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Cesta básica cai e dá alívio ao bolso do natalense

O preço da cesta básica em Natal caiu 7,95% em julho passando de R$ 686,07 para R$ 631,51. O recuo colocou a capital potiguar na liderança nacional entre as cidades pesquisadas pelo Dieese e trouxe um sinal positivo para o orçamento das famílias.

A principal contribuição veio do tomate, que ficou 47,36% mais barato no mês. Também tiveram queda o óleo de soja, com redução de 4,19%, o café em pó, que recuou 2,53%, a farinha de mandioca, 2,04%, a manteiga, 2%, o açúcar cristal, 1,62%, o feijão carioca, 1,60%, e a carne bovina de primeira, 1,23%. Na outra ponta, subiram o leite integral, 5,05%, o arroz agulhinha, 2,23%, e o pão francês, 0,46%.

O resultado local ocorre em um cenário de desaceleração da inflação. O IPCA, índice oficial do país, registrou alta de apenas 0,07% em julho, menor taxa para o mês desde 2022. A alimentação e bebidas caiu 0,67%, ajudando a conter a pressão sobre os preços.

Mesmo com a melhora, o custo da cesta ainda pesa. Quem recebe o salário mínimo de R$ 1.621 precisa trabalhar 85 horas e 43 minutos para comprar os alimentos básicos. O valor equivale a cerca de 39% do salário mínimo bruto. A queda de R$ 54,56 em relação a junho traz alívio, mas sobram R$ 989,49 para as demais despesas. A queda é positiva, mas não elimina a preocupação com o custo de vida.

#Natal #CestaBasica #Economia #Dieese #Inflacao

Imagem: Tribuna do Norte

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Brasil se aproxima dos EUA e pode assumir liderança mundial nas exportações agrícolas

O Brasil está cada vez mais próximo de superar os Estados Unidos e se tornar o maior exportador agrícola do mundo. Em 2025, a diferença entre os dois países ficou em cerca de US$ 2 bilhões: os americanos exportaram US$ 171 bilhões em produtos agrícolas, enquanto o Brasil alcançou US$ 169,2 bilhões, segundo dados oficiais dos dois países. 

A distância, que chegou a US$ 56 bilhões em 2021, diminuiu rapidamente nos últimos anos. O movimento ganhou força em 2026. No primeiro semestre, as exportações do agronegócio brasileiro somaram US$ 87 bilhões, alta de 6,1% sobre o mesmo período de 2025 e recorde para os primeiros seis meses do ano. Soja, carnes, milho e algodão estão entre os produtos que sustentaram o resultado. 

O cenário também ocorre em meio a mudanças no comércio internacional. As exportações agrícolas dos Estados Unidos recuaram em 2025, influenciadas pela queda dos preços de commodities, pela valorização do dólar e por mudanças na demanda. As vendas americanas de soja para a China, por exemplo, caíram significativamente no período. 

Ainda assim, a liderança mundial não está definida. O Departamento de Agricultura dos EUA coloca União Europeia, Estados Unidos e Brasil entre os maiores exportadores agrícolas de 2025. A eventual ultrapassagem brasileira dependerá do desempenho dos dois países ao longo de 2026 e também da metodologia utilizada para comparar os dados. 

#Agronegócio #ExportaçõesBrasileiras #AgriculturaBrasileira #ComércioExterior #BrasilNosMercados

Imagem: Jornal do Comércio

 

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Inflação desacelera e dá alívio ao bolso dos brasileiros

A inflação oficial do Brasil perdeu força pelo quarto mês consecutivo e atingiu 0,07% em julho, segundo dados divulgados pelo IBGE. O resultado ficou abaixo dos 0,16% registrados em junho e representa a menor inflação para um mês de julho desde 2022. No acumulado de 12 meses, o IPCA recuou para 4,44%, voltando a ficar abaixo do teto de 4,5% da meta estabelecida pelo Banco Central. No ano, a alta acumulada chega a 3,44%.

A principal contribuição para a desaceleração veio da alimentação e bebidas, que caiu 0,67%. Entre os produtos que mais baixaram estão o tomate, com queda de 29,09%, a batata-inglesa, que recuou 19,59%, a cenoura, com redução de 14,41%, e o café moído, que ficou 2,45% mais barato. Em sentido contrário, a energia elétrica residencial subiu 3,09% e as passagens aéreas tiveram alta expressiva de 11,67%.

Apesar da melhora no índice geral, os preços continuam pressionando o orçamento das famílias em alguns setores. O resultado de julho, porém, confirma uma trajetória de desaceleração iniciada em abril e representa um sinal positivo para a economia. O INPC, que acompanha famílias de menor renda, também recuou e registrou variação de -0,01% no mês.

#Inflação #IPCA #Economia #IBGE #Brasil

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Caindo na real: Recorde de brasileiros se autoexcluem das bets enquanto apostas drenam R$ 143,8 bilhões do comércio

As apostas esportivas online voltam ao centro do debate diante de um estudo da Confederação Nacional do Comércio (CNC), divulgado em 2026, que aponta que R$ 143,8 bilhões deixaram de ser gastos no comércio varejista entre janeiro de 2023 e março de 2026. O levantamento indica que esse montante migrou para as plataformas de apostas, comprometendo o consumo das famílias e contribuindo para o aumento da inadimplência. O valor equivale ao faturamento somado dos Natais de 2024 e 2025 no varejo brasileiro.

Segundo a CNC, os gastos mensais com apostas ultrapassaram R$ 30 bilhões no período analisado, cenário que teria levado cerca de 270 mil famílias à inadimplência severa, com atrasos superiores a 90 dias. O estudo ressalta que os recursos deixaram de circular em setores como supermercados, farmácias, lojas de roupas, restaurantes, serviços e lazer, reduzindo o consumo cotidiano e afetando diretamente a atividade econômica.

Os dados também reforçam a preocupação com o impacto social das bets. Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) estima que cerca de 11 milhões de brasileiros apresentam algum grau de comportamento problemático relacionado às apostas. Durante a Copa do Mundo, a Plataforma Centralizada de Autoexclusão registrou mais de 250 mil pedidos de bloqueio em apenas duas semanas, refletindo o crescimento da busca por mecanismos de controle entre apostadores.

As conclusões da CNC, no entanto, são contestadas por entidades que representam o setor de apostas, que classificam o estudo como alarmista e questionam a metodologia utilizada. Especialistas destacam que o valor de R$ 143,8 bilhões não representa dinheiro retirado da economia, mas renda que deixou de ser destinada ao comércio e foi direcionada às plataformas de apostas, muitas delas com sede no exterior. O tema segue mobilizando autoridades, pesquisadores e entidades de defesa do consumidor em torno dos efeitos econômicos e sociais da expansão desse mercado.

#Bets #Economia #Endividamento #Comércio #Brasil

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Vendas de veículos no RN crescem 18,4% e superam média nacional

As vendas de veículos novos no Rio Grande do Norte cresceram 18,4% no primeiro semestre de 2026, desempenho acima da média do Nordeste, de 13,2%, e do Brasil, de 16%. Entre janeiro e junho, foram registrados 35.673 emplacamentos no estado, conforme levantamento do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Rio Grande do Norte (Sincodiv-RN). O resultado reforça o avanço do mercado automotivo potiguar, impulsionado principalmente pelo aumento das vendas de motocicletas e automóveis.

As motocicletas lideraram o mercado estadual, com 21.191 unidades emplacadas, alta de 16,7% em relação ao mesmo período de 2025. Os automóveis registraram o maior crescimento proporcional, com avanço de 29,1% e total de 10.369 unidades comercializadas. Em Natal, foram emplacados 10.624 veículos no semestre, crescimento de 19,8%, com destaque para 5.108 automóveis e 4.361 motocicletas. Segundo o Sincodiv-RN, a expansão é favorecida pela maior oferta de crédito, renovação da frota, ampliação da disponibilidade de veículos e chegada de novos modelos eletrificados.

Em junho, o Rio Grande do Norte contabilizou 6.177 emplacamentos, alta de 14,4% na comparação anual, embora tenha registrado leve recuo de 1,8% frente a maio. Para o setor, o desempenho acompanha a recuperação do mercado automotivo brasileiro, sustentada pela demanda de consumidores e empresas, além do fortalecimento da mobilidade urbana e dos serviços de entrega, que ampliam a procura por motocicletas. Os dados reforçam a trajetória de crescimento do segmento no estado ao longo de 2026.

Imagem: Agora RN

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Brasil vive um dos melhores momentos econômicos dos últimos anos, apontam indicadores

O Brasil atravessa um período em que diversos indicadores econômicos apresentam desempenho superior à média registrada na última década. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a economia segue em crescimento, enquanto a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) registra uma das menores taxas de desemprego da série histórica. Informações do Ministério do Trabalho e Emprego e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) também confirmam a expansão do emprego formal, ao passo que a renda dos trabalhadores e o consumo das famílias continuam em alta.

Os resultados refletem um ambiente de maior dinamismo econômico. O Produto Interno Bruto tem superado as projeções iniciais de analistas, segundo o IBGE, enquanto o Banco Central destaca a resiliência da atividade econômica e o fortalecimento do mercado interno em seus Relatórios de Política Monetária. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços registra ainda o avanço das exportações, a diversificação de mercados e o fortalecimento da indústria e do setor de serviços, ampliando a capacidade de geração de emprego, renda e investimentos.

Embora o desempenho atual seja amplamente positivo, especialistas ressaltam que ainda há espaço para novos avanços. Banco Central, Ministério da Fazenda e organismos internacionais, como o Fundo Monetário Internacional, apontam que a convergência da inflação para a meta, o fortalecimento do equilíbrio fiscal e a continuidade da redução estrutural dos juros serão importantes para consolidar um ciclo duradouro de crescimento. Ainda assim, o conjunto dos principais indicadores oficiais confirma que o Brasil vive um dos momentos econômicos mais favoráveis dos últimos anos.

#Economia #Brasil #PIB #Emprego #DesenvolvimentoEconômico

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Inflação oficial desacelera para 0,16% e alimentos ficam mais baratos

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de 0,16% em junho, abaixo dos 0,58% verificados em maio. O resultado representa a menor variação mensal desde outubro de 2025 e foi impulsionado, principalmente, pela queda de 0,24% no grupo Alimentação e Bebidas. O desempenho reforça o movimento de desaceleração dos preços, com impacto direto no custo de itens presentes no dia a dia das famílias brasileiras.

Segundo o IBGE, a alimentação no domicílio recuou 0,39%, influenciada pela redução dos preços do café moído, frutas e carnes. No acumulado de 12 meses, o IPCA passou de 4,72% para 4,64%, enquanto a inflação acumulada no ano atingiu 3,36%. Entre os grupos pesquisados, Habitação apresentou a maior alta, de 0,63%, refletindo reajustes nas tarifas de energia elétrica em algumas localidades, enquanto Transportes avançou 0,17%, mesmo com queda nos preços dos combustíveis, como etanol, diesel e gasolina.

Os dados oficiais indicam um cenário de inflação mais moderada, especialmente pela redução dos preços dos alimentos, fator que contribui para ampliar o poder de compra das famílias e favorecer a estabilidade econômica. O IPCA é o principal indicador utilizado para acompanhar a evolução do custo de vida no país e serve de referência para decisões de política monetária, contratos e planejamento econômico de empresas e consumidores.

#Inflação #IPCA #Economia #IBGE #Brasil

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FMI eleva projeção e Brasil figura entre as economias que mais crescem em 2026

O Fundo Monetário Internacional revisou para cima a previsão de crescimento da economia brasileira em 2026, elevando a estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,9% para 2,4%. A atualização reforça a percepção de maior resiliência da atividade econômica nacional em um cenário internacional marcado por incertezas e desaceleração. 

Com o novo desempenho projetado, o Brasil passa a ocupar posição de destaque entre as maiores economias do planeta, figurando como a sexta que mais cresce nesse grupo, segundo levantamentos baseados nas projeções do próprio FMI. O resultado coloca o país à frente de diversas economias desenvolvidas e reforça a recuperação observada nos últimos anos.

O Ministério da Fazenda destacou que o Brasil registrou a segunda maior revisão positiva entre os países do G20. Para o governo, a melhora reflete a combinação de crescimento do mercado interno, investimentos e maior confiança na economia, mesmo diante de um ambiente global ainda desafiador. 

Embora o FMI mantenha cautela em relação aos riscos geopolíticos e às tensões comerciais internacionais, a nova projeção consolida o Brasil entre os países com melhor perspectiva de expansão econômica em 2026, fortalecendo as expectativas para geração de empregos, investimentos e aumento da atividade produtiva. 

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Brasil reforça confiança global e se consolida entre os maiores destinos de investimentos do mundo

O Brasil segue fortalecendo sua posição no cenário econômico internacional ao figurar como o terceiro maior destino de Investimento Estrangeiro Direto (IED), segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em 2025, o país recebeu US$ 77 bilhões em aportes produtivos, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da China. Já no primeiro semestre de 2026, a entrada líquida de US$ 17,7 bilhões representou o melhor desempenho para o período em oito anos, demonstrando a confiança de investidores no potencial da economia brasileira.

Os recursos são destinados principalmente a investimentos de longo prazo, como instalação de empresas, ampliação de operações industriais e projetos de infraestrutura. Entre os fatores que impulsionam esse desempenho estão o protagonismo brasileiro na transição energética, a oferta de minerais estratégicos e a expansão de setores ligados à inovação e à tecnologia. Um dos destaques é o avanço de projetos voltados à construção de grandes datacenters para inteligência artificial, impulsionados pela matriz energética renovável do país.

O cenário confirma o Brasil como um mercado competitivo e estratégico para investidores globais. Além de estimular a geração de empregos, a entrada de capital fortalece a atividade produtiva, amplia a capacidade de inovação e contribui para o crescimento sustentável. Os indicadores reforçam a percepção de que o país reúne condições favoráveis para atrair novos investimentos e consolidar um ciclo de desenvolvimento econômico de longo prazo.

Ilustração: Times Brasil

#Economia #Investimentos #Brasil #Desenvolvimento #OCDE

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Lula amplia mercados e exportações compensam perdas com tarifas dos EUA

No primeiro semestre de 2026, o Brasil ampliou suas exportações para China, Europa e Índia em R$ 16,1 bilhões, resultado que superou em mais de seis vezes a perda de R$ 2,6 bilhões nas vendas para os Estados Unidos, afetadas pelas tarifas impostas pelo governo de Donald Trump. Os números reforçam a estratégia do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de diversificar mercados e reduzir a dependência do comércio com os norte-americanos.

A política de expansão comercial, conduzida pela ApexBrasil em parceria com o governo federal, fortaleceu a presença brasileira em mercados com alta demanda por commodities, alimentos e energia. Outro fator decisivo foi o início da aplicação provisória do acordo Mercosul-União Europeia, que impulsionou o fluxo de mercadorias para o bloco europeu.

Apesar do desempenho positivo, o governo brasileiro segue enfrentando desafios diante das medidas protecionistas dos Estados Unidos, incluindo tarifas de 25% sobre setores específicos. Paralelamente, o Brasil mantém sua posição de defesa da soberania nacional, rejeitando pressões externas para restringir o acesso a minerais críticos e terras raras, preservando a autonomia sobre seus recursos estratégicos.

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Datafolha: Brasileiro está otimista com a economia

Pesquisa Datafolha divulgada recentemente indica mudança relevante na percepção dos brasileiros sobre a economia. A parcela da população que acredita em piora do cenário econômico caiu de 35% para 26%, enquanto o grupo que projeta melhora subiu de 30% para 36%. O levantamento, realizado com 2.004 entrevistados, tem margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e aponta um ambiente de expectativas mais favoráveis em comparação ao levantamento anterior.

Apesar do avanço do otimismo, a avaliação geral ainda é marcada por cautela. Segundo os dados, 32% dos entrevistados acreditam que a economia permanecerá estável, número ligeiramente inferior aos 33% registrados anteriormente. Já a fatia dos que não souberam responder cresceu de 3% para 6%, indicando maior incerteza entre parte da população diante do cenário econômico nacional. O recorte revela que, embora haja melhora nas projeções futuras, a percepção atual ainda não é de confiança consolidada.

O levantamento reforça uma tendência de oscilação nas expectativas econômicas, influenciada por fatores como inflação, mercado de trabalho e conjuntura política. Em um intervalo de meses, o movimento mostra redução do pessimismo e aumento da confiança gradual, ainda que sem consenso amplo entre os entrevistados. A leitura geral do estudo sugere um país dividido entre esperança de recuperação e prudência diante de incertezas persistentes no cenário econômico.

Imagem: Dario Durigan, ministro da Fazenda do Brasil (G1)

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Como investir com pouco dinheiro e começar a construir patrimônio hoje

Especialistas alertam que esperar sobrar dinheiro para começar a investir pode dificultar o planejamento financeiro. A recomendação é separar uma parte da renda assim que o salário entra, utilizando estratégias como a “teoria dos três potes”: dividir o orçamento em gastos do dia a dia, reserva para emergências e investimentos para objetivos futuros, como aposentadoria ou compra de um imóvel. Mesmo percentuais pequenos, se aplicados regularmente, ajudam a criar o hábito de investir, que é fundamental para quem busca segurança e crescimento financeiro.

O investimento com pouco dinheiro já é uma realidade acessível para muitos. Com montantes a partir de R$ 30, por exemplo, é possível adquirir títulos públicos como Tesouro Prefixado e Tesouro IPCA+, que protegem contra a inflação e oferecem baixo risco. Valores em torno de R$ 100 permitem entrar em fundos imobiliários, ações no mercado fracionário e ETFs, fundos de índice que proporcionam diversificação. Conhecer o próprio perfil de investidor, entender o equilíbrio entre liquidez, risco e rentabilidade, e manter aportes constantes são passos essenciais para fazer escolhas mais seguras e eficazes no mercado financeiro.

Investir não é exclusividade de quem tem muito dinheiro. Organizar as finanças, quitar dívidas e estabelecer metas claras aumentam as chances de sucesso, mesmo para quem dispõe de recursos limitados. Além disso, o avanço das plataformas digitais facilita o acesso a diversas alternativas. A construção de um patrimônio sólido começa com o primeiro passo e o compromisso de investir de forma consciente e regular, garantindo melhor proteção contra a inflação e mais oportunidades no futuro.

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Imagem: BTG Pactual

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