12 de junho de 2026

Gospel

Adora Macaíba promove encontro de gerações da música gospel nos dias 10 e 11 de julho

A cidade de Macaíba se prepara para receber a segunda edição do Adora Macaíba, evento que reúne fé, música e solidariedade nos dias 10 e 11 de julho, na Praça Paulo Holanda Paz, no centro da cidade. Com o tema “Uma Cidade, Uma Fé, Um Propósito”, a programação traz artistas que representam diferentes gerações da música gospel brasileira.

Na sexta-feira (10), sobem ao palco Fernanda Brum, Som e Louvor e Rayane Lima com participação especial de Letícia Trindade. Já no sábado (11), as apresentações ficam por conta de artistas renomados como Marcos Freire e Maria Marçal além de Alisson Anselmo.

O evento contará ainda com arrecadação de alimentos não perecíveis destinados ao Centro POP – de apoio e acolhimento de pessoas em situação de rua – fortalecendo o compromisso social da iniciativa.

A expectativa é reunir milhares de pessoas em dois dias de celebração, louvor e comunhão, consolidando o Adora Macaíba como um dos principais eventos gospel do Rio Grande do Norte. Uma playlist com as principais músicas do evento já está disponível no Spotfy.

Para o prefeito Emídio Jr “o Segundo Adora Macaíba é uma grande celebração Cristã que reúne famílias em torno da mensagem de amor e paz”. A vice-prefeita, Raquel Rodrigues, reforça que a proposta é “consolidar o evento no calendário oficial da cidade, tornando-o uma referência de fé e cultura.”

Serviço:
📍 Praça Paulo Holanda Paz – Centro de Macaíba
📅 10 e 11 de julho
🕖 A partir das 19h
🎟️ Entrada gratuita
🥫 Doação voluntária de alimentos para o Centro POP

Cidadania

Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil: Uma realidade que ainda rouba a infância de milhões de crianças

Enquanto o Dia dos Namorados movimenta vitrines, restaurantes e redes sociais em 12 de junho, a mesma data também marca uma das causas mais urgentes e menos debatidas do país: o Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil. Criada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 2002 e reconhecida no Brasil pela Lei nº 11.542/2007, a data chama atenção para uma realidade que continua presente em ruas, lavouras, comércios e até dentro de residências. Muitas vezes invisível aos olhos de quem passa apressado, o trabalho infantil interrompe trajetórias, afasta crianças da escola e compromete seu desenvolvimento físico, emocional e social.

Os números mostram que o problema está longe de ser superado. Dados da PNAD Contínua do IBGE apontam que, em 2019, cerca de 1,768 milhão de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos estavam em situação de trabalho infantil no Brasil, o equivalente a 4,6% da população nessa faixa etária. O cenário é ainda mais preocupante quando se observa o recorte racial: segundo o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), crianças e adolescentes pretos e pardos representam 66,1% das vítimas dessa violação de direitos. Em muitos casos, atividades vistas como “ajuda” ou “necessidade” acabam mascarando situações de exploração que comprometem o futuro de uma geração inteira.

O enfrentamento desse desafio depende de vigilância permanente e ação coletiva. Programas como o PETI, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social em parceria com áreas como educação, saúde e direitos humanos, buscam romper esse ciclo por meio de políticas públicas integradas. A legislação brasileira é clara ao permitir o trabalho apenas a partir dos 16 anos, salvo na condição de aprendiz a partir dos 14. Combater o trabalho infantil não é apenas garantir o cumprimento da lei, mas proteger sonhos, oportunidades e o direito fundamental de viver plenamente a infância.

Também nesta data é celebrado o  Dia do Enxadrista.

#CombateAoTrabalhoInfantil #DireitosDaCrianca #InfanciaProtegida #EducacaoParaTodos #ProtecaoSocial

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