômodo. Na Educação, o ministro Abraham Weintraub afirmou que universidades não eram destinadas a todos e defendeu a ampliação da formação técnica. Novamente, a discussão ultrapassava a política partidária: tratava-se de que lugar a universidade, a cultura e as oportunidades deveriam ocupar na vida dos brasileiros.
Na mesma linha, a então ministra Damares Alves ficou conhecida pela declaração de que meninos vestiriam azul e meninas, rosa. A frase ganhou dimensão nacional porque condensava uma visão conservadora sobre gênero que ultrapassava a preferência pessoal e entrava no discurso oficial de governo. Ao mesmo tempo, o Brasil continuava convivendo com desigualdades raciais profundas, enquanto políticas de inclusão e cotas eram frequentemente colocadas em dúvida. Em algumas regiões, comunidades religiosas de matriz africana também enfrentavam ataques e intolerância. Tudo isso fazia parte de uma discussão maior sobre quem é reconhecido, respeitado e protegido em uma sociedade.
E havia ainda o velho problema da relação entre poder público, família e interesses privados. O debate político daquele período foi alimentado por acusações, investigações e controvérsias envolvendo familiares de Bolsonaro, assim como por episódios anteriores relacionados a gabinetes parlamentares, funcionários e relações políticas. Mas é justamente aqui que a memória precisa ser responsável. Não se deve transformar suspeita em condenação nem acusação em fato consumado. A democracia exige investigação, prova e devido processo. O mesmo rigor deve valer para todos, independentemente do sobrenome, do partido ou da ideologia.
Também é preciso lembrar que Bolsonaro não inventou todos os problemas brasileiros. Racismo, desigualdade, violência, intolerância religiosa, corrupção e privilégios atravessam governos e gerações. O chamado “orçamento secreto”, por exemplo, tornou-se um dos maiores símbolos da opacidade na distribuição de recursos públicos durante o período, mas o problema da relação entre Congresso e Executivo não começou nem terminou naquele governo. Da mesma forma, denúncias envolvendo corrupção não podem ser usadas seletivamente conforme a conveniência política de cada lado.
É justamente por isso que a discussão mais importante talvez não seja quem roubou mais, quem gritou mais alto ou qual partido merece mais confiança. É sobre qual país queremos ser. Um país em que homem tenha mais valor que mulher? Em que heterossexual seja tratado como superior a homossexual? Em que branco tenha mais oportunidades que negro? Em que rico tenha direitos mais amplos que pobre? Em que referências europeias e norte-americanas sejam automaticamente consideradas superiores às brasileiras? Ou uma sociedade que reconheça a dignidade de todos, independentemente de origem, cor, gênero, religião ou condição econômica?
O Brasil de 2019 a 2022 foi atravessado por essa disputa de valores. Houve a pandemia, as mortes, as brigas no Ministério da Saúde, a troca de ministros, as controvérsias ambientais, a “boiada”, os currículos desmentidos, o episódio de Milton Ribeiro, declarações de autoridades, conflitos culturais, armas, radicalização política e uma sucessão de acontecimentos que ainda provocam discussões. Nenhum desses fatos precisa ser exagerado para ser lembrado. Eles já têm peso suficiente por aquilo que efetivamente aconteceu.
Talvez a melhor maneira de olhar para aquele período seja sem a paixão que costuma acompanhar as eleições. Bolsonaro teve milhões de votos e continua representando uma parcela significativa da sociedade brasileira. Seus eleitores não podem ser reduzidos aos erros de seu governo. Da mesma forma, os erros de Lula ou de qualquer outro governo não definem automaticamente todos os seus eleitores. Democracia adulta exige essa separação.
Mas memória não é perseguição. Recordar que Mandetta perdeu enquanto Pazuello venceu, que Salles recebeu mais votos que Marina, que currículos oficiais precisaram ser corrigidos e que decisões tomadas durante a pandemia tiveram consequências humanas enormes não significa negar a legitimidade das urnas. Significa apenas não permitir que a passagem do tempo transforme fatos em esquecimento.
Um país que esquece rapidamente corre o risco de repetir seus próprios erros com a tranquilidade de quem acredita estar vivendo uma novidade. O Brasil não precisa escolher entre memória e reconciliação. Pode fazer as duas coisas. Pode seguir adiante sem apagar o que aconteceu. E talvez seja justamente essa a maturidade que mais falta à nossa política: aprender com o passado sem transformar a lembrança em ódio, mas também sem permitir que a nostalgia reescreva a história.
