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Padre Zezinho: “Daqui há dois dias deixarei as redes sociais”

Neste final de semana, após participar de um evento católico do qual tenho tanto apreço, saí com meu coração de leiga e jornalista inquieto.

Já estive ali inúmeras vezes a trabalho, mas desta vez vivi algo completamente diferente: participei como escritora, lançando um livro. Um momento que levarei para sempre no coração.

Uma das maiores riquezas desse evento é justamente reunir os diferentes carismas da nossa Igreja. É a oportunidade de enxergar aquilo que temos de mais bonito: a unidade na diversidade.

Ao meu lado estava o meu biografado, que também lançava seu livro. Confesso que, em todos esses anos trabalhando com ele, foram poucas as vezes em que o vi tão disposto. Aos 85 anos, olhou nos olhos das pessoas, abraçou, ouviu histórias, gravou vídeos, cantou e fez questão de acolher cada pessoa que se aproximava. Era bonito de ver.

Depois da sessão de autógrafos, ele seguiu para uma entrevista cuja pauta era sua própria história: 85 anos de vida e 60 anos de sacerdócio. Como assessora, não pude acompanhá-la, mas via de longe o quanto ele estava feliz e envolvido naquele momento. A entrevista era conduzida por um jornalista renomado e contava com outros entrevistadores, entre eles um influenciador digital.

O que deveria ser uma celebração de uma vida inteira dedicada à evangelização acabou se transformando em uma emboscada.

Em determinado momento, fizeram ao padre uma pergunta claramente tendenciosa. Não era uma pergunta sobre sua história, sobre seu ministério ou sobre sua missão. Era uma pergunta construída para citar nomes, provocar uma reação e gerar um corte. E conseguiram. Envolvido pela conversa, espontâneo como sempre foi, o padre respondeu. Deu a eles exatamente o que procuravam. O mais impressionante veio depois.

Nós sequer havíamos saído do evento quando o corte da entrevista já circulava pelas redes sociais. Não houve tempo para assistir à entrevista completa. Não houve tempo para ouvir o contexto. Não houve tempo para entender tudo o que havia sido dito.

Naquele exato momento, eu já sabia o que aconteceria em seguida. Eu sabia que um determinado influenciador gravaria um vídeo repercutindo aquele trecho, porque esse roteiro já se repetiu tantas vezes que ficou previsível. Eles andam juntos e são previsíveis. E foi exatamente o que aconteceu. Mal o corte começou a circular, já havia vídeo comentando o vídeo. Depois outro comentando o comentário. E assim nasce mais uma polêmica católica na Internet.

Enquanto isso, ninguém falou dos elogios que o padre fez durante a entrevista. Ninguém repercutiu sua alegria em celebrar 60 anos de sacerdócio. Ninguém compartilhou o carinho com que acolheu centenas de pessoas durante todo o evento.

Porque isso não viraliza? Uma vida inteira de evangelização rende poucos cliques.

Mas este texto não é para defender o Pe. Zezinho. Sua história fala por si. Seu legado também. Escrevo como leiga, jornalista e comunicadora católica. E justamente por isso me pergunto: o que esse tipo de comunicação produz para a Igreja? Que bem faz esse tipo de “apostolado”? Quem ganha quando um sacerdote se torna alvo de mais uma onda de julgamentos?

O Pe. Zezinho foi um dos grandes pioneiros da comunicação católica. Muito antes de existirem influenciadores, algoritmos ou redes sociais, ele já utilizava os meios de comunicação para evangelizar. Apanhou muito para abrir caminhos que hoje tantos percorrem com facilidade. Foi conselheiro de sacerdotes como o saudoso Pe. Léo, companheiro de missão e grande amigo de Pe. Jonas Abib, além de inspirar gerações de padres e comunicadores que hoje ocupam o seu espaço.

O que mais me preocupa é perceber que alguns dos que hoje se apresentam como defensores da verdade parecem viver à espera da próxima polêmica. Apresentam-se como guardiões da fé e da verdade. Mas, na prática, sobrevivem de recortes, de interpretações apressadas e da exposição pública de sacerdotes. Como católica de berço, aprendi a respeitar a persona Christi de um sacerdote, mesmo quando não concordo com tudo o que ele diz.

Como jornalista, aprendi que contexto importa. Como comunicadora católica, jamais faria uma pergunta cuja finalidade fosse colocar um padre em uma armadilha para produzir um vídeo de grande alcance.

Infelizmente, nós, católicos, alimentamos essa lógica toda vez que consumimos esse tipo de conteúdo. A comunicação nunca é neutra. Ela pode aproximar ou afastar, construir ou destruir, evangelizar ou escandalizar.

Quando alguém escolhe transformar um sacerdote em alvo de uma polêmica para gerar alcance, não atinge apenas aquela pessoa. Atinge a confiança dos fiéis, enfraquece a comunhão da Igreja e contribui para um ambiente de permanente suspeita entre irmãos. É preciso ter responsabilidade!

Saí daquele evento feliz por ver um sacerdote de 85 anos celebrar sua história junto ao povo. Poucos minutos depois, antes mesmo de deixar o local, vi aquela mesma história ser reduzida a um corte de poucos segundos. E isso, sinceramente, entristece meu coração de católica, de jornalista e de alguém que conhece os bastidores.

Texto da jornalista Gabi Bonavechio

#PadreZezinho #IgrejaCatólica #ComunicaçãoCatólica #Evangelização #RedesSociais

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IFRN inaugura rádio FM e amplia comunicação pública para mais de 1,4 milhão no Rio Grande do Norte

O Rio Grande do Norte ganhou uma nova voz pública com a inauguração da Rádio IFRN 95,3 FM, em 12 de junho de 2026, durante cerimônia no Centro de Tecnologia e Cultura Luzia Vieira de França, em Natal. Vinculada ao Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), a emissora chega para fortalecer a comunicação pública na região, abrangendo 28 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. Com programação focada em educação, ciência, cultura e cidadania, a rádio nasce de uma parceria entre IFRN, Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e Ministério da Educação (MEC), promovendo conteúdo de interesse público e regional.

A criação da Rádio IFRN faz parte do projeto nacional de expansão da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), que prevê a instalação de 49 emissoras educativas em todo o país, resultado de acordo firmado em 2023 entre a EBC e institutos federais. Segundo o reitor do IFRN, José Arnóbio, a emissora será um canal direto para estreitar o diálogo entre a instituição e a sociedade, veiculando produções locais, nacionais e valorizando a cultura potiguar. A gerente da RNCP/EBC, Luciana Couto, destaca que a rádio amplia a divulgação do conhecimento produzido pelo IFRN e fortalece a comunicação pública no estado, promovendo intercâmbio de conteúdos regionais e nacionais.

Com investimento de R$ 1,275 milhão do MEC e apoio técnico da EBC, a Rádio IFRN também atua como espaço de formação para estudantes, como Erick Santana, do curso técnico em Multimídia do Campus Natal-Centro Histórico, que integra a equipe da emissora. A entrada da rádio no ar representa uma nova fase para a comunicação institucional do IFRN, ampliando sua presença no rádio com conteúdos educativos, culturais, científicos e de interesse público, impactando diretamente o acesso da população à informação qualificada e fortalecendo o vínculo entre educação e cidadania no Rio Grande do Norte.

#RádioIFRN #ComunicaçãoPública #Educação #Cultura #RioGrandeDoNorte

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Revista Coité é homenageada na Câmara de Macaíba e reforça papel da comunicação que constrói cidadania

A Câmara Municipal de Macaíba realizou nesta quinta-feira, 30, uma sessão solene que colocou a comunicação local no centro do debate público. Entre os homenageados, a Revista Coité recebeu o reconhecimento em nome do editor Ádamo Rocha, simbolizando não apenas uma conquista institucional, mas a validação de uma trajetória construída com consistência e presença no cotidiano da cidade. A iniciativa, proposta pelo vereador Sérgio Lima, apoiada pela presidente Érika Emídio e aprovada por unanimidade, reuniu comunicadores e evidenciou o valor estratégico da informação de qualidade.

Por trás da homenagem, existe uma história que dialoga diretamente com a memória recente do Rio Grande do Norte. Em tempos em que o carro de som ainda era protagonista nas ruas e produzir conteúdo exigia datilografar textos e viajar até redações em Natal, a comunicação já mostrava sua força em Macaíba. Vieram o fax, o e-mail discado, a rádio comunitária em uma cidade pioneira nesse formato e, mais recentemente, a consolidação do ambiente digital. Cada etapa trouxe mudanças profundas, mas manteve um elemento essencial: o compromisso com a verdade e com o interesse público.

Hoje, o cenário é outro. A velocidade da informação transformou a forma como as notícias circulam entre bairros, distritos e cidades vizinhas como São Gonçalo do Amarante e Parnamirim. O que antes levava horas ou dias agora acontece em segundos. Esse avanço ampliou o alcance, mas também elevou a responsabilidade. Em meio a timelines aceleradas, o desafio deixou de ser apenas informar e passou a ser filtrar, contextualizar e dar sentido ao que realmente importa para a população.

É nesse ponto que surge uma reflexão que tem gerado conversa nas redes e fora delas. O termo “influenciador digital” carrega mais do que alcance, carrega responsabilidade. Influenciar não é conduzir, é dialogar. A diferença pode parecer sutil, mas muda tudo. Ao conectar essa ideia com referências como Jesus Cristo, Martin Luther King Jr., Gandhi, Nise da Silveira, Ruy Barbosa, Ariano Suassuna e Luiz Gonzaga, o debate ganha profundidade. Todos influenciaram gerações sem depender de algoritmos, mostrando que propósito e coerência têm mais força do que qualquer métrica.

Outro ponto que chamou atenção foi o reconhecimento ao fortalecimento institucional da comunicação pública em Macaíba. A criação da Secretaria Municipal de Comunicação Social pelo prefeito Emídio Júnior marcou uma mudança estrutural na forma como a gestão dialoga com a população. Com uma equipe qualificada e liderada pela jornalista Flavia Urbano, a primeira a ocupar o cargo no município, a pasta passou a organizar fluxos, ampliar transparência e aproximar profissionais da área. Na prática, isso impacta diretamente o cidadão, que passa a ter mais acesso e clareza sobre ações da gestão.

Esse movimento também reforça um princípio que nem sempre ganha destaque fora dos bastidores: a publicidade como regra da administração pública. Garantir que informações cheguem de forma clara ao público não é apenas estratégia, é obrigação. Em um estado onde a população acompanha de perto decisões políticas que afetam o dia a dia, da zona rural ao centro urbano, comunicar bem deixa de ser diferencial e passa a ser necessidade básica.

Em uma Macaíba marcada por história, cultura e identidade forte, o papel da comunicação ganha ainda mais relevância. A homenagem à Revista Coité não encerra um ciclo, ela amplia a responsabilidade. Em tempos de excesso de informação, credibilidade se torna ativo raro. E é justamente isso que tende a diferenciar quem apenas publica de quem realmente constrói pontes entre os fatos e a vida das pessoas.

#Macaíba #Política #Notícia #Atualidades #Comunicação

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Dia Internacional da Língua Materna reforça papel da diversidade linguística na educação básica

Celebrado hoje, 21 de fevereiro, o Dia Internacional da Língua Materna foi instituído pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura em 1999, por proposta de Bangladesh, e passou a ser observado mundialmente a partir de 2000. A data chama atenção para a importância da preservação das línguas e da promoção da diversidade cultural como pilares para sociedades mais inclusivas e sustentáveis. Segundo a UNESCO, cerca de 40% da população mundial não tem acesso à educação na língua que fala ou compreende, realidade que impacta diretamente a aprendizagem e amplia desigualdades. No Brasil, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apontam a existência de mais de 270 línguas faladas, especialmente em comunidades indígenas, o que evidencia a riqueza e os desafios da diversidade linguística no país.

A língua materna é o primeiro idioma aprendido no ambiente familiar e social e constitui a base do desenvolvimento cognitivