28 de junho de 2026

Segurança

Guardas municipais de Macaíba começam a operar sistema de videomonitoramento do COISP

A Guarda Municipal de Macaíba (GCM) começou efetivamente a operar o sistema de videomonitoramento do Centro de Operações Integradas da Segurança Pública (COISP) nesta semana. Com esse trabalho, qualquer ocorrência envolvendo crime ou suspeita de crime que for percebida pelos (as) operadores (as) será imediatamente comunicada às forças de Segurança Pública com as quais o sistema está integrado, tais como Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Polícia Rodoviária Federal.

A estimativa é que ocorrências na área urbana possam ser atendidas em poucos minutos, considerando o intervalo entre o acionamento das viaturas até a chegada das equipes de segurança. Em áreas rurais, esse tempo é estendido, podendo variar entre 20 e 30 minutos.

Os recém-empossados integrantes da GCM de Macaíba tiveram, durante seu curso de formação, aulas práticas no próprio COISP. Uma atividade que marcou um momento decisivo da capacitação desses agentes. No total, sua formação contemplou uma carga horária de 576 horas, entre aulas de disciplinas teóricas e práticas.

O curso de formação foi ministrado pela Academia da Guarda Civil Municipal de Natal e segue rigorosamente as diretrizes da matriz curricular da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP).

O COISP foi erguido ao lado da sede da Prefeitura e abriga um moderno sistema de videomonitoramento integrado às principais forças de Segurança Pública do Estado do Rio Grande do Norte. São dezenas de câmeras próprias em operação, adquiridas pela Prefeitura. Esses dispositivos possuem visão de longo alcance e estão instalados em locais estratégicos das zonas urbana e rural, possibilitando identificação de placas de veículos e biométricos.

Cidadania

28 de Junho: a data que transformou resistência em um movimento global por direitos e respeito

O Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+, celebrado em 28 de junho, nasceu de um episódio que mudou a história contemporânea. Em 1969, frequentadores do bar Stonewall Inn, em Nova York, reagiram à violência policial e deram início a uma mobilização que ultrapassou fronteiras, tornando-se símbolo mundial da luta por cidadania, respeito e igualdade. O que começou como um ato de resistência contra a discriminação transformou-se em um movimento que hoje reúne milhões de pessoas em defesa dos direitos humanos, da inclusão e da valorização da diversidade. A data representa muito mais do que celebração. É um marco de memória, visibilidade e reconhecimento.

No Brasil, essa trajetória também carrega capítulos marcados por perseguições e exclusão. Durante o período da ditadura militar, pessoas LGBTQIAPN+ enfrentaram vigilância, repressão e discriminação institucional. Documentos analisados pela Comissão Nacional da Verdade revelam que servidores públicos chegaram a ser investigados e afastados por sua orientação sexual, evidenciando uma realidade que por décadas permaneceu invisível. Ao mesmo tempo, a história mostra avanços importantes na garantia de direitos e no combate ao preconceito, reforçando que inclusão não é apenas uma pauta social, mas um princípio fundamental para uma sociedade democrática e plural.

A sigla LGBTQIAPN+ reflete a amplitude dessa diversidade, reunindo diferentes orientações sexuais, identidades e expressões de gênero. Em um mundo cada vez mais conectado, o desafio permanece o mesmo: garantir que respeito, dignidade e igualdade de oportunidades sejam valores praticados no cotidiano e não apenas discursos institucionais. O 28 de junho permanece como um lembrete de que conquistas sociais não surgem por acaso. Elas são resultado da coragem de pessoas que se recusaram a aceitar a invisibilidade e ajudaram a construir uma sociedade mais justa para as gerações presentes e futuras.

#OrgulhoLGBTQIAPN #Diversidade #DireitosHumanos #Inclusao #Respeito

Ilustração:

Solicitação do Ministro das Relações Exteriores, José de Magalhães Pinto para investigar funcionários do Ministério. Brasília, 1969.

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