#MemóriaDoBrasil #Democracia #PolíticaBrasileira #HistóriaRecente #Brasil
Imagem: O Globo


A gestação de alto risco passou a integrar a lista de condições que dispensam a carência de 12 contribuições para o benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença. A mudança definida por portaria dos Ministérios da Previdência Social e da Saúde elevou para 18 o número de condições na relação.
O rol reúne doenças e condições como tuberculose ativa, hanseníase, transtorno mental grave com alienação mental, neoplasia maligna, cegueira, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, Parkinson, esclerose múltipla e hepatopatia grave. Em 2022, foram incluídos o acidente vascular encefálico agudo e o abdome agudo cirúrgico, nos casos graves.
A dispensa da carência não elimina outros requisitos. O segurado precisa manter a qualidade de segurado e comprovar incapacidade para o trabalho. A avaliação é feita pela Perícia Médica Federal. Em caso de incapacidade permanente, pode haver direito à aposentadoria por incapacidade permanente.
Para empregados com carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento. A partir do 16º, o benefício pode ser concedido pelo INSS, se os requisitos forem atendidos. O pedido pode ser feito pelo Meu INSS, com documentos médicos e identificação.
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O prefeito Emídio Júnior apresentou, na noite desta quarta-feira (19), o grupo político que vai apoiar na disputa eleitoral de 2026. O lançamento do “Time que trabalha por Macaíba” ocorreu no Arco-íris Recepção e reuniu um grande público de diferentes regiões do município.
Durante o evento, foram apresentados como integrantes do grupo os deputados Kléber Rodrigues, estadual, e João Maia, federal, a senadora Zenaide Maia e o candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra.
Segundo a organização, Zenaide Maia, João Maia e Kléber Rodrigues já destinaram, juntos, cerca de R$ 43 milhões em recursos para Macaíba. Os investimentos, conforme divulgado, contemplam obras e ações nas áreas de saúde, educação e assistência social, além de pavimentação asfáltica e em paralelepípedo, construção e reforma de ginásios esportivos e implantação da Clínica de Reabilitação ABA.
Ao apresentar Allyson Bezerra, Emídio destacou a experiência do ex-prefeito de Mossoró, que administrou o município por dois mandatos, e afirmou que a chegada do candidato amplia a composição política do grupo.
“Nossa gestão tem trabalho nos quatro cantos da nossa cidade, contando com a parceria desses que aqui estão. Aqui não tem preguiça, aqui tem ação”, declarou o prefeito. Emídio também projetou a formação de uma bancada de aliados a partir de 2027, citando Kléber Rodrigues, João Maia, Zenaide Maia, Styvenson Valentim e Allyson Bezerra.
O próximo evento anunciado pelo grupo será o lançamento da candidatura do senador Styvenson Valentim, marcado para o dia 28, às 19h, também no Arco-íris Recepção.


Há dias em que a história bate à porta com passos firmes e transforma o cotidiano em marco. Nesta quinta-feira, 20 de agosto, Macaíba vive um desses momentos raros. Com a chegada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Parque Científico e Tecnológico Augusto Severo (PAX), a cidade passa a integrar uma seleta galeria: é apenas o terceiro chefe de Estado em exercício a pisar em solo macaibense ao longo de toda a história republicana.
O primeiro a desembarcar por aqui foi Washington Luís, em 1929, em um Brasil às vésperas de profundas transformações. Quatro anos mais tarde, em 1933, Getúlio Vargas foi recepcionado nos salões da antiga prefeitura entre vivas e flores, ocasião em que a população local aproveitou para pleitear a primeira ponte sobre o Rio Jundiaí. Décadas se passaram, e o gesto de acolher a máxima autoridade da República renova seu vigor no presente.


Para além de siglas ou preferências políticas, bursites ou dores de cotovelo, queiram ou não queiram, a presença de um presidente da República na cidade, anunciando equipamentos que colocam a região na vanguarda da Inteligência Artificial e da soberania digital, é motivo de genuíno orgulho. Macaíba, torrão de Augusto Severo, Auta de Souza e Alberto Maranhão, reafirma no cenário nacional a força de sua vocação grandiosa. Ainda mais quando mais de cinco mil municípios brasileiros disputam brecha em sua agenda política e administrativa e ele decide dedicar um dia importante em plena campanha a esta terra especial potiguar.
