Economia

Economia

Vendas de veículos no RN crescem 18,4% e superam média nacional

As vendas de veículos novos no Rio Grande do Norte cresceram 18,4% no primeiro semestre de 2026, desempenho acima da média do Nordeste, de 13,2%, e do Brasil, de 16%. Entre janeiro e junho, foram registrados 35.673 emplacamentos no estado, conforme levantamento do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Rio Grande do Norte (Sincodiv-RN). O resultado reforça o avanço do mercado automotivo potiguar, impulsionado principalmente pelo aumento das vendas de motocicletas e automóveis.

As motocicletas lideraram o mercado estadual, com 21.191 unidades emplacadas, alta de 16,7% em relação ao mesmo período de 2025. Os automóveis registraram o maior crescimento proporcional, com avanço de 29,1% e total de 10.369 unidades comercializadas. Em Natal, foram emplacados 10.624 veículos no semestre, crescimento de 19,8%, com destaque para 5.108 automóveis e 4.361 motocicletas. Segundo o Sincodiv-RN, a expansão é favorecida pela maior oferta de crédito, renovação da frota, ampliação da disponibilidade de veículos e chegada de novos modelos eletrificados.

Em junho, o Rio Grande do Norte contabilizou 6.177 emplacamentos, alta de 14,4% na comparação anual, embora tenha registrado leve recuo de 1,8% frente a maio. Para o setor, o desempenho acompanha a recuperação do mercado automotivo brasileiro, sustentada pela demanda de consumidores e empresas, além do fortalecimento da mobilidade urbana e dos serviços de entrega, que ampliam a procura por motocicletas. Os dados reforçam a trajetória de crescimento do segmento no estado ao longo de 2026.

Imagem: Agora RN

#RioGrandeDoNorte #Veículos #MercadoAutomotivo #Economia #Emplacamentos

Economia

Brasil vive um dos melhores momentos econômicos dos últimos anos, apontam indicadores

O Brasil atravessa um período em que diversos indicadores econômicos apresentam desempenho superior à média registrada na última década. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a economia segue em crescimento, enquanto a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) registra uma das menores taxas de desemprego da série histórica. Informações do Ministério do Trabalho e Emprego e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) também confirmam a expansão do emprego formal, ao passo que a renda dos trabalhadores e o consumo das famílias continuam em alta.

Os resultados refletem um ambiente de maior dinamismo econômico. O Produto Interno Bruto tem superado as projeções iniciais de analistas, segundo o IBGE, enquanto o Banco Central destaca a resiliência da atividade econômica e o fortalecimento do mercado interno em seus Relatórios de Política Monetária. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços registra ainda o avanço das exportações, a diversificação de mercados e o fortalecimento da indústria e do setor de serviços, ampliando a capacidade de geração de emprego, renda e investimentos.

Embora o desempenho atual seja amplamente positivo, especialistas ressaltam que ainda há espaço para novos avanços. Banco Central, Ministério da Fazenda e organismos internacionais, como o Fundo Monetário Internacional, apontam que a convergência da inflação para a meta, o fortalecimento do equilíbrio fiscal e a continuidade da redução estrutural dos juros serão importantes para consolidar um ciclo duradouro de crescimento. Ainda assim, o conjunto dos principais indicadores oficiais confirma que o Brasil vive um dos momentos econômicos mais favoráveis dos últimos anos.

#Economia #Brasil #PIB #Emprego #DesenvolvimentoEconômico

Economia

Inflação oficial desacelera para 0,16% e alimentos ficam mais baratos

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de 0,16% em junho, abaixo dos 0,58% verificados em maio. O resultado representa a menor variação mensal desde outubro de 2025 e foi impulsionado, principalmente, pela queda de 0,24% no grupo Alimentação e Bebidas. O desempenho reforça o movimento de desaceleração dos preços, com impacto direto no custo de itens presentes no dia a dia das famílias brasileiras.

Segundo o IBGE, a alimentação no domicílio recuou 0,39%, influenciada pela redução dos preços do café moído, frutas e carnes. No acumulado de 12 meses, o IPCA passou de 4,72% para 4,64%, enquanto a inflação acumulada no ano atingiu 3,36%. Entre os grupos pesquisados, Habitação apresentou a maior alta, de 0,63%, refletindo reajustes nas tarifas de energia elétrica em algumas localidades, enquanto Transportes avançou 0,17%, mesmo com queda nos preços dos combustíveis, como etanol, diesel e gasolina.

Os dados oficiais indicam um cenário de inflação mais moderada, especialmente pela redução dos preços dos alimentos, fator que contribui para ampliar o poder de compra das famílias e favorecer a estabilidade econômica. O IPCA é o principal indicador utilizado para acompanhar a evolução do custo de vida no país e serve de referência para decisões de política monetária, contratos e planejamento econômico de empresas e consumidores.

#Inflação #IPCA #Economia #IBGE #Brasil

Economia

FMI eleva projeção e Brasil figura entre as economias que mais crescem em 2026

O Fundo Monetário Internacional revisou para cima a previsão de crescimento da economia brasileira em 2026, elevando a estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,9% para 2,4%. A atualização reforça a percepção de maior resiliência da atividade econômica nacional em um cenário internacional marcado por incertezas e desaceleração. 

Com o novo desempenho projetado, o Brasil passa a ocupar posição de destaque entre as maiores economias do planeta, figurando como a sexta que mais cresce nesse grupo, segundo levantamentos baseados nas projeções do próprio FMI. O resultado coloca o país à frente de diversas economias desenvolvidas e reforça a recuperação observada nos últimos anos.

O Ministério da Fazenda destacou que o Brasil registrou a segunda maior revisão positiva entre os países do G20. Para o governo, a melhora reflete a combinação de crescimento do mercado interno, investimentos e maior confiança na economia, mesmo diante de um ambiente global ainda desafiador. 

Embora o FMI mantenha cautela em relação aos riscos geopolíticos e às tensões comerciais internacionais, a nova projeção consolida o Brasil entre os países com melhor perspectiva de expansão econômica em 2026, fortalecendo as expectativas para geração de empregos, investimentos e aumento da atividade produtiva. 

#FMI #EconomiaBrasileira #PIB #Brasil #CrescimentoEconômico

Economia

Brasil reforça confiança global e se consolida entre os maiores destinos de investimentos do mundo

O Brasil segue fortalecendo sua posição no cenário econômico internacional ao figurar como o terceiro maior destino de Investimento Estrangeiro Direto (IED), segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em 2025, o país recebeu US$ 77 bilhões em aportes produtivos, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da China. Já no primeiro semestre de 2026, a entrada líquida de US$ 17,7 bilhões representou o melhor desempenho para o período em oito anos, demonstrando a confiança de investidores no potencial da economia brasileira.

Os recursos são destinados principalmente a investimentos de longo prazo, como instalação de empresas, ampliação de operações industriais e projetos de infraestrutura. Entre os fatores que impulsionam esse desempenho estão o protagonismo brasileiro na transição energética, a oferta de minerais estratégicos e a expansão de setores ligados à inovação e à tecnologia. Um dos destaques é o avanço de projetos voltados à construção de grandes datacenters para inteligência artificial, impulsionados pela matriz energética renovável do país.

O cenário confirma o Brasil como um mercado competitivo e estratégico para investidores globais. Além de estimular a geração de empregos, a entrada de capital fortalece a atividade produtiva, amplia a capacidade de inovação e contribui para o crescimento sustentável. Os indicadores reforçam a percepção de que o país reúne condições favoráveis para atrair novos investimentos e consolidar um ciclo de desenvolvimento econômico de longo prazo.

Ilustração: Times Brasil

#Economia #Investimentos #Brasil #Desenvolvimento #OCDE

Economia

Lula amplia mercados e exportações compensam perdas com tarifas dos EUA

No primeiro semestre de 2026, o Brasil ampliou suas exportações para China, Europa e Índia em R$ 16,1 bilhões, resultado que superou em mais de seis vezes a perda de R$ 2,6 bilhões nas vendas para os Estados Unidos, afetadas pelas tarifas impostas pelo governo de Donald Trump. Os números reforçam a estratégia do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de diversificar mercados e reduzir a dependência do comércio com os norte-americanos.

A política de expansão comercial, conduzida pela ApexBrasil em parceria com o governo federal, fortaleceu a presença brasileira em mercados com alta demanda por commodities, alimentos e energia. Outro fator decisivo foi o início da aplicação provisória do acordo Mercosul-União Europeia, que impulsionou o fluxo de mercadorias para o bloco europeu.

Apesar do desempenho positivo, o governo brasileiro segue enfrentando desafios diante das medidas protecionistas dos Estados Unidos, incluindo tarifas de 25% sobre setores específicos. Paralelamente, o Brasil mantém sua posição de defesa da soberania nacional, rejeitando pressões externas para restringir o acesso a minerais críticos e terras raras, preservando a autonomia sobre seus recursos estratégicos.

#ExportaçõesBrasileiras
#ComércioExterior
#EconomiaBrasileira
#MercosulUniãoEuropeia
#DiversificaçãoComercial

Economia

Datafolha: Brasileiro está otimista com a economia

Pesquisa Datafolha divulgada recentemente indica mudança relevante na percepção dos brasileiros sobre a economia. A parcela da população que acredita em piora do cenário econômico caiu de 35% para 26%, enquanto o grupo que projeta melhora subiu de 30% para 36%. O levantamento, realizado com 2.004 entrevistados, tem margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e aponta um ambiente de expectativas mais favoráveis em comparação ao levantamento anterior.

Apesar do avanço do otimismo, a avaliação geral ainda é marcada por cautela. Segundo os dados, 32% dos entrevistados acreditam que a economia permanecerá estável, número ligeiramente inferior aos 33% registrados anteriormente. Já a fatia dos que não souberam responder cresceu de 3% para 6%, indicando maior incerteza entre parte da população diante do cenário econômico nacional. O recorte revela que, embora haja melhora nas projeções futuras, a percepção atual ainda não é de confiança consolidada.

O levantamento reforça uma tendência de oscilação nas expectativas econômicas, influenciada por fatores como inflação, mercado de trabalho e conjuntura política. Em um intervalo de meses, o movimento mostra redução do pessimismo e aumento da confiança gradual, ainda que sem consenso amplo entre os entrevistados. A leitura geral do estudo sugere um país dividido entre esperança de recuperação e prudência diante de incertezas persistentes no cenário econômico.

Imagem: Dario Durigan, ministro da Fazenda do Brasil (G1)

#Economia #Datafolha #Brasil #Pesquisa #Indicadores

Economia

Como investir com pouco dinheiro e começar a construir patrimônio hoje

Especialistas alertam que esperar sobrar dinheiro para começar a investir pode dificultar o planejamento financeiro. A recomendação é separar uma parte da renda assim que o salário entra, utilizando estratégias como a “teoria dos três potes”: dividir o orçamento em gastos do dia a dia, reserva para emergências e investimentos para objetivos futuros, como aposentadoria ou compra de um imóvel. Mesmo percentuais pequenos, se aplicados regularmente, ajudam a criar o hábito de investir, que é fundamental para quem busca segurança e crescimento financeiro.

O investimento com pouco dinheiro já é uma realidade acessível para muitos. Com montantes a partir de R$ 30, por exemplo, é possível adquirir títulos públicos como Tesouro Prefixado e Tesouro IPCA+, que protegem contra a inflação e oferecem baixo risco. Valores em torno de R$ 100 permitem entrar em fundos imobiliários, ações no mercado fracionário e ETFs, fundos de índice que proporcionam diversificação. Conhecer o próprio perfil de investidor, entender o equilíbrio entre liquidez, risco e rentabilidade, e manter aportes constantes são passos essenciais para fazer escolhas mais seguras e eficazes no mercado financeiro.

Investir não é exclusividade de quem tem muito dinheiro. Organizar as finanças, quitar dívidas e estabelecer metas claras aumentam as chances de sucesso, mesmo para quem dispõe de recursos limitados. Além disso, o avanço das plataformas digitais facilita o acesso a diversas alternativas. A construção de um patrimônio sólido começa com o primeiro passo e o compromisso de investir de forma consciente e regular, garantindo melhor proteção contra a inflação e mais oportunidades no futuro.

#Investimento #FinançasPessoais #EducaçãoFinanceira #MercadoFinanceiro #PouparEInvestir

Imagem: BTG Pactual

Economia

Brasil vive explosão no turismo internacional e já bate metade da meta prevista para 2026

Enquanto muitos países ainda enfrentam os reflexos das incertezas econômicas globais, o Brasil registra uma das melhores fases de sua história no turismo internacional. Dados divulgados pelo Ministério do Turismo mostram que março de 2026 entrou para os recordes ao receber 1,05 milhão de visitantes estrangeiros, um crescimento de 13% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado impulsionou o melhor primeiro trimestre já registrado, com 3,742 milhões de chegadas internacionais, segundo informações compiladas a partir dos registros da Polícia Federal e da Embratur. O avanço reforça o interesse crescente por destinos brasileiros e sinaliza uma mudança importante na posição do país no mercado global de viagens.

O impacto vai muito além dos aeroportos e pontos turísticos. Dados do Banco Central revelam que turistas estrangeiros deixaram R$ 20,2 bilhões na economia brasileira entre janeiro e abril deste ano, alta de 9,2% em comparação com o mesmo período de 2025. Esse dinheiro circula diretamente por hotéis, pousadas, restaurantes, transporte, comércio, entretenimento e serviços, fortalecendo cadeias produtivas que geram emprego e renda em todas as regiões do país. Estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná lideraram a movimentação internacional, enquanto destinos ligados ao turismo de natureza, cultura, gastronomia e praias seguem ganhando espaço entre os visitantes.

Um dos bastidores mais estratégicos desse crescimento está na ampliação da conectividade aérea e na ofensiva internacional para atrair novos mercados. O governo brasileiro intensificou negociações na China, considerado um dos maiores emissores de turistas do planeta, buscando acordos com companhias aéreas e plataformas digitais de viagens para ampliar a presença do Brasil na Ásia. Ao mesmo tempo, países como Argentina, Chile, Estados Unidos, Uruguai, Paraguai e Portugal continuam entre os principais emissores de visitantes. Com metade da meta anual de 7,5 milhões de turistas já alcançada apenas no primeiro trimestre, o setor consolida um movimento que transforma paisagens, fortalece economias locais e amplia a presença do Brasil no mapa mundial do turismo.

#TurismoBrasil #TurismoInternacional #EconomiaBrasileira #Viagens #BrasilNoMundo

Imagem: GovBR

Economia

Não viramos uma Venezuela: Brasil volta a ser a décima maior economia do mundo

O Brasil voltou a ocupar a posição de décima maior economia do planeta, de acordo com estimativas recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI), resultado que ganhou destaque na imprensa nacional nesta semana. A recuperação da posição no ranking ocorre em um contexto de crescimento econômico acima das expectativas em 2024 e de manutenção da atividade em níveis considerados resilientes em 2025. O desempenho recoloca o país entre as dez maiores economias globais e contraria previsões recorrentes de que governos de orientação progressista conduziriam o Brasil a um cenário de colapso econômico semelhante ao observado em outras nações da região.

Ao mesmo tempo, veículos internacionais têm destacado dificuldades enfrentadas por economias governadas por grupos de direita ou extrema-direita. Segundo levantamento da consultoria Audemus com base em dados da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI), reproduzido pela imprensa estrangeira, Argentina e Hungria registraram o pior desempenho industrial do mundo nos últimos dois anos. O estudo aponta que a produção industrial argentina acumulou queda média de 7,9% entre 2023 e 2025, colocando o país na última posição entre 80 economias analisadas, empatado com a Hungria em retração da atividade manufatureira.

A comparação entre os diferentes modelos de governo tem sido explorada por analistas econômicos e observadores políticos. Embora fatores internos e externos influenciem o desempenho de cada país, os dados recentes mostram que o crescimento econômico e a expansão da renda não estão necessariamente vinculados a uma única orientação ideológica. Enquanto o Brasil recupera espaço no ranking das maiores economias do mundo sob uma administração de centro-esquerda, Argentina e Hungria enfrentam indicadores industriais negativos sob governos identificados com a direita, reforçando a avaliação de que resultados econômicos dependem mais da eficácia das políticas adotadas do que de rótulos políticos.

#Brasil10aEconomiaMundial
#EconomiaBrasileira
#CrescimentoDoBrasil
#IndustriaEDesenvolvimento
#RankingEconomicoGlobal

Economia

Dia Nacional do Turismo: Prefeitura de Macaíba institui Conselho Municipal

Enquanto o turismo representa cerca de 3,7% do PIB brasileiro e movimenta milhões de empregos, Macaíba decidiu não ficar à margem desse crescimento e deu um passo estratégico que pode transformar sua realidade econômica. A criação do Conselho Municipal de Turismo, oficializada em reunião recente, conecta diretamente o potencial da cidade com uma agenda nacional que ganha destaque no Dia Nacional do Turismo, celebrado em 8 de maio. Para quem vive do comércio local ou busca novas oportunidades, o movimento já acende um alerta positivo.

O encontro, realizado na sede da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, reuniu representantes de diferentes setores para estruturar o COMTUR e discutir seu regimento interno. A próxima etapa será a posse dos membros, que incluem desde órgãos públicos até entidades como Fecomércio, guias turísticos e a Escola Agrícola de Jundiaí. A presidência ficará com o secretário adjunto Ionillo Ribeiro, que destacou o foco em desenvolver o turismo histórico e ecológico da cidade. A iniciativa segue uma tendência nacional de fortalecimento do setor, impulsionada por políticas públicas e programas como o Cadastur, do Governo Federal, que busca profissionalizar e qualificar os serviços turísticos.

Mais do que atrair visitantes, a criação do conselho pode redesenhar o futuro econômico de Macaíba, impactando diretamente pequenos negócios, geração de renda e valorização cultural. Em um cenário onde cidades disputam atenção e investimentos, estruturar o turismo deixa de ser opção e passa a ser estratégia. 

#TurismoBrasil #DesenvolvimentoLocal #EconomiaCriativa #Macaíba #Viagem

Foto: Guilherme dos Anjos

Economia

Finanças sustentáveis crescem no mercado brasileiro

O mercado financeiro amplia oferta de títulos verdes e investimentos com critérios ESG. Relatórios do Banco Central indicam avanço na integração de práticas sustentáveis ao sistema bancário.

Empresas buscam transparência ambiental e social para atrair investidores. O movimento alinha rentabilidade a responsabilidade corporativa, respondendo a novas exigências globais.

As finanças sustentáveis consolidam tendência estrutural. O capital passa a impulsionar impacto positivo e desenvolvimento de longo prazo.

#ESG #FinançasSustentáveis #EconomiaVerde #Investimentos #BancoCentral

Rolar para cima