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Câmara Municipal de Macaíba sedia curso sobre investimentos voltados ao Regime Próprio de Previdência

Durante toda esta sexta-feira, 10 de outubro, a Câmara Municipal de Macaíba recebeu especialistas para o curso Investimentos 2026 na Prática, iniciativa voltada à capacitação de gestores e servidores públicos. O encontro teve como principal objetivo oferecer o conhecimento necessário para a elaboração de uma Política de Investimentos eficiente e adequada ao Regime Próprio de Previdência Social (RPPS). A programação reuniu técnicos do setor, que compartilharam experiências e estratégias sobre as responsabilidades da Diretoria, dos Conselhos e do Comitê de Investimentos, destacando a importância da boa governança e da tomada de decisões seguras na gestão dos recursos previdenciários.

De forma prática, o curso proporcionou aos participantes a compreensão de como analisar fundos de investimento, avaliando a viabilidade de aplicação dos recursos públicos e pessoais. Também foram abordados os procedimentos que antecedem as reuniões dos órgãos de gestão, o registro adequado em atas e a importância do alinhamento entre as instâncias do RPPS. Com o conteúdo transmitido por profissionais experientes na área, os participantes saíram mais preparados para aplicar os aprendizados tanto no ambiente institucional quanto em suas próprias finanças, fortalecendo a cultura de responsabilidade e eficiência na administração previdenciária.

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Exportações de carne ignoram tarifaço americano e aumentam no Brasil

Exportações de Carne Ignoram Punição Americana e Aceleram Crescimento Globa
Os Estados Unidos, sob a gestão do presidente Donald Trump, impuseram uma sobretaxa de 50% às carnes brasileiras a partir de agosto, sem conceder o tratamento especial que outros produtos ou parceiros comerciais receberam. Essa tarifa elevadíssima, a maior aplicada pelos americanos entre a maioria de seus aliados comerciais, gerou um impacto imediato no fluxo de mercadorias. Os embarques totais do Brasil para o mercado americano caíram 18% na comparação anual em agosto, com as remessas específicas de carne despencando 46%, um recuo que tornou os produtos consideravelmente mais caros e menos competitivos.
Contudo, a produção nacional conseguiu superar rapidamente o revés no comércio bilateral devido a um cenário global favorável e único. De um lado, o mundo enfrenta uma escassez de carne, pois grandes produtores como a Austrália e os próprios Estados Unidos têm encontrado dificuldades em expandir sua capacidade de oferta, mantendo o suprimento mundial restrito. De outro, a demanda global segue firme e aquecida. O Brasil, maior fornecedor mundial do produto, se posiciona de maneira ideal para capitalizar essa dinâmica, vendendo para mais de 150 países onde os competidores não têm mais volume para suprir.
A compensação pelo obstáculo americano veio de forma expressiva em diversos mercados emergentes. O crescimento consistente da renda e as mudanças culturais em países asiáticos impulsionaram o consumo em regiões que historicamente comiam pouca carne bovina, como Vietnã, Malásia, Indonésia e Filipinas. O redirecionamento das vendas foi notável: as exportações para a China, que já representam 60% das vendas brasileiras, saltaram 90% em agosto. Outros compradores importantes também apresentaram taxas impressionantes, com aumento de 30% no Chile, 109% na Rússia e um crescimento de 300% no México.
A performance geral do setor, portanto, atingiu níveis recordes, ignorando a punição tarifária. As exportações totais de carnes cresceram 56% no período, alcançando a marca de 1,5 bilhão de dólares e fixando-se nos maiores patamares históricos. O crescimento é tão robusto que a média diária exportada de carne bovina em setembro ultrapassou em 53% a média do mesmo mês no ano anterior. A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) inclusive revisou para cima sua projeção de crescimento de exportações para 2025, de 12% para perto de 14%. O desafio, porém, persiste: apesar do crescimento em volume, o setor, que trabalha com margens apertadas de 3% a 4%, perdeu um mercado altamente rentável, impactando o sistema de vendas como um todo.

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Coca-Cola anuncia chegada da Caravana de Natal a Macaíba em novembro

O prefeito de Macaíba, Emídio Júnior, visitou nesta sexta-feira (19) a unidade da Solar Coca-Cola, que segue em processo de expansão no município. A fábrica, que hoje conta com quase 600 colaboradores, dos quais 68% são macaibenses, está ampliando suas operações e abrirá novas vagas de emprego nos próximos meses. O gestor foi recebido pelo especialista de Relações Institucionais, Pedro Arruda, pelo gerente da unidade, João Dehon, e pela gerente de logística, Fabiana Almeida.

Durante a visita, a equipe apresentou as instalações da Solar, segunda maior fabricante do Sistema Coca-Cola no Brasil. Presente em todo o território nacional, a companhia mantém 13 fábricas em diferentes estados, incluindo a de Macaíba, que até dezembro inaugura uma nova linha de produção de água mineral. A ampliação trará mais 80 postos de trabalho e transformará a unidade em polo de distribuição de água para o Rio Grande do Norte, Ceará e Paraíba.

Outro ponto destacado foi o compromisso da empresa com a formação profissional local. Todos os jovens aprendizes atualmente contratados pela Solar são de Macaíba, reforçando a conexão da fábrica com a comunidade. Para o prefeito Emídio Júnior, a presença da indústria simboliza desenvolvimento: “A Solar Coca-Cola fortalece nossa vocação como polo industrial, gerando emprego, renda e oportunidades para nossa população”, declarou.

No encerramento da agenda, a equipe da Solar Coca-Cola anunciou uma novidade que promete marcar a cidade: pela primeira vez, Macaíba receberá a tradicional Caravana de Natal da Coca-Cola. O desfile iluminado dos caminhões e a presença do Papai Noel estão programados para o dia 20 de novembro, levando magia e encantamento às ruas do município e reforçando o vínculo da marca com a população local.

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São João do Povo 2025 tem aprovação de 93,1% dos macaibenses, aponta instituto AgoraSei

O São João do Povo 2025 foi aprovado por 93,1% dos macaibenses. O dado foi apurado pelo instituto AgoraSei , que entrevistou 1 mil pessoas, no período de 15 a 18 de julho, nos mais diversos bairros e comunidades, das zonas urbana e rural de Macaíba.

A questão respondida pelos macaibenses foi: “Você aprovou e desaprovou o São João deste ano organizado pela Prefeitura de Macaíba?”. A aprovação do São João do Povo foi de 89,9% no gênero masculino e 96,4% feminino; e por faixa etária a aprovação foi de 98,2% no público com idade de 16 a 24 anos, 93,8% com idade de 25 a 34 anos, 90,3% de 35 a 44 anos, 88,9% de 45 a 59 anos e 100% para o público acima de 60 anos.

Quanto à ocupação dos entrevistados, dentre os funcionários privados presentes no evento a aprovação foi 96,2%, dentre os funcionários públicos a aprovação foi de 96,2%; dentre os autônomos foi 85,8% de aprovação, e de 71,4% dos que são donos do próprio negócios aprovaram o São João do Povo.

Já entre os macaibenses moradores da zona urbana a aprovação foi de 90,7%, e de 97,9% dos moradores da zona rural. Um destaque para o Centro, onde 100% das pessoas ouvidas pelo instituto AgoraSei disseram aprovar o evento.

O São João do Povo 2025 percorreu durante o mês de junho 10 comunidades rurais e, no Centro, teve o Festival de Quadrilhas de Macaíba, o Arraiá Quatrocentão e shows na Avenida Mônica Dantas, com destaque, mais uma vez, para a valorização dos artistas da terra e shows, dentre os quais, Grafith, Cavaleiros do Forró, Batista Lima e Cláudio Ney e Juliana.

Imagem: Tom Alcântara

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16 de julho: A força do Dia do Comerciante para a economia nacional

O Dia do Comerciante, celebrado em 16 de julho desde a promulgação da Lei nº 2.048 em 1953, reconhece a profissão que conecta produção e consumo, impulsionando o desenvolvimento econômico brasileiro. A data tem como inspiração o nascimento de José da Silva Lisboa, o Visconde de Cairu, considerado patrono do comércio. É uma homenagem a milhares de micro, pequenas e grandes empresas que mantêm o varejo e o atacado em plena atividade nas diversas regiões do país.

O setor comercial é um dos maiores empregadores da economia nacional. De acordo com o IBGE, o comércio é responsável por cerca de 10,3 milhões de postos de trabalho, somando aproximadamente R$ 318 bilhões em salários e remunerações. Em 2024, o varejo teve um crescimento de 4,7%, o maior desde 2012. Já no início de 2025, os dados de fevereiro mostraram uma nova expansão de 0,5%, sinalizando a vitalidade e a resiliência desse segmento diante dos desafios econômicos.

Além de preservar tradições e gerar renda, o comércio impulsiona o surgimento de novos bairros, movimenta outras cadeias produtivas e fortalece o intercâmbio cultural. Isso é especialmente visível em áreas periféricas dos grandes centros urbanos, onde o comércio contribui diretamente para o desenvolvimento local. A rede de negócios que vai das pequenas mercearias aos grandes empreendimentos é parte essencial da construção de um país mais equilibrado e próspero.

Neste 16 de julho, a celebração do Dia do Comerciante convida à reflexão sobre o papel estratégico desse profissional na economia do Brasil. Por meio da oferta de serviços, da geração de empregos e do dinamismo nas cidades, o comerciante é peça-chave na construção de um futuro econômico sólido, sustentável e mais justo para todos.

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Governo do RN inaugura sua própria loteria

O Governo do Rio Grande do Norte oficializou a criação da Loteria Estadual Potiguar e do Fundo Estadual da Loteria. A solenidade aconteceu na manhã desta segunda, 24. A medida, que segue rigorosamente os marcos legais vigentes, representa um passo estratégico para ampliar a arrecadação pública sem elevar a carga tributária da população. A governadora destacou o simbolismo do momento como parte de um esforço contínuo para fortalecer as finanças estaduais com responsabilidade e inovação.

A nova loteria se soma a outras iniciativas, como o programa Nota Potiguar, que já conta com mais de 422 mil usuários cadastrados. Ambas as ações compartilham um mesmo princípio: aumentar a receita do Estado. Com investimento inicial de R$ 3 milhões, viabilizado pela Secretaria da Fazenda (Sefaz), o governo espera arrecadar cerca de R$ 25 milhões anuais com o novo serviço — recursos que serão integralmente direcionados ao recém-criado Fundo Estadual da Loteria.

Os valores arrecadados serão aplicados em políticas públicas prioritárias nas áreas de saúde, segurança, habitação popular, ciência, tecnologia, inovação e seguridade social. Além disso, parte dos recursos será utilizada para a própria manutenção e estruturação do serviço lotérico, que deverá seguir modelos bem-sucedidos já adotados em estados como Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. A legislação sancionada prevê a possibilidade de exploração direta pelo Estado ou por meio de parcerias com a iniciativa privada.

A gestão também destacou que serão implementadas ferramentas de controle rígido contra fraudes, adulterações e práticas ilegais de jogo. Segundo a governadora, mais do que uma nova forma de aposta, a loteria estadual nasce com um propósito claro: ser um instrumento de fomento ao desenvolvimento social e econômico do RN, aliando tecnologia, responsabilidade e escuta ativa da população. “Isso é política pública com propósito”, afirmou a governadora, encerrando o anúncio com entusiasmo e otimismo.

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Brasil lidera em milionários na América Latina, mas segue entre os mais desiguais

O Brasil encerrou 2024 com cerca de 433 mil milionários em dólares, liderando o ranking da América Latina e ocupando a 19ª posição global entre os países com mais pessoas com patrimônio acima de US$ 1 milhão, segundo o Relatório Global de Riqueza 2025, divulgado pelo banco suíço UBS. No topo da lista estão os Estados Unidos, que sozinhos ganharam 379 mil novos milionários em um ano — mais de mil por dia. Ao todo, 684 mil pessoas no mundo passaram a integrar esse seleto grupo, impulsionadas pela recuperação econômica global.

Apesar dos números expressivos, o relatório faz um alerta importante sobre a realidade brasileira: o país tem um dos maiores índices de desigualdade de riqueza do mundo. Enquanto a média de patrimônio por adulto no Brasil gira em torno de US$ 31 mil, a riqueza mediana — aquela que mostra a distribuição mais fiel — é de apenas US$ 6.482. Com um índice de Gini de 0,82, o país empata com a Rússia na liderança global da concentração de renda, muito à frente da Eslováquia, que registrou o menor nível de desigualdade no levantamento (0,38).

Outro dado que chama atenção é a previsão de heranças no país. O Brasil aparece como o segundo do mundo com maior volume projetado de transferência de patrimônio nas próximas duas décadas, com quase US$ 9 trilhões. O número é impulsionado pela expressiva população acima dos 75 anos, indicando que uma grande parcela da riqueza acumulada passará para as próximas gerações. O país só fica atrás dos Estados Unidos, que concentram mais de US$ 29 trilhões nesse processo.

Apesar de liderar regionalmente em número de milionários, o Brasil ainda enfrenta o desafio de garantir que essa riqueza seja distribuída de forma mais justa. O relatório reforça que ter muitos milionários não significa, necessariamente, que a maioria da população viva com conforto financeiro. A urgência por políticas públicas que reduzam desigualdades e ampliem o acesso à educação financeira, crédito e oportunidades segue como um dos grandes compromissos sociais e econômicos do país.

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Câmara de Macaíba antecipa 40% do 13º salário dos seus servidores

A segunda-feira (02) trouxe uma boa notícia para os servidores da Câmara Municipal de Macaíba. A presidente da Casa Legislativa, vereadora Érika Emídio, anunciou o pagamento antecipado de 40% do décimo terceiro salário aos funcionários efetivos e comissionados. A medida, além de fortalecer o poder de compra dos trabalhadores, é um sinal claro de responsabilidade fiscal e valorização do serviço público.

Em tempos de incertezas econômicas e desafios na administração pública, a antecipação do benefício representa mais do que uma ação administrativa: traduz uma gestão que planeja, organiza e executa com eficiência seus compromissos. Segundo a presidente Érika, a prioridade é tratar o servidor com respeito e garantir que seus direitos sejam assegurados dentro do calendário e com previsibilidade.

A antecipação do décimo terceiro não acontece por acaso. É resultado de um controle rigoroso das contas públicas, de escolhas responsáveis e do compromisso em fazer com que a Câmara funcione com transparência e eficiência. Trata-se de uma política que reconhece a importância de cada servidor no funcionamento da instituição legislativa e busca retribuir com dignidade e reconhecimento.

Esse tipo de iniciativa fortalece a credibilidade da gestão e inspira confiança entre os servidores e a população. Ao garantir o que é de direito sem atrasos ou improvisos, a Câmara de Macaíba reafirma seu papel não apenas como espaço de elaboração de leis, mas como instituição pública que respeita pessoas e valoriza o trabalho que sustenta o dia a dia da cidade.

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Refis de Macaíba 2025 oferece descontos de até 95% para quitação de tributos à vista

Prédio da Secretaria Municipal de Tributação

A Prefeitura de Macaíba, por meio da Secretaria de Tributação, abriu uma nova oportunidade para que os contribuintes quitem débitos como IPTU, ISS e alvarás, ficando assim em dia com o Município. O Programa de Recuperação Fiscal (Refis) 2025 está em vigor e foi estabelecido pelo Decreto nº 2.218/2025, oferecendo descontos de até 95% em caso de liquidação de dívida de uma só vez para pessoas físicas e jurídicas, por via administrativa, e de até 50% após ação judicial.

O novo Refis tem como propósitos facilitar ainda mais a regularização de tributos atrasados e conter os índices de inadimplência, quer seja de pessoas jurídicas ou físicas. No caso de parcelamento, os descontos variam segundo a quantidade de parcelas. Assim, quanto mais parcelas, menores os descontos.

Conforme o decreto, as dívidas podem ser parceladas em até 36 vezes até o dia 31 de outubro de 2025. Após esse prazo, poderão ser em, no máximo, 24 vezes, com prazo final até 30 de dezembro do corrente ano. O valor de cada parcela mensal não pode ser inferior a R$ 100,00 para pessoas físicas e R$ 400,00 para pessoas jurídicas.
O pedido de parcelamento de débitos deverá ser processado nos seguintes termos: em requerimento próprio formalizado, conforme modelo da Secretaria Municipal de Tributação e será assinado pelo devedor ou seu representante legalmente constituído.

Para facilitar ainda mais o procedimento, a Prefeitura também passou a disponibilizar um recurso online para realizar o parcelamento. Basta acessar o site: https://macaiba.rn.gov.br/, clicar no ícone “Portal do Contribuinte” e digitar as informações nos seguintes campos: CPF/CNPJ e sequencial do imóvel. Em seguida, escolher a opção do acordo administrativo, informar a quantidade de parcelas, vencimento, telefone com o DDD e endereço de e-mail. Todos esses campos são obrigatórios. O inadimplente deve fazer a renegociação o quanto antes, sob pena de cobrança da dívida por via jurídica.

A Secretaria de Tributação reforça a importância da renegociação de dívidas por meio do Refis. Ao renegociar suas dívidas com o Município, o contribuinte poderá evitar multas, juros e outros problemas de ordem legal, como restrições de crédito, protesto judicial e, em casos excepcionais, penhora de bens. O decreto pode ser conferido na íntegra no link abaixo: <https://macaiba.rn.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/DOMM-1693.pdf>.

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Governo federal cobre mais de R$ 820 milhões em dívidas de estados e municípios; RN aparece na lista

De acordo com dados do Relatório de Garantias Honradas, a União desembolsou R$ 820,78 milhões em abril para cobrir dívidas não pagas por estados e municípios do Brasil. 

Ao todo, somente em 2025, os pagamentos já somam R$ 3,32 bilhões. Desde 2016, a União já cobriu R$ 78,76 bilhões em débitos garantidos. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (15) pelo Tesouro Nacional. 

Os estados e municípios que mais tiveram dívidas honradas em abril foram:

Minas Gerais – R$ 317,26 milhões

Rio Grande do Sul – R$ 82,12 milhões

Rio Grande do Norte – R$ 2,67 milhões

Santanópolis (BA) – R$ 73,1 mil

Como funciona esse pagamento? 

Atuando como garantidora de operações de crédito, a União cobre os atrasos e desconta esses valores de futuros repasses federais, como os do Fundo de Participação dos Estados e Municípios. 

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Petrobras reduz preço do diesel pela terceira vez em 2025; litro cai para R$ 3,27 e pode aliviar inflação dos alimentos

A Petrobras anunciou, na segunda-feira (6), a terceira redução no valor do diesel A neste ano. A partir de agora, o combustível será vendido às distribuidoras pelo preço médio de R$ 3,27 por litro — uma queda de R$ 0,16 em relação ao valor anterior.

Segundo a estatal, desde dezembro de 2022, o preço do diesel acumula queda de R$ 1,22 por litro, o que representa uma redução nominal de 27,2%. Corrigindo pela inflação do período, o recuo chega a R$ 1,75 ou 34,9%. A sequência de cortes contrasta com a política de Preço de Paridade de Importação (PPI), adotada durante o governo Bolsonaro, que vinculava os valores dos combustíveis ao mercado internacional.

Dados da Federação Única dos Petroleiros (FUP) apontam que, entre janeiro de 2019 e junho de 2022, o diesel subiu 203% nas refinarias. No mesmo período, a gasolina teve alta de quase 170%, enquanto o gás de cozinha (GLP) aumentou 119%.

Em entrevista à agência Reuters, o diretor financeiro da Petrobras, Fernando Melgarejo, explicou que a estatal realiza revisões de preços quinzenais. “Este espaçamento de tempo é utilizado para analisar especialmente as possibilidades de redução de preços. Assim, não precisa fazer tudo de uma vez só, faz de maneira faseada”, afirmou, destacando também a necessidade de consolidar o cenário macroeconômico global.

A diminuição no valor do diesel deve influenciar positivamente os índices de inflação, sobretudo nos alimentos. Isso porque mais de 60% da carga transportada no Brasil circula por rodovias, e os custos logísticos são diretamente afetados pelo preço do combustível. Com a queda, transportadoras podem reduzir os custos do frete, o que tende a ser repassado ao mercado, beneficiando produtores, distribuidores e, eventualmente, o consumidor final.

A expectativa de analistas é que a continuidade dessas reduções contribua para a desaceleração da inflação dos alimentos ao longo dos próximos meses.

A nova baixa foi comemorada por integrantes do Partido dos Trabalhadores. O senador e presidente nacional da legenda, Humberto Costa (PT-PE), escreveu em seu perfil na rede X (antigo Twitter): “Boa notícia! A Petrobras acaba de anunciar a redução de R$ 0,16 no litro do diesel nas distribuidoras. Preço médio do diesel A nas distribuidoras passará a ser de R$ 3,27 por litro. É a terceira vez que a Petrobras reduz o preço do combustível em 2025.”

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Brasil sobe no ranking de Desenvolvimento Humano da ONU

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) divulgou nesta terça-feira (6) a nova edição do Relatório de Desenvolvimento Humano, atualizando o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 193 países com dados de 2023. O índice leva em conta três indicadores principais: expectativa de vida, nível de escolaridade e renda per capita (PIB por pessoa).

O Brasil alcançou a 84ª posição no ranking global, com um IDH de 0,786 em uma escala que vai de 0 a 1. Esse valor classifica o país como de alto desenvolvimento humano. Em comparação com o ano anterior, o índice subiu 0,77%, uma vez que o IDH de 2022, revisado neste relatório, era de 0,780.

Na edição de 2022, o Brasil figurava na 89ª colocação. No entanto, considerando a atualização feita, estava na 86ª posição naquele ano. Isso significa que, efetivamente, o país subiu duas posições, ultrapassando a Moldávia e igualando-se a Palau.

O relatório mostra ainda que, entre 2010 e 2023, o Brasil teve um avanço médio anual de 0,38% no IDH. Já entre 1990 e 2023, o crescimento médio foi de 0,62% por ano.

De acordo com o Pnud, os países são agrupados em quatro categorias, conforme a pontuação do IDH. Aqueles com 0,800 pontos ou mais são considerados de desenvolvimento humano muito alto — um grupo composto por 74 nações. O Chile é o país latino-americano mais bem posicionado, ocupando o 45º lugar com um IDH de 0,878.

Além do Chile, outros nove países da América Latina e Caribe integram esse grupo: Argentina, Uruguai, Antígua e Barbuda, São Cristóvão e Névis, Panamá, Costa Rica, Bahamas, Barbados e Trinidad e Tobago. A média regional subiu de 0,778 para 0,783 entre 2022 e 2023, uma alta de 0,64%.

O Brasil está entre os 50 países classificados como de desenvolvimento humano alto, com IDH entre 0,700 e 0,799. Há ainda 43 países com IDH médio (entre 0,550 e 0,699) e 26 com desenvolvimento considerado baixo (abaixo de 0,550).

No topo do ranking mundial está a Islândia, com um IDH de 0,972, superando Suíça e Noruega. Os seis primeiros colocados são todos europeus, incluindo Dinamarca, Alemanha e Suécia. Na outra ponta, o Sudão do Sul, fundado em 2011, tem o menor índice do mundo, com 0,388. As últimas nove posições do ranking são todas ocupadas por países africanos. O Iêmen, em conflito há anos, ocupa a décima pior colocação.

A média global do IDH foi de 0,756 em 2023, um aumento de 0,53% em relação ao ano anterior (0,752). Segundo Pedro Conceição, responsável pelo relatório, este é o maior nível já registrado. No entanto, ele alerta para dois pontos de atenção: o primeiro é que o ritmo de progresso diminuiu, tornando-se o mais lento da história, excetuando o retrocesso causado pela pandemia. Caso o ritmo pré-2020 tivesse sido mantido, a humanidade já estaria próxima de um IDH muito elevado até 2030. O segundo ponto preocupante é que os países com índices mais baixos continuam estagnados, um fenômeno que ocorre pelo quarto ano consecutivo, rompendo uma tendência histórica de aproximação entre as nações.

A média dos países com IDH muito alto é de 0,914, enquanto os de IDH baixo registram média de 0,515.

O relatório também apresenta dados ajustados para desigualdade. Nesse cenário, o IDH do Brasil cai para 0,594, o que rebaixa o país à 105ª posição e o coloca na categoria de desenvolvimento médio. Por outro lado, na Islândia, a diferença é mínima: o IDH ajustado é de 0,923. Já o IDH global ajustado para desigualdade é de 0,590.

Na análise por gênero, as mulheres brasileiras apresentam um IDH ligeiramente superior ao dos homens: 0,785 contra 0,783, graças a melhores resultados em longevidade e educação, embora o rendimento per capita ainda seja inferior ao dos homens.

Quando o IDH é recalculado levando em conta a pegada de carbono de cada país, o Brasil aparece com índice de 0,702, subindo para a 77ª posição no ranking mundial.

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