Bresser-Pereira classifica eventual governo de Flávio Bolsonaro como “violência contra os pobres”





O Dia Internacional da Caridade é celebrado em 5 de setembro em todo o mundo para conscientizar a sociedade sobre a importância de erradicar a pobreza e combater o sofrimento humano. A data foi oficialmente estabelecida pela Organização das Nações Unidas em 2012, destacando a necessidade de mobilização global contínua.
A escolha do dia 5 de setembro marca o aniversário da morte de Madre Teresa de Calcutá, ocorrida em 1997. Ganhadora do Prêmio Nobel da Paz em 1979, ela é considerada uma referência internacional pelo trabalho prestado aos mais necessitados. Em 12 de agosto de 2021, a Administração Postal das Nações Unidas emitiu um selo definitivo em sua homenagem.
Segundo as Nações Unidas, o voluntariado e a filantropia estabelecem um vínculo social verdadeiro, contribuindo para a construção de sociedades mais inclusivas e resilientes. A entidade ressalta que as ações de caridade diminuem os piores efeitos de crises humanitárias e promovem os direitos de populações marginalizadas, além de disseminar a mensagem de humanidade em cenários de conflito.
A iniciativa busca sensibilizar indivíduos, organizações não governamentais e empresas sobre a relevância do apoio ao próximo. A Agenda 2030 sobre Desenvolvimento Sustentável também reconhece a urgência de eliminar a pobreza em todas as suas dimensões, reforçando o pedido por um espírito mais consolidado de solidariedade global.
Com o fortalecimento da data, a ONU reforça o papel estratégico da sociedade civil no alívio de crises e no amparo aos desprivilegiados. O compromisso conjunto visa ampliar o alcance do trabalho voluntário e consolidar a ajuda humanitária como pilar para o desenvolvimento inclusivo nos diversos países.
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A prévia da inflação oficial do Brasil, medida pelo IPCA-15, registrou deflação de 0,40% em agosto de 2026. O resultado foi puxado principalmente pela redução da conta de luz, dos alimentos e dos combustíveis, marcando a primeira taxa negativa do indicador desde agosto de 2025 e a menor para um mês de agosto desde 2022.
O grupo Habitação teve queda de 1,41%, com destaque para a energia elétrica residencial, que recuou 6,25%. O movimento foi influenciado pelo Bônus de Itaipu, desconto aplicado nas contas de luz. Entre os nove grupos pesquisados, cinco apresentaram deflação no período.
Na alimentação dentro de casa, a queda chegou a 0,97%. Produtos presentes na rotina das famílias tiveram reduções expressivas: o tomate ficou 27,38% mais barato, a batata-inglesa caiu 25,14% e a cenoura recuou 17,05%. O café moído também apresentou redução, de 2,31%.
Os Transportes também contribuíram para o resultado, com queda de 13,30% nas passagens aéreas e redução nos preços do etanol, da gasolina e do óleo diesel. Vestuário e Comunicação completaram os grupos que registraram deflação em agosto, reforçando o movimento de desaceleração observado nos preços.
Com o resultado, o IPCA-15 acumulou alta de 4,24% em 12 meses, abaixo do limite de 4,5% da meta de inflação. A pesquisa de agosto considerou preços coletados entre 16 de julho e 14 de agosto, em 11 localidades. O IPCA oficial de agosto será divulgado em 11 de setembro.
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