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Brasil vive explosão no turismo internacional e já bate metade da meta prevista para 2026

Enquanto muitos países ainda enfrentam os reflexos das incertezas econômicas globais, o Brasil registra uma das melhores fases de sua história no turismo internacional. Dados divulgados pelo Ministério do Turismo mostram que março de 2026 entrou para os recordes ao receber 1,05 milhão de visitantes estrangeiros, um crescimento de 13% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado impulsionou o melhor primeiro trimestre já registrado, com 3,742 milhões de chegadas internacionais, segundo informações compiladas a partir dos registros da Polícia Federal e da Embratur. O avanço reforça o interesse crescente por destinos brasileiros e sinaliza uma mudança importante na posição do país no mercado global de viagens.

O impacto vai muito além dos aeroportos e pontos turísticos. Dados do Banco Central revelam que turistas estrangeiros deixaram R$ 20,2 bilhões na economia brasileira entre janeiro e abril deste ano, alta de 9,2% em comparação com o mesmo período de 2025. Esse dinheiro circula diretamente por hotéis, pousadas, restaurantes, transporte, comércio, entretenimento e serviços, fortalecendo cadeias produtivas que geram emprego e renda em todas as regiões do país. Estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná lideraram a movimentação internacional, enquanto destinos ligados ao turismo de natureza, cultura, gastronomia e praias seguem ganhando espaço entre os visitantes.

Um dos bastidores mais estratégicos desse crescimento está na ampliação da conectividade aérea e na ofensiva internacional para atrair novos mercados. O governo brasileiro intensificou negociações na China, considerado um dos maiores emissores de turistas do planeta, buscando acordos com companhias aéreas e plataformas digitais de viagens para ampliar a presença do Brasil na Ásia. Ao mesmo tempo, países como Argentina, Chile, Estados Unidos, Uruguai, Paraguai e Portugal continuam entre os principais emissores de visitantes. Com metade da meta anual de 7,5 milhões de turistas já alcançada apenas no primeiro trimestre, o setor consolida um movimento que transforma paisagens, fortalece economias locais e amplia a presença do Brasil no mapa mundial do turismo.

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Imagem: GovBR

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Não viramos uma Venezuela: Brasil volta a ser a décima maior economia do mundo

O Brasil voltou a ocupar a posição de décima maior economia do planeta, de acordo com estimativas recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI), resultado que ganhou destaque na imprensa nacional nesta semana. A recuperação da posição no ranking ocorre em um contexto de crescimento econômico acima das expectativas em 2024 e de manutenção da atividade em níveis considerados resilientes em 2025. O desempenho recoloca o país entre as dez maiores economias globais e contraria previsões recorrentes de que governos de orientação progressista conduziriam o Brasil a um cenário de colapso econômico semelhante ao observado em outras nações da região.

Ao mesmo tempo, veículos internacionais têm destacado dificuldades enfrentadas por economias governadas por grupos de direita ou extrema-direita. Segundo levantamento da consultoria Audemus com base em dados da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI), reproduzido pela imprensa estrangeira, Argentina e Hungria registraram o pior desempenho industrial do mundo nos últimos dois anos. O estudo aponta que a produção industrial argentina acumulou queda média de 7,9% entre 2023 e 2025, colocando o país na última posição entre 80 economias analisadas, empatado com a Hungria em retração da atividade manufatureira.

A comparação entre os diferentes modelos de governo tem sido explorada por analistas econômicos e observadores políticos. Embora fatores internos e externos influenciem o desempenho de cada país, os dados recentes mostram que o crescimento econômico e a expansão da renda não estão necessariamente vinculados a uma única orientação ideológica. Enquanto o Brasil recupera espaço no ranking das maiores economias do mundo sob uma administração de centro-esquerda, Argentina e Hungria enfrentam indicadores industriais negativos sob governos identificados com a direita, reforçando a avaliação de que resultados econômicos dependem mais da eficácia das políticas adotadas do que de rótulos políticos.

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Dia Nacional do Turismo: Prefeitura de Macaíba institui Conselho Municipal

Enquanto o turismo representa cerca de 3,7% do PIB brasileiro e movimenta milhões de empregos, Macaíba decidiu não ficar à margem desse crescimento e deu um passo estratégico que pode transformar sua realidade econômica. A criação do Conselho Municipal de Turismo, oficializada em reunião recente, conecta diretamente o potencial da cidade com uma agenda nacional que ganha destaque no Dia Nacional do Turismo, celebrado em 8 de maio. Para quem vive do comércio local ou busca novas oportunidades, o movimento já acende um alerta positivo.

O encontro, realizado na sede da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, reuniu representantes de diferentes setores para estruturar o COMTUR e discutir seu regimento interno. A próxima etapa será a posse dos membros, que incluem desde órgãos públicos até entidades como Fecomércio, guias turísticos e a Escola Agrícola de Jundiaí. A presidência ficará com o secretário adjunto Ionillo Ribeiro, que destacou o foco em desenvolver o turismo histórico e ecológico da cidade. A iniciativa segue uma tendência nacional de fortalecimento do setor, impulsionada por políticas públicas e programas como o Cadastur, do Governo Federal, que busca profissionalizar e qualificar os serviços turísticos.

Mais do que atrair visitantes, a criação do conselho pode redesenhar o futuro econômico de Macaíba, impactando diretamente pequenos negócios, geração de renda e valorização cultural. Em um cenário onde cidades disputam atenção e investimentos, estruturar o turismo deixa de ser opção e passa a ser estratégia. 

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Foto: Guilherme dos Anjos

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Finanças sustentáveis crescem no mercado brasileiro

O mercado financeiro amplia oferta de títulos verdes e investimentos com critérios ESG. Relatórios do Banco Central indicam avanço na integração de práticas sustentáveis ao sistema bancário.

Empresas buscam transparência ambiental e social para atrair investidores. O movimento alinha rentabilidade a responsabilidade corporativa, respondendo a novas exigências globais.

As finanças sustentáveis consolidam tendência estrutural. O capital passa a impulsionar impacto positivo e desenvolvimento de longo prazo.

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Mercado de trabalho formal registra saldo positivo

O Brasil voltou a registrar crescimento na geração de empregos com carteira assinada, de acordo com dados oficiais recentes do Ministério do Trabalho e Emprego. O saldo positivo reflete a recuperação gradual da economia e o desempenho de setores como serviços, indústria e construção civil.

Analistas apontam que políticas de estímulo ao emprego e ao empreendedorismo têm contribuído para o resultado. O avanço traz impacto direto na renda das famílias e no fortalecimento do consumo interno.

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Guararapes amplia quadro de funcionários no RN e ultrapassa 10 mil empregos

Guararapes mantém em Extremoz (RN) a maior unidade fabril do grupo, considerada a maior fábrica de moda da América Latina – Foto: José Aldenir / Agora RN

O Grupo Guararapes ampliou o número de empregos com carteira assinada no Rio Grande do Norte nos últimos três anos. De acordo com dados apresentados pela empresa, o quadro de trabalhadores formais passou de cerca de 7 mil em 2022 para 10.339 em 2025, um acréscimo superior a 3,3 mil postos de trabalho no período.

Os números foram apresentados na última sexta-feira 23 durante reunião da diretoria do grupo com a governadora Fátima Bezerra (PT). Segundo a empresa, a expansão do emprego está associada à ampliação da produção industrial no Estado e ao fortalecimento de programas de incentivo que reduziram custos operacionais e garantiram maior previsibilidade ao setor.

Atualmente, a Guararapes mantém em Extremoz, no Rio Grande do Norte, a maior unidade fabril do grupo, considerada a maior fábrica de moda da América Latina. Além dos postos na produção industrial, a empresa informa que o total de trabalhadores ligados ao grupo no Estado chega a cerca de 13 mil, quando somados os empregos nas lojas da Riachuelo e no call center.

O CEO da Guararapes, André Farber, destacou que a ampliação do quadro de pessoal acompanha o crescimento das operações no Estado. Segundo ele, somente por meio do programa Pró-Sertão — que integra oficinas de costura em municípios do interior à cadeia produtiva da empresa — foram movimentados aproximadamente R$ 500 milhões nos últimos cinco anos.

O grupo também informou que pretende manter o ritmo de crescimento no RN, com novos investimentos previstos tanto na área industrial quanto na cadeia de fornecedores locais. A estratégia envolve a interiorização da produção, com impacto direto na geração de renda em municípios fora da Região Metropolitana de Natal.

Durante o encontro, a governadora Fátima Bezerra atribuiu o desempenho da empresa à reformulação do Proedi, programa estadual de incentivos fiscais, atualizado em 2021. Segundo o governo, o número de empresas beneficiadas pelo programa passou de 119 para 364 nos últimos anos. A avaliação da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) é de que o ambiente de incentivos contribuiu para a retomada de investimentos industriais no estado.

“Quando assumimos o governo em 2019 o antigo Proadi estava defasado, não tinha mais atratividade. O RN era o único Estado do Nordeste a não ter atualizado o programa de incentivos fiscais”, afirmou a governadora Fátima Bezerra.

Além da produção de confecções, o governo e a empresa discutiram a ampliação de parcerias ligadas à cadeia têxtil. Entre elas, está o programa Algodão Agroecológico, que envolve cerca de mil famílias de pequenos produtores rurais e tem como objetivo garantir mercado para a produção local. A Guararapes avalia a ampliação da compra do algodão produzido no Estado.

Também foram citadas ações ligadas ao artesanato, como a parceria com bordadeiras de Timbaúba dos Batistas, cujo trabalho já foi incorporado a peças produzidas pelo grupo e ganhou projeção nacional nos últimos anos.

Fonte: Agora RN

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Brasil atinge menor nível de desemprego em anos, aponta pesquisa

O Brasil alcançou a menor taxa de desemprego dos últimos anos, impulsionado pela recuperação consistente da indústria, do comércio e do setor de serviços. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, indicam que a melhora no mercado de trabalho reflete o aumento da atividade econômica e a ampliação das oportunidades formais e informais em diferentes regiões do país. O resultado consolida uma trajetória de queda observada desde o período pós-pandemia, com impacto direto na renda das famílias.

Segundo o IBGE, o avanço do emprego foi acompanhado pela expansão da população ocupada e pela redução do contingente de brasileiros em busca de trabalho. Setores como serviços, que concentram grande parte da força de trabalho nacional, lideraram a geração de vagas, enquanto a indústria manteve crescimento gradual e o comércio se beneficiou do aumento do consumo. O cenário reforça a importância da estabilidade econômica e de políticas de estímulo ao emprego para a manutenção dos indicadores positivos ao longo dos próximos meses.

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Macaíba é terceira colocada no RN em empregabilidade em 2025

Macaíba alcançou um importante destaque no cenário econômico do Rio Grande do Norte em 2025. De acordo com dados oficiais sobre o mercado de trabalho, a cidade ficou na terceira colocação em saldo de empregabilidade no Estado, ficando atrás apenas da capital Natal e do município de Parnamirim. Considerando-se os números de admissões e desligamentos no acumulado de janeiro a novembro, a cidade teve um saldo de 215 empregos, enquanto Natal teve 816 e Parnamirim 231. Em seguida, aparecem São Gonçalo do Amarante (196), Lucrécia (161) e Mossoró (85).

O resultado evidencia o crescimento econômico de Macaíba e a sua capacidade de gerar novas oportunidades de trabalho, refletindo um ambiente favorável para investimentos, expansão de empresas e fortalecimento do comércio local.

Entre os fatores que contribuem para esse desempenho estão a localização estratégica do município, a presença de polos industriais e logísticos e elaboração de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico e à qualificação profissional por parte da gestão municipal, principalmente pela Secretaria Municipal do Trabalho, Habitação e Assistência Social (SEMTHAS).

Com o desempenho registrado em 2025, Macaíba consolida-se como um dos municípios mais dinâmicos do Rio Grande do Norte. Isso confirma que o município está no caminho certo para se tornar cada vez mais competitivo, gerando emprego, renda e novas oportunidades para sua população.

Sobre o assunto, o titular da SEMTHAS, Eriberto Freire, relatou: “Além de sermos uma Secretaria de Assistência e Habitação, temos a parte do Trabalho, onde atuamos em várias frentes. A primeira é a capacitação da população de baixa renda, oriunda do Cadastro Único do Bolsa Família. Fizemos parceria com o Sistema S (SENAI e SENAC) e ofertamos cursos como culinária, panificação, pedreiro, eletricista, corte e costura, entre outros. Segundo, temos o setor de Trabalho e Renda, onde recebemos currículos da população em geral. Ao recebermos, nós orientamos a procurar o CRAS Tavares de Lyra e lá haverá a intermediação para o mercado de trabalho, nos distritos industriais de Macaíba e outras cidades da Grande Natal. Os alunos que concluem esses cursos ofertados têm prioridade no cadastramento dos currículos.”

Fontes: Sistema CAGED e Boletim de Empregabilidade do RN

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Maior média histórica: Brasil cria 85 mil empregos formais em outubro e acumula 1,8 milhão de novos vínculos em 2025

O mercado de trabalho brasileiro manteve trajetória positiva em outubro. Segundo dados do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego, o país gerou 85.147 postos de trabalho no mês, resultado de 2.271.460 admissões e 2.186.313 desligamentos. Com esse desempenho, o acumulado de janeiro a outubro de 2025 chega a 1.800.650 novos vínculos com carteira assinada, um crescimento de 3,8%. O saldo do ano é positivo em todos os grandes grupamentos de atividades econômicas.

Nos últimos 12 meses, de novembro de 2024 a outubro de 2025, o saldo chega a 1.351.832 postos de trabalho. Apesar de robusto, o número é inferior ao registrado entre novembro de 2023 e outubro de 2024, quando foram criadas 1.796.543 vagas. Com o resultado, o estoque de empregos formais no país alcança 48.995.950 vínculos celetistas.

Desempenho por setor e por estado

Entre os cinco grandes setores da economia, dois registraram saldos positivos em outubro: Serviços, que abriu 82.436 postos (+0,3%), e Comércio, com 25.592 empregos (+0,2%). No recorte por estados, 21 das 27 unidades federativas tiveram desempenho positivo. Os maiores saldos foram observados em São Paulo (+18.456), Distrito Federal (+15.467) e Pernambuco (+10.596). Em termos proporcionais, destacaram-se Distrito Federal (+1,5%), Alagoas (+1%) e Amapá (+0,7%).

Do total de vagas criadas no mês, 67,7% são consideradas típicas e 32,3% não típicas, estas últimas impulsionadas principalmente por contratos intermitentes (15.056) e jornadas de até 30 horas semanais (10.693).

Mulheres e jovens puxam o saldo

As mulheres responderam pela maior parte do saldo de outubro: foram 65.913 novos vínculos femininos, ante 19.234 masculinos. A participação feminina foi especialmente expressiva no setor de Serviços, com 52.003 contratações — mais que o dobro das registradas entre homens (30.433).

A inserção de jovens também marcou o período. Trabalhadores de 18 a 24 anos responderam por 80.365 contratações, enquanto adolescentes de até 17 anos somaram 23.586 — juntos, representando 122% do saldo total devido ao resultado negativo em outras faixas etárias. As contratações se concentraram em Serviços (54.528), Comércio (32.203) e Indústria de Transformação (10.051).

Acumulado do ano

No acumulado de 2025, todos os setores apresentam saldos positivos. O destaque é o setor de Serviços, com 961.016 vagas criadas (+4,2%). A Indústria soma 305.641 novos postos (+3,4%), impulsionada pela fabricação de produtos alimentícios, que gerou 75.252 empregos no período.

O Comércio registra saldo de 218.098 vagas (+2,0%), seguido pela Construção, com 214.717 postos (+7,5%). A Agropecuária também mantém desempenho sólido, com 101.188 vagas geradas (+5,6%), destacando-se atividades como cultivo de laranja (14.619), preparação de terreno e colheita (11.249) e criação de bovinos para corte (4.408).

Entre os estados, os melhores resultados no ano foram registrados em São Paulo (+502.683; +3,5%), Minas Gerais (+159.601; +3,2%) e Paraná (+129.361; +4,0%).

Salário de admissão

O salário médio real de admissão em outubro foi de R$ 2.304,31, um aumento de R$ 17,28 (+0,8%) em relação a setembro. Na comparação com outubro de 2024, o ganho real foi de R$ 54,45 (+2,4%).

Entre os trabalhadores típicos, o salário médio foi de R$ 2.348,20, 1,9% acima da média geral. Já entre os não típicos, o valor ficou em R$ 1.974,07, cerca de 14,3% abaixo.

Fonte: GovBR

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Porto de Natal alcança melhor desempenho em três anos com 80 mil toneladas movimentadas em outubro

O Porto de Natal registrou, em outubro de 2025, o maior volume de cargas movimentadas desde 2022, totalizando 80.200 toneladas. O resultado foi impulsionado pelas exportações de frutas da safra potiguar, pela chegada de navios com trigo e pelas operações de embarque de açúcar. De acordo com a Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), o desempenho marca uma retomada consistente das atividades portuárias após um período de desafios operacionais e logísticos.

O avanço reflete o fortalecimento da parceria entre o Porto de Natal e a iniciativa privada, além do apoio do Governo Federal e do Governo do Estado, que vêm contribuindo para a modernização da estrutura e a estabilidade das operações. O diretor-presidente da Codern, Paulo Henrique Macedo, destacou que o terminal vive um momento de recuperação e reafirma seu papel estratégico para a economia potiguar. Segundo ele, o foco tem sido aprimorar a eficiência, garantir segurança operacional e atrair novas cargas, consolidando o porto como ponto logístico essencial para o escoamento da produção regional.

Com uma agenda ativa de atracações e o acompanhamento do ritmo da safra, a expectativa é que o Porto de Natal mantenha o crescimento nos próximos meses. O bom desempenho reforça o potencial do terminal como um dos principais vetores de desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte, ampliando as oportunidades de exportação e fortalecendo a competitividade do estado no cenário nacional e internacional.

Foto: Sandro Menezes

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Potigás oferece bônus de R$ 4 mil para motoristas que instalarem GNV no Rio Grande do Norte

A Companhia Potiguar de Gás (Potigás) lançou uma nova edição da campanha “Vai no gás”, que concede um bônus de R$ 4 mil para motoristas que converterem seus veículos para o uso de Gás Natural Veicular (GNV) no Rio Grande do Norte. A ação começou na última sexta-feira, 1º de novembro, e segue até o dia 30 de dezembro ou até que o limite de 100 conversões seja atingido. O objetivo é incentivar o consumo de uma matriz energética mais limpa e econômica, promovendo a expansão do uso do GNV no estado.

O valor oferecido neste ano é o maior já registrado desde o início da iniciativa. Em 2022, o bônus era de R$ 1 mil, e em 2023, passou para R$ 1,5 mil. Agora, com o incentivo de R$ 4 mil, a Potigás busca acelerar a adesão ao programa e fortalecer o mercado de conversões veiculares. Segundo a empresa, o uso do GNV representa uma economia de até 60% em comparação com a gasolina e contribui para a redução das emissões de poluentes.

Para participar da campanha, o motorista precisa atender a critérios específicos definidos pela companhia. A conversão do veículo deve ser feita em uma oficina homologada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), localizada no Rio Grande do Norte, e utilizar kits de 5ª geração ou superior, com cilindros novos. Além disso, é obrigatório seguir todos os procedimentos legais, incluindo a alteração de característica do veículo junto ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran/RN).

A Potigás destaca que o programa reforça o compromisso da empresa com a sustentabilidade e o desenvolvimento do setor automotivo potiguar. O uso do GNV, além de mais econômico, tem se consolidado como uma alternativa segura e eficiente para motoristas particulares e profissionais. A companhia recomenda que os interessados verifiquem a disponibilidade do bônus com antecedência, já que a promoção será encerrada assim que as 100 conversões forem concluídas.

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Rio Grande do Norte cria mais de 3,2 mil empregos formais em setembro e mantém saldo positivo em 2025

O Rio Grande do Norte encerrou o mês de setembro com a criação de 3.231 novos postos formais de trabalho, conforme dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Com esse resultado, o estado acumula 18.395 novas vagas com carteira assinada entre janeiro e setembro de 2025, mantendo trajetória de crescimento constante no mercado formal. O desempenho reflete o movimento nacional, que registrou saldo positivo de 213.002 empregos no mês e um total de 1,7 milhão de vagas criadas no acumulado do ano.

Entre os setores da economia potiguar, os Serviços lideraram a geração de empregos em setembro, com 984 novas contratações, seguidos por Comércio (814), Agropecuária (718), Indústria (412) e Construção (303). O levantamento aponta que os homens ocuparam 2.323 das novas vagas abertas, enquanto as mulheres ficaram com 908. O perfil predominante entre os admitidos é o de trabalhadores com ensino médio completo, totalizando 1.752 contratações, com destaque para a faixa etária de 18 a 24 anos, responsável por 1.420 dos novos vínculos.

Natal foi o município com melhor desempenho no mês, contabilizando 1.395 novos empregos e elevando seu estoque para 241 mil vínculos formais ativos. Parnamirim (282), Mossoró (231) e Lajes (158) também se destacaram positivamente no cenário estadual. A expansão do emprego no estado acompanha o movimento nacional, que registrou saldo positivo em todas as 27 unidades da Federação. O salário médio real de admissão no país foi de R$ 2.286,34, segundo o Ministério do Trabalho, evidenciando recuperação gradual da renda e fortalecimento do mercado de trabalho formal.

Além dos resultados oficiais do Novo Caged, a Região Nordeste apresenta outro sinal favorável: a plataforma Catho contabiliza mais de 50 mil vagas de emprego disponíveis em nove estados da região. As oportunidades abrangem funções operacionais, técnicas e de gestão em setores como vendas, logística, saúde, tecnologia e administração. Para os trabalhadores nordestinos, especialmente no Rio Grande do Norte, o cenário reforça perspectivas positivas para inserção e mobilidade no mercado de trabalho até o fim de 2025.

Foto: Portal GovBR

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