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O Brasil não quebrou: Varejo brasileiro avança no digital e muda os hábitos de consumo

Dados da Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE mostram que o varejo brasileiro cresceu 1,6% em 2025, pelo nono ano seguido. Até maio de 2026, o setor acumulou nova alta de 1,5%, indicando que o consumo segue ativo, ainda que em ritmo desigual.

A transformação ocorre no ambiente digital. Em 2025, o e-commerce movimentou R$ 235,5 bilhões, com 438,9 milhões de pedidos e 94,2 milhões de compradores online. A facilidade para comparar preços, a conveniência e os pagamentos digitais ajudam a explicar a migração para as plataformas virtuais.

Ao mesmo tempo, lojas físicas enfrentam juros elevados, inflação e endividamento das famílias, fatores que pressionam o orçamento e afetam principalmente pequenos negócios. Aplicativos, redes sociais e marketplaces passaram a disputar diretamente a atenção do consumidor.

O menor movimento em determinados estabelecimentos, portanto, não representa sozinho uma paralisação do comércio. O cenário aponta para uma mudança na jornada de compra, com o público dividindo suas escolhas entre lojas físicas e canais digitais.

Os indicadores mostram que o varejo continua em expansão, mas dentro de uma nova dinâmica. Para o comércio tradicional, adaptar-se ao digital tornou-se essencial na disputa por consumidores.

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O Brasil não quebrou: Economia brasileira avança com alta no varejo e novos aportes

O comércio varejista brasileiro encerrou o primeiro semestre com alta de 1,9%, impulsionado pela inflação mais baixa e pelo aumento da população ocupada. Dados do IBGE indicam avanço de 0,5% entre maio e junho e alta de 2,9% ante junho do ano passado, além de expansão no comércio eletrônico.

No Nordeste, Pernambuco liderou a alta do setor no semestre, enquanto o Ceará atrai projetos importantes. O estado receberá a primeira fábrica do mundo a processar pele de tilápia em larga escala e a primeira loja da Havan, com aporte de R$ 110 milhões.

Resultados corporativos confirmam a movimentação do mercado. A Riachuelo obteve lucro líquido recorde de R$ 168 milhões no segundo trimestre, enquanto a BRF faturou R$ 40 bilhões em três meses, sustentada por estruturas como suas seis fábricas no Paraná.

O ciclo de investimentos abrange ainda a sustentabilidade industrial. A Electrolux confirmou aporte de R$ 300 milhões focado em produtos sustentáveis, reforçando a confiança do setor privado na capacidade de consumo do país.

Embora o varejo tenha oscilado 0,4% no segundo trimestre ante o primeiro, o saldo em 12 meses segue positivo em 1,6%. Os números mostram uma economia em transformação e com atração contínua de recursos.

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Brasil alcança maior IDH da história, diz ONU

Coordenadora do PNUD, Betina Barbosa explica os dados referentes a 2012-2024 – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O Brasil alcançou, pela primeira vez, a categoria de países com desenvolvimento humano “muito alto”. Em 2024, o país atingiu 0,805 no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal, o IDHM, indicador que varia de 0 a 1 e classifica como muito alto o resultado superior a 0,800.

O avanço aparece na comparação com 2012, quando o Brasil registrava 0,744 no índice. A evolução representa uma mudança na classificação do país e coloca o desenvolvimento humano brasileiro em um novo patamar dentro da escala utilizada pelo indicador.

Os dados fazem parte do Radar IDHM, pesquisa realizada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o Pnud Brasil. O índice é utilizado para acompanhar a evolução do desenvolvimento humano e permite observar mudanças ao longo do tempo.

No cenário regional, o Ceará também aparece em posição de destaque. O estado alcançou 0,773 no IDHM e possui o segundo melhor resultado da Região Nordeste, conforme os dados apresentados pelo Radar IDHM.

Os números mostram uma trajetória de avanço do desenvolvimento humano no país entre 2012 e 2024. Embora os resultados regionais apresentem diferenças, a entrada do Brasil na faixa considerada “muito alta” representa uma mudança relevante na leitura dos indicadores de desenvolvimento humano.

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O Brasil não quebrou: Economia brasileira atrai investimentos e acelera nova fase industrial

A economia brasileira está longe de uma fotografia de “quebra”. Os dados recentes mostram uma transformação marcada por investimentos, modernização industrial e avanço tecnológico. Em Manaus, a Yamaha recebeu R$ 15 milhões da Finep para automatizar processos, ampliar a robótica e digitalizar a produção.

Na Bahia, a BYD mantém um projeto de R$ 5,5 bilhões em Camaçari, onde amplia a produção de veículos eletrificados e avança na nacionalização de componentes. Em 2026, a empresa anunciou mais 3 mil contratações e prepara novas etapas industriais, enquanto o Song Plus híbrido já tem produção prevista na unidade.

