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Ministério da saúde registra aumento de 140% na busca por assistência em saúde mental por conta de vício em jogos

Pesquisas indicam forte impacto das apostas online na renda, na convivência familiar e na saúde mental no Brasil. Levantamento do Comsefaz aponta que as bets retiraram 62 bilhões de reais do orçamento das famílias brasileiras em 2025. Paralelamente, dados do Ministério da Saúde mostram um aumento de 140% na busca por atendimento em saúde mental decorrente do vício em jogos.

A vulnerabilidade social e econômica das famílias é um dos fatores destacados pelas pesquisas. Segundo o Instituto Clarice, mulheres com filhos têm 1,5 vez mais chance de apostar por acreditarem que essa é uma alternativa para ajudar no sustento do lar. O mesmo instituto indica que 67% das mulheres afirmam que as apostas prejudicam a estrutura familiar.

O impacto atinge também crianças e adolescentes. De acordo com dados de 2025 do Ministério da Justiça e Segurança Pública, 10,5% dos adolescentes brasileiros já apostaram. Dentre os jovens que tiveram contato com as apostas, 55,2% encontram-se em zona de risco ou já desenvolveram algum tipo de transtorno.

Os problemas ultrapassam o âmbito financeiro e chegam às relações domésticas. Levantamento recente do Instituto Clarice mostra que quase um em cada quatro brasileiros relata já ter presenciado episódios de violência dentro de casa causados por conflitos ligados a apostas.

Diante do cenário, na última sexta-feira (27), o presidente Lula assinou a Medida Provisória que proíbe a atuação das bets no Brasil e estabeleceu prazos curtos para o encerramento total de suas atividades. Pesquisa divulgada recentemente pelo Datafolha revela que 65% dos brasileiros defendem esta proibição total das plataformas de apostas online no país.

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Lula cumpre promessa e anuncia proibição das bets

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta sexta-feira (25), em São Paulo, a proibição das apostas esportivas e dos jogos virtuais online no Brasil. A medida será formalizada por uma Medida Provisória, que deve ser publicada em edição extra do Diário Oficial da União, e impede novos aportes nas plataformas após sua publicação.

Os apostadores terão até as 23h59 de 5 de outubro para retirar voluntariamente os valores disponíveis. A partir de 6 de outubro, sites e aplicativos deverão sair do ar. Entre os dias 7 e 8, as empresas terão de informar aos bancos os saldos vinculados aos CPFs. A devolução ocorrerá de 9 a 14 de outubro, com intermediação da Caixa em casos de impedimento.

A decisão integra um pacote anunciado pelo governo para combater o endividamento das famílias. Segundo o material apresentado, o custo social e econômico associado às bets chega a R$ 38,8 bilhões por ano. Desse total, cerca de R$ 30,6 bilhões estariam relacionados a danos à saúde, incluindo depressão, ansiedade e impactos associados a casos de suicídio.

A MP também determina a retirada de publicidade, propaganda, marketing e marcas de patrocínio das bets até 5 de outubro. O governo ainda pretende enviar ao Congresso um projeto de lei para criminalizar a exploração e operação de apostas, com penas de 4 a 6 anos de prisão e multa. A proposta também prevê punições para publicidade, intermediação financeira e uso de dados pessoais para direcionar apostas.

A ofensiva ocorre a nove dias das eleições e depois de novas críticas de Lula às plataformas. Nesta semana, durante discurso na Assembleia Geral da ONU, o presidente afirmou que as bets transformam vício em lucro e estão destruindo lares. A medida provisória terá de ser analisada pelo Congresso e, para virar lei definitivamente, precisará ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

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Mesmo com passagens em alta, brasileiros batem recorde de viagens de avião

Os brasileiros viajaram mais de avião mesmo diante da alta no preço das passagens. Entre janeiro e agosto de 2026, foram 68,3 milhões de passageiros em voos domésticos, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) compilados pelo Ministério do Turismo. O número representa crescimento de 4% sobre o mesmo período de 2025.

Agosto também marcou recorde na série histórica, com 8,93 milhões de passageiros em voos dentro do país. O resultado ficou 2,3% acima dos 8,73 milhões registrados no mesmo mês do ano passado. No período, as viagens internacionais também avançaram, chegando a 20,3 milhões de passageiros, alta de 8%.

O aumento da movimentação ocorreu enquanto a tarifa aérea real média doméstica chegou a R$ 776,87 em agosto, maior valor desde dezembro de 2024. O preço subiu 14,5% em um ano e 10,8% em relação a julho. A participação dos assentos vendidos por até R$ 500 também caiu para 34,8%.

Entre janeiro e agosto, o Brasil contabilizou 88,7 milhões de passageiros em voos domésticos e internacionais, 5% acima do mesmo período de 2025. No mercado internacional, foram 6,45 milhões de turistas estrangeiros no país, mantendo o patamar recorde registrado no ano anterior.

Os gastos de visitantes internacionais também alcançaram marcas recordes. De janeiro a julho, estrangeiros desembolsaram R$ 33,6 bilhões no Brasil, segundo o Banco Central. No mesmo período, o turismo corporativo movimentou R$ 8,4 bilhões.

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Emprego com carteira assinada atinge maior número da série histórica

O número de empregados no setor privado com carteira assinada, sem contar trabalhadores domésticos, chegou a 39,4 milhões, o maior contingente da série histórica da Pnad Contínua, iniciada em janeiro de 2012. O dado é do IBGE e mostra o avanço do emprego formal no país.

Na comparação trimestral, o total ficou praticamente estável, com variação de 0,4%. Em relação ao mesmo período do ano anterior, a alta foi de 0,8%. Os números fazem parte dos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua.

Já o número de trabalhadores do setor privado sem carteira assinada alcançou 13,8 milhões. Esse contingente cresceu 3,6% no trimestre, o equivalente a mais 477 mil pessoas, enquanto na comparação anual a variação foi de 2,1%, com acréscimo de 283 mil trabalhadores.

Somados os empregados com e sem carteira assinada, o setor privado atingiu 53,2 milhões de pessoas, também o maior contingente registrado pela série histórica. O resultado reúne os dois principais grupos de trabalhadores empregados no setor privado.

Os dados da Pnad Contínua oferecem um retrato do mercado de trabalho a partir da evolução do emprego formal e informal. O recorde de 39,4 milhões de trabalhadores com carteira assinada representa o maior número já registrado desde o início da série, em 2012.

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Heineken investe R$ 300 milhões e amplia produção no Nordeste

A Heineken investiu R$ 300 milhões na ampliação de sua fábrica em Alagoinhas, na Bahia, para aumentar em 60% a produção da cerveja Heineken. O aporte reforça a presença da companhia no Nordeste e amplia a capacidade industrial da região.

A expansão tem como objetivo atender ao crescimento da demanda e fortalecer a participação da marca no segmento premium. O investimento também movimenta a cadeia produtiva ligada à indústria, envolvendo fornecedores, serviços e outras atividades econômicas.

O aporte faz parte de um plano maior da Heineken, que prevê R$ 1,5 bilhão em investimentos no Nordeste. Desse total, R$ 1,2 bilhão foram destinados à expansão da unidade de Igarassu, em Pernambuco, enquanto R$ 300 milhões foram aplicados na fábrica baiana.

A ampliação das duas unidades mostra a importância que o mercado nordestino passou a ocupar na estratégia de produção da empresa. O movimento ocorre em um período de expansão dos investimentos privados na região.

Para a economia nordestina, a chegada de recursos desse porte representa mais atividade industrial e circulação de investimentos. A expansão da Heineken em Alagoinhas reforça o potencial da Bahia e do Nordeste para receber grandes operações produtivas.

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Não viramos a Venezuela: O que os dados mostram sobre o Brasil nos últimos anos

Os dados apresentados sobre o Brasil apontam avanços em diferentes indicadores nos últimos anos. Entre eles estão a queda do desemprego, o aumento da renda, o crescimento do número de pessoas ocupadas, a valorização do salário mínimo, a redução da pobreza e a diminuição do desmatamento na Amazônia.

A taxa de desemprego caiu de 9,3% para 5,6%. No mesmo período, o número de pessoas ocupadas chegou ao recorde de 103 milhões, enquanto a renda média acumulou alta de 31% desde 2022, segundo os dados apresentados.

O salário mínimo também avançou, passando de R$ 1.212 para R$ 1.621. Já a pobreza atingiu o menor nível da série histórica, conforme as informações reunidas no material, que tem como referências IBGE, INPE/PRODES e Governo Federal.

Na área ambiental, o desmatamento na Amazônia apresentou redução de 50,6% desde 2022. O conjunto dos indicadores mostra mudanças em áreas diretamente relacionadas ao emprego, renda, poder de compra, pobreza e preservação ambiental.

Os números, porém, não significam que todos os problemas tenham sido resolvidos. O próprio material destaca a permanência de desafios como desigualdade, fome, racismo, violência e a necessidade de ampliar oportunidades. A avaliação das políticas públicas, nesse contexto, passa também pelos resultados observados na vida da população.

Imagem: Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente do Brasil.

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IPCA no governo Lula acumula menor inflação pré-eleitoral desde o Plano Real

O IPCA, principal índice oficial de inflação do país, acumula alta de 17,9% entre janeiro de 2023 e agosto de 2026, durante o terceiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O resultado é o menor acumulado registrado até agosto do quarto ano de um mandato presidencial desde a implantação do Plano Real, em 1994.

A comparação considera o mesmo período de cada governo, sempre de janeiro do primeiro ano até agosto do quarto ano, imediatamente antes das eleições. Nesse recorte, o segundo mandato de Lula havia registrado 19% de inflação. Já o governo Jair Bolsonaro acumulava 25,3% entre janeiro de 2019 e agosto de 2022.

O dado mais recente também mostra uma desaceleração da inflação. Em agosto de 2026, o IPCA caiu 0,32%, influenciado principalmente pela redução da energia elétrica, além de quedas em itens de alimentação, transportes e passagens aéreas. Em 12 meses, o índice ficou em 4,22%, abaixo do teto de 4,5% da meta.

A marca ocorre poucas semanas antes do primeiro turno das eleições presidenciais, previsto para 4 de outubro. O IPCA de setembro será divulgado somente em 9 de outubro, cinco dias depois da votação, ficando fora dessa fotografia da inflação às vésperas do pleito.

O resultado não elimina desafios econômicos, especialmente o nível de preços dos alimentos e o endividamento das famílias. Ainda assim, pelos dados acumulados até agosto, a inflação do terceiro mandato de Lula chega à eleição em seu menor patamar comparativo desde o início do Plano Real.

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O Brasil não quebrou: Assaí e Petrobras registram forte avanço no segundo trimestre de 2026

O segundo trimestre de 2026 foi marcado por resultados expressivos de duas grandes empresas brasileiras. O Assaí registrou lucro líquido pós-IFRS16 de R$ 484 milhões entre abril e junho, alta de 121% sobre o mesmo período de 2025. A receita líquida chegou a R$ 19,2 bilhões, avanço de 0,9%.
O desempenho operacional da rede de atacarejo também apresentou crescimento. O Ebitda ajustado alcançou R$ 1,9 bilhão no trimestre, alta de 30,9% na comparação anual, mostrando avanço relevante no resultado das operações da companhia.

Na Petrobras, o lucro líquido atingiu R$ 52,4 bilhões no segundo trimestre, praticamente o dobro dos R$ 26,7 bilhões registrados no mesmo período de 2025. O crescimento foi de 96,8%, resultado que coloca o período entre os de maior rentabilidade da história da empresa.

O balanço da Petrobras aponta ainda lucro líquido acumulado de R$ 85,1 bilhões somente nos seis primeiros meses de 2026. O resultado do trimestre foi favorecido principalmente pela alta do preço do petróleo e pelo aumento da produção.

Os números de Assaí e Petrobras mostram desempenhos positivos em setores distintos da economia brasileira. Enquanto o atacarejo ampliou seu resultado operacional e manteve receita líquida superior a R$ 19 bilhões no trimestre, a Petrobras registrou o terceiro maior lucro trimestral de sua história.

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A carga tributária brasileira não nasceu com a esquerda

É comum ouvir que a elevada carga tributária brasileira seria resultado, principalmente, dos governos de esquerda. A história dos próprios tributos mostra que essa explicação é simplista. Boa parte das estruturas que ainda sustentam a arrecadação brasileira nasceu em períodos imperiais, autoritários ou sob governos identificados com a direita.

O Imposto de Importação tem raízes no período imperial. O Imposto de Renda foi instituído em 1922, durante o governo de Arthur Bernardes. Já o IPI e o IOF surgiram na grande reforma tributária de 1965 e 1966, durante a ditadura militar. O IPVA nasceu em 1985, ainda sob regime militar. Essas estruturas atravessaram diferentes governos e continuam influenciando a tributação brasileira. A própria Receita Federal confirma essa trajetória histórica.

Isso também desmonta a ideia de que somente governos de esquerda seriam responsáveis pelo peso dos impostos. Michel Temer governou com uma agenda econômica liberal e Jair Bolsonaro chegou ao poder prometendo reduzir o tamanho do Estado e a carga tributária, mas se deteve em tesourar impostos de poucos itens da cesta que pesa sobre os brasileiros, dentre os quais, brinquedos, Whey Protein, jet skis, veleiros, videogames, consoles e acessórios.

Houve, portanto, medidas de redução ou desoneração em setores específicos, especialmente no governo Bolsonaro, mas nenhum dos dois promoveu uma redução estrutural capaz de desmontar o complexo sistema tributário brasileiro.

A questão, portanto, é maior que uma disputa entre esquerda e direita. A carga tributária foi construída ao longo de décadas por governos de diferentes orientações políticas, que criaram, ampliaram, modificaram ou mantiveram tributos para financiar o Estado. A reforma tributária atualmente em implantação começa a substituir parte desse modelo, com a extinção gradual de PIS, Cofins e ICMS e mudanças no IPI.

Cobrar eficiência, simplificação e justiça tributária é legítimo. Transformar a história dos impostos em argumento para responsabilizar exclusivamente um lado político, porém, ignora quase dois séculos de decisões tomadas por governos de diferentes correntes.

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O Brasil não quebrou: Varejo brasileiro avança no digital e muda os hábitos de consumo

Dados da Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE mostram que o varejo brasileiro cresceu 1,6% em 2025, pelo nono ano seguido. Até maio de 2026, o setor acumulou nova alta de 1,5%, indicando que o consumo segue ativo, ainda que em ritmo desigual.

A transformação ocorre no ambiente digital. Em 2025, o e-commerce movimentou R$ 235,5 bilhões, com 438,9 milhões de pedidos e 94,2 milhões de compradores online. A facilidade para comparar preços, a conveniência e os pagamentos digitais ajudam a explicar a migração para as plataformas virtuais.

Ao mesmo tempo, lojas físicas enfrentam juros elevados, inflação e endividamento das famílias, fatores que pressionam o orçamento e afetam principalmente pequenos negócios. Aplicativos, redes sociais e marketplaces passaram a disputar diretamente a atenção do consumidor.

O menor movimento em determinados estabelecimentos, portanto, não representa sozinho uma paralisação do comércio. O cenário aponta para uma mudança na jornada de compra, com o público dividindo suas escolhas entre lojas físicas e canais digitais.

Os indicadores mostram que o varejo continua em expansão, mas dentro de uma nova dinâmica. Para o comércio tradicional, adaptar-se ao digital tornou-se essencial na disputa por consumidores.

#Varejo #Economia #ECommerce #ComercioEletronico #IBGE

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O Brasil não quebrou: Economia brasileira avança com alta no varejo e novos aportes

O comércio varejista brasileiro encerrou o primeiro semestre com alta de 1,9%, impulsionado pela inflação mais baixa e pelo aumento da população ocupada. Dados do IBGE indicam avanço de 0,5% entre maio e junho e alta de 2,9% ante junho do ano passado, além de expansão no comércio eletrônico.

No Nordeste, Pernambuco liderou a alta do setor no semestre, enquanto o Ceará atrai projetos importantes. O estado receberá a primeira fábrica do mundo a processar pele de tilápia em larga escala e a primeira loja da Havan, com aporte de R$ 110 milhões.

Resultados corporativos confirmam a movimentação do mercado. A Riachuelo obteve lucro líquido recorde de R$ 168 milhões no segundo trimestre, enquanto a BRF faturou R$ 40 bilhões em três meses, sustentada por estruturas como suas seis fábricas no Paraná.

O ciclo de investimentos abrange ainda a sustentabilidade industrial. A Electrolux confirmou aporte de R$ 300 milhões focado em produtos sustentáveis, reforçando a confiança do setor privado na capacidade de consumo do país.

Embora o varejo tenha oscilado 0,4% no segundo trimestre ante o primeiro, o saldo em 12 meses segue positivo em 1,6%. Os números mostram uma economia em transformação e com atração contínua de recursos.

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Brasil alcança maior IDH da história, diz ONU

Coordenadora do PNUD, Betina Barbosa explica os dados referentes a 2012-2024 – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O Brasil alcançou, pela primeira vez, a categoria de países com desenvolvimento humano “muito alto”. Em 2024, o país atingiu 0,805 no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal, o IDHM, indicador que varia de 0 a 1 e classifica como muito alto o resultado superior a 0,800.

O avanço aparece na comparação com 2012, quando o Brasil registrava 0,744 no índice. A evolução representa uma mudança na classificação do país e coloca o desenvolvimento humano brasileiro em um novo patamar dentro da escala utilizada pelo indicador.

Os dados fazem parte do Radar IDHM, pesquisa realizada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o Pnud Brasil. O índice é utilizado para acompanhar a evolução do desenvolvimento humano e permite observar mudanças ao longo do tempo.

No cenário regional, o Ceará também aparece em posição de destaque. O estado alcançou 0,773 no IDHM e possui o segundo melhor resultado da Região Nordeste, conforme os dados apresentados pelo Radar IDHM.

Os números mostram uma trajetória de avanço do desenvolvimento humano no país entre 2012 e 2024. Embora os resultados regionais apresentem diferenças, a entrada do Brasil na faixa considerada “muito alta” representa uma mudança relevante na leitura dos indicadores de desenvolvimento humano.

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