Com a devida vênia em parafrasear o poeta seridoense Severino Ramos, fica decretado: Macaíba também está no mapa do Brasil!
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O Dia Mundial da Fotografia, comemorado neste 19 de agosto, celebra a apresentação oficial do daguerreótipo em 1839, na Academia Francesa de Ciências, em Paris. A tecnologia, desenvolvida por Louis Daguerre em parceria com Nicéphore Niépce, teve seus direitos adquiridos pelo governo da França e disponibilizados publicamente. O anúncio formal foi feito pelo cientista François Arago durante reunião no Instituto da França, estabelecendo o marco zero da fotografia moderna.
O processo da daguerreotipia consistia em fixar imagens em placas de cobre revestidas com prata e expostas a cristais de iodo. Essa inovação permitiu registrar personalidades, arquitetura e eventos históricos, espalhando-se globalmente até a posterior chegada de técnicas como a calotipia e os equipamentos modernos. A consolidação da data em âmbito global foi fortalecida por entidades da área, a exemplo da Sociedade Real de Fotografia, a partir de 1991.
No Brasil, o calendário também reserva o dia 8 de janeiro para homenagear a atividade. A data nacional recorda a chegada do primeiro daguerreótipo ao país, em 1840, entregue como presente ao imperador Dom Pedro II, considerado o primeiro fotógrafo brasileiro. Atualmente, a celebração mobiliza o público por meio de exibições virtuais em redes sociais, visitas a feiras de arte, registros urbanos e revisitação de acervos familiares.
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O Dia Nacional do Ciclista é celebrado hoje no Brasil, 19 de agosto. Instituída pela Lei nº 13.508/2017, a data homenageia Pedro Davison, ciclista brasiliense morto em 2006, e reforça a reflexão sobre segurança e convivência no trânsito.
A bicicleta é reconhecida pelo Código de Trânsito Brasileiro como veículo de propulsão humana. Por isso, quem pedala também integra o trânsito e deve respeitar as regras de circulação. A convivência segura exige que os demais usuários das vias reconheçam a presença dos ciclistas e ajam com responsabilidade.
A data também chama atenção para a bicicleta como alternativa de mobilidade. O uso cotidiano pode contribuir para deslocamentos mais sustentáveis e para a atividade física, mas exige planejamento, infraestrutura e respeito às normas de trânsito. O Ministério dos Transportes já destacou a importância da segurança dos ciclistas e da convivência entre bicicletas e os demais meios de transporte.
A data também amplia a visibilidade da ciclomobilidade e da busca por condições mais seguras para quem pedala. A bicicleta pode ser usada para deslocamentos, lazer e esporte, mas a segurança deve acompanhar cada percurso hoje! Respeitar o espaço de cada usuário é parte essencial de um trânsito mais seguro.
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O Dia do Artista de Teatro é celebrado nesta quarta-feira, 19 de agosto, no Brasil. A data reconhece não apenas atores e atrizes, mas toda a cadeia de profissionais que transforma textos, ideias e personagens em espetáculos diante do público.
A homenagem está relacionada ao Decreto-Lei nº 6.533, de 24 de maio de 1978, que regulamentou as profissões de artista e técnico em espetáculos de diversões. Diretores, dramaturgos, iluminadores, sonoplastas, figurinistas, cenógrafos, produtores e técnicos de palco também fazem parte dessa rede que sustenta a criação teatral.
Mais do que uma apresentação, o teatro é uma forma de encontro. No palco, histórias podem provocar reflexão, despertar sentimentos, divertir, fazer sonhar e ampliar a compreensão sobre o ser humano. Nos bastidores, cada detalhe contribui para que essa experiência aconteça. Por isso, a celebração alcança quem está sob os holofotes e também quem trabalha longe deles.
Em Macaíba, a valorização das artes cênicas ganhou uma nova iniciativa em agosto. O projeto Teatro em Cena, lançado pela Prefeitura, leva aulas de teatro a mais de 500 estudantes de 14 escolas municipais. A ação integra as secretarias de Cultura e Educação, com fomento da Política Nacional Aldir Blanc, e busca estimular criatividade, expressão, comunicação e socialização.
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A administração municipal de Macaíba, por meio da Secretaria de Infraestrutura, deu início a uma força-tarefa voltada à recuperação das vias rurais do município. A iniciativa busca mitigar os estragos provocados pelas chuvas recentes, além de corrigir o desgaste natural ocasionado pelo trânsito diário de veículos. Na última terça-feira (18), máquinas e operários deram continuidade às intervenções de patrolamento em pontos críticos onde buracos e erosões ameaçavam interromper completamente o fluxo de veículos.
Para garantir dinamismo e abranger o maior número possível de localidades nesta fase inicial, a logística de atendimento foi organizada em quatro frentes simultâneas de trabalho:
Frente 1: Concentra os serviços no distrito de Mangabeira, na comunidade de Guarapes e na extensão que liga o Sítio Guarapes ao Residencial Reforma.
Frente 2: Atua na região do Novo Alecrim e no polo fabril, estendendo as melhorias até os acessos laterais da Rádio Marinha.
Frente 3: Atende ao perímetro do Centro Industrial Avançado (CIA), cobrindo também a comunidade de Pé do Galo e adjacências.
Frente 4: Contempla as áreas de Lagoa dos Cavalos e Lagoa do Sítio 2, com rota de retorno programada pelas localidades de Lagoa do Mato, Ladeira Grande e Tapará.
Além da melhoria do tráfego local no Loteamento Santa Rosa, Loteamento Novo Alecrim e Mangabeira, o objetivo primordial da ação é facilitar a mobilidade diária dos residentes, assegurar o acesso pleno aos serviços públicos essenciais e dinamizar a economia local, viabilizando o transporte seguro de insumos e mercadorias agrícolas entre o campo e a sede do município.
Foto: Luan Alves
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O futebol amador de Macaíba já tem encontro marcado com a tradição. No próximo dia 30 de agosto, domingo, o Campo da Olímpica, no Vilar, será palco do Terceiro Torneio do Dia dos Pais do Vilar, reunindo seis confrontos na primeira fase e a expectativa de uma manhã de muita bola rolando, emoção e diversão.
A programação começa às 8h. Abrindo o torneio, a equipe Sub-Zero enfrenta o Juventude. Logo depois, entram em campo Celtic e Igreja. Na sequência, Cruzeiro e Campinense mostram seu futebol. Santo André e Verticalize fazem o quarto duelo, seguidos por Olímpica e Palmeiras. Fechando a primeira fase, Vila Real encara o Bahia.
Para celebrar o bom futebol dos atletas, o torneio terá uma premiação que promete valorizar os participantes. Os vencedores receberão troféus e medalhas, além de uma premiação em dinheiro que totaliza R$ 1.100. O campeão ficará com R$ 700, enquanto o vice-campeão levará R$ 400.
E o domingo não termina com o futebol. A partir das 13h, a programação continua na quadra da Olímpica, com o show de Eduardo Lopes, que se apresenta até as 18h. A proposta é transformar o torneio em um grande encontro esportivo e de confraternização, com espaço para atletas, torcedores e famílias.
A realização é do vereador Tafarel Freitas; de Sidney Moura, secretário adjunto de Esportes de Macaíba; e do desportista Silvan Freitas, ex-vereador e reconhecido incentivador do esporte amador e profissional no município.
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A administração do prefeito Emídio Júnior apresenta grande índice de aprovação entre os macaibenses, segundo levantamento realizado pelo Agorasei Pesquisa. O estudo buscou identificar como a população avalia o trabalho desenvolvido pela atual gestão municipal.
Aos entrevistados foi apresentada a seguinte pergunta: “De uma maneira geral, você aprova ou desaprova o trabalho de Emídio Júnior como prefeito de Macaíba?”
Conforme os resultados, 77,8% dos participantes declararam aprovar a atuação do prefeito. Já 16,7% disseram desaprovar, enquanto 5,5% não souberam ou não quiseram responder.
Considerando os percentuais registrados, a diferença entre aprovação e desaprovação chega a 61,1 pontos percentuais.
Levantamento ouviu 600 eleitores
A pesquisa foi realizada com 600 eleitores de Macaíba, todos com idade a partir de 16 anos e residentes no município.
Para contemplar diferentes regiões, as entrevistas foram realizadas nos bairros da área urbana e nas principais comunidades da zona rural, buscando alcançar uma amostra representativa das diversas localidades do município.
O levantamento apresenta margem de erro de 3,9 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.