Outro indicador da transformação do mercado automotivo é o avanço dos carros chineses. Entre janeiro e maio de 2026, o Brasil importou US$ 5,2 bilhões em veículos fabricados na China, superando a Rússia e assumindo a liderança mundial nesse período.

A Nestlé também anunciou um ciclo de R$ 7 bilhões em investimentos no Brasil entre 2025 e 2028, destinado à modernização de fábricas, expansão da capacidade, inovação e sustentabilidade. Em 2026, a companhia acrescentou R$ 540 milhões para ampliar a fábrica de Araçatuba.

Na tecnologia, a Alibaba Cloud anunciou dois data centers no Brasil, os primeiros da empresa no país, para sustentar sua operação local de nuvem e ampliar negócios ligados à inteligência artificial. Os movimentos não eliminam desafios econômicos, mas mostram um país que continua atraindo capital e se reposicionando em setores estratégicos.

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O Brasil não quebrou: houve deflação de 0,40% em agosto e alívio no custo de vida

A prévia da inflação oficial do Brasil, medida pelo IPCA-15, registrou deflação de 0,40% em agosto de 2026. O resultado foi puxado principalmente pela redução da conta de luz, dos alimentos e dos combustíveis, marcando a primeira taxa negativa do indicador desde agosto de 2025 e a menor para um mês de agosto desde 2022.

O grupo Habitação teve queda de 1,41%, com destaque para a energia elétrica residencial, que recuou 6,25%. O movimento foi influenciado pelo Bônus de Itaipu, desconto aplicado nas contas de luz. Entre os nove grupos pesquisados, cinco apresentaram deflação no período.

Na alimentação dentro de casa, a queda chegou a 0,97%. Produtos presentes na rotina das famílias tiveram reduções expressivas: o tomate ficou 27,38% mais barato, a batata-inglesa caiu 25,14% e a cenoura recuou 17,05%. O café moído também apresentou redução, de 2,31%.

Os Transportes também contribuíram para o resultado, com queda de 13,30% nas passagens aéreas e redução nos preços do etanol, da gasolina e do óleo diesel. Vestuário e Comunicação completaram os grupos que registraram deflação em agosto, reforçando o movimento de desaceleração observado nos preços.

Com o resultado, o IPCA-15 acumulou alta de 4,24% em 12 meses, abaixo do limite de 4,5% da meta de inflação. A pesquisa de agosto considerou preços coletados entre 16 de julho e 14 de agosto, em 11 localidades. O IPCA oficial de agosto será divulgado em 11 de setembro.

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Brasil não quebrou: País bate recorde na aviação e Natal ganha novos voos

Natal ganhará dois novos voos diretos durante a alta temporada 2026/2027, com operações da Azul Viagens partindo de Goiânia e Curitiba. As novas rotas estão previstas para funcionar entre dezembro deste ano e o fim de janeiro de 2027, ampliando a conectividade aérea da capital potiguar.

A novidade ocorre em um momento de forte expansão da aviação brasileira. Em julho, 11,9 milhões de passageiros utilizaram os aeroportos do país em voos nacionais e internacionais, o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em 2000.

No mercado doméstico, foram 9,19 milhões de passageiros em julho, alta de 1,9% sobre o mesmo mês de 2025. Nos voos internacionais, foram 2,74 milhões, crescimento de 4,2%. Entre janeiro e julho, o país chegou a mais de 59 milhões de passageiros em voos domésticos, também recorde para o período.

No Rio Grande do Norte, o movimento também chama atenção. Em julho, o Aeroporto Internacional de Natal registrou 244.233 passageiros, com crescimento de 15,76%. O mercado internacional avançou 56,21%, enquanto o doméstico cresceu 13,88%, segundo dados divulgados pela Emprotur.

Os números não significam que a economia brasileira esteja sem desafios, mas ajudam a desmontar a ideia simplista de um país economicamente parado ou quebrado. A expansão da aviação, a abertura de novas rotas e o aumento do fluxo de passageiros mostram um mercado em transformação, com setores ampliando operações e conectando o Brasil a novos destinos.

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O Brasil não quebrou: Economia mostra força com safra recorde, indústria e novos investimentos

Os números recentes mostram um Brasil distante da ideia de uma economia “quebrada”. A atividade econômica passa por transformações e enfrenta desafios, como ocorre em diferentes países, mas setores importantes apresentam expansão. No Nordeste, a produção de grãos deve chegar a 34 milhões de toneladas na safra 2025/26, alta de 8,3%, acima dos 2,4% projetados para o país.

Bahia e Piauí estão entre os destaques desse movimento. A expansão agrícola amplia a participação nordestina na produção nacional e reforça a importância do Matopiba, enquanto o Piauí caminha para sua maior safra de grãos da história, estimada em 6,82 milhões de toneladas em 2026.

Na indústria, Pernambuco também apresenta um resultado expressivo. O estado registrou crescimento de 10,9% na produção industrial no primeiro semestre de 2026, a segunda maior alta do país no período, segundo dados do IBGE. O desempenho mostra que a expansão não está restrita ao agronegócio.

Outro sinal de confiança é a chegada da Masterboi ao Ceará. A empresa prevê investir R$ 250 milhões na implantação de um frigorífico em Iguatu, com início da operação estimado para 2028 e capacidade de abate de até mil bovinos por dia.

E há ainda um marco histórico no campo: o Nordeste deverá superar, pela primeira vez, 1 milhão de toneladas de algodão em pluma na safra 2025/26, com crescimento estimado de 4%. Os dados não significam que todos os indicadores estejam positivos, mas revelam uma economia em transformação, com produção, indústria e investimentos que ajudam a contar uma história bem mais complexa do que a simples tese de um país economicamente quebrado.

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Em proporção, Brasil abre muito mais empresas que os Estados Unidos

Os números de abertura de empresas em 2026 revelam uma realidade que merece atenção. Nos Estados Unidos, cerca de 3,5 milhões de novos negócios foram registrados no primeiro semestre. No Brasil, mais de 1,5 milhão foram abertos somente nos três primeiros meses do ano. Em números absolutos, os americanos estão à frente. Mas a comparação muda quando se considera o tamanho de cada país e de suas economias.

Os Estados Unidos têm cerca de 343 milhões de habitantes, contra aproximadamente 223 milhões no Brasil. A diferença populacional é significativa, mas está longe de explicar a distância entre as duas economias. O PIB americano é cerca de 13 vezes maior que o brasileiro. Ainda assim, proporcionalmente à população, o Brasil apresenta um ritmo muito forte de criação de novos negócios.

Grande parte dessas novas empresas brasileiras, cerca de 75%, é formada por Microempreendedores Individuais, os MEIs. São pessoas que encontram no próprio negócio uma alternativa para trabalhar e gerar renda. É um sinal importante de iniciativa e capacidade de reação diante das dificuldades, mas também revela um dos grandes desafios do país: transformar pequenos negócios em empresas capazes de crescer.

A questão, portanto, não é apenas quantas empresas nascem, mas quantas conseguem sobreviver, contratar, investir e prosperar. O Brasil demonstra ter muitos empreendedores. O que ainda falta é criar condições para que uma parcela maior deles consiga transformar esforço individual em empresas sólidas, produtivas e geradoras de oportunidades.

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Imagem: CNDL

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O Brasil não quebrou: Fatos e Investimentos Provam a Força da Nossa Economia


Longe das narrativas alarmistas, os números concretos revelam um país em plena expansão econômica, impulsionado pelo consumo das famílias, mercado de trabalho aquecido e alta confiança do setor privado no atual governo. O crescimento consistente do PIB ganha forma no dia a dia com aportes bilionários e expansão corporativa de Norte a Sul.

A força do agronegócio e da indústria se confirma no Nordeste, que alcançou a marca histórica de 1 milhão de toneladas de algodão em pluma. Em Camaçari (BA), a retomada econômica já gerou 3,6 mil empregos em apenas seis meses.

Grandes marcas aceleram investimentos em infraestrutura e expansão. O Mercado Livre aporta mais de R$ 400 milhões gerando 2 mil vagas no Sul de Minas, a Nissin investe R$ 1,051 bilhão em uma nova fábrica, a Scania destina R$ 78,4 milhões para ampliar seu centro de distribuição e a Suzuki soma R$ 55 milhões em galpões no Polo Industrial de Manaus.

No varejo, os resultados recordes consolidam esse bom momento: a Riachuelo registrou lucro líquido de R$ 168 milhões no segundo trimestre, o Grupo SBF (Centauro) alcançou lucro ajustado de R$ 141,9 milhões e a M. Dias Branco atingiu R$ 169 milhões. Olhando para o futuro, a C&A projeta a abertura de até 100 novas lojas entre 2027 e 2030.

O Brasil não está parado: está crescendo, gerando renda e atraindo capital com dados reais.

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Brasil quebrando? Empresas comemoram recordes de faturamento e expansão

Ao contrário das projeções sobre crise e retração de investimentos, grandes companhias registram faturamentos recordes e expansão no Brasil em 2026. A transformação nos modelos de gestão em diversos setores mostra que quem não se ajustar às novas exigências do mercado vai fechar as portas, sem que a responsabilidade possa ser atribuída ao governo.
O desempenho acompanha o ritmo de recuperação da atividade econômica nacional. No levantamento do PIB de 2024, divulgado no início de 2025 pela agência Austin Rating, o Brasil registrou crescimento de 3,4%, alcançando a quarta posição entre as economias do G20, atrás apenas de Índia, Indonésia e China.
No setor industrial e de transportes, a LG inaugurou uma fábrica de R$ 1,5 bilhão no Sul do país, enquanto a Scania investiu R$ 78 milhões para ampliar no Brasil o segundo maior centro logístico de peças do mundo. No segmento aeroespacial, a Embraer teve alta de 25% no lucro do segundo trimestre, alcançando R$ 1,1 bilhão, acompanhada pela aviação brasileira, que atingiu 59 milhões de passageiros em 2026.
Os indicadores de consumo também apontam aquecimento, com vendas de veículos em 279,5 mil unidades, recorde em 12 anos. O varejo acompanha o movimento: a Renner destinou R$ 1 bilhão para abrir 60 lojas físicas até o fim do ano, e a Pague Menos apurou lucro de R$ 73,6 milhões no segundo trimestre, alta de 22,2%.
A rentabilidade é reforçada por gigantes de energia, bebidas e agronegócio. O lucro da Petrobras quase dobrou no segundo trimestre, alcançando R$ 52,4 bilhões, enquanto a Ambev faturou R$ 3,4 bilhões, crescimento de 24,5%. Além disso, dados do Ministério da Agricultura indicam que o agronegócio exportou US$ 16,3 bilhões em julho de 2026, batendo o recorde para o mês.
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Brasil bate recorde de exportações e chega fortalecido para negociar tarifas com os EUA

Brasil e Estados Unidos voltam a se reunir para negociar o tarifaço imposto pelo governo norte-americano a produtos brasileiros. O país chega à mesa de conversas amparado por um desempenho histórico no comércio exterior, tendo alcançado recorde de exportações no primeiro semestre de 2026. Entre janeiro e junho, as vendas externas brasileiras somaram 184,77 bilhões de dólares, representando uma alta de 11,5% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

O cenário econômico destaca um contraste direto na relação comercial entre as duas nações. Enquanto as exportações destinadas ao mercado americano registraram uma queda de aproximadamente 2,6 bilhões de dólares no período, o Brasil expandiu sua participação em outros mercados globais. A perda de espaço nos Estados Unidos foi compensada pela ampliação das vendas para outros 17 destinos internacionais, que somaram 19,3 bilhões de dólares.

Essa movimentação consolida uma estratégia ampla de diversificação de parceiros comerciais. O avanço nas vendas externas envolve acordos e negociações em andamento com a União Europeia, Japão, Coreia do Sul, Vietnã, Índia, Canadá e Emirados Árabes. A abertura e o fortalecimento dessas frentes reduzem o impacto das barreiras tarifárias impostas por Washington.

A ampliação dos destinos para os produtos nacionais altera a dinâmica das conversas bilaterais entre os dois governos. O crescimento registrado no primeiro semestre demonstra a capacidade do setor produtivo em redirecionar fluxos de comércio e assegurar receitas recordes no mercado internacional, mesmo diante de restrições em mercados tradicionais.

Diante desse panorama, o Brasil mantém a disposição para negociar com os Estados Unidos a revisão das medidas restritivas. Contudo, o resultado das exportações garante ao país uma posição de menor dependência em relação ao mercado americano durante as tratativas com o governo dos Estados Unidos.

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Desemprego cai a 5,3% e Brasil bate recorde de ocupação

A taxa de desemprego caiu para 5,3% no trimestre encerrado em julho, segundo a Pnad Contínua divulgada pelo IBGE. É o menor índice para esse período desde o início da série histórica, em 2012, indicando um mercado de trabalho ainda resistente.

Na comparação com o trimestre até abril, quando a taxa era de 5,8%, houve queda de 0,5 ponto percentual. O número de desempregados recuou 8%, para 5,819 milhões, e ficou 4,9% abaixo do registrado um ano antes.

A população ocupada chegou a 103,335 milhões de pessoas, maior número da série, com alta de 1% no trimestre. O emprego com carteira assinada no setor privado também bateu recorde, com 39,428 milhões. Já os trabalhadores sem carteira cresceram 3,6%, chegando a 13,753 milhões.

Apesar do avanço da ocupação, a renda média recuou 0,7%, para R$ 3.762, ante R$ 3.786 no trimestre até abril. Na comparação anual, porém, o rendimento real habitual cresceu 3,3%. A massa de rendimento alcançou R$ 383,5 bilhões.

A avaliação de analistas é que o desemprego deve permanecer em níveis historicamente baixos, mesmo com a esperada desaceleração da economia no segundo semestre. A construção civil aparece entre os setores que contribuíram para o avanço do emprego, enquanto a renda e a informalidade permanecem como pontos de atenção.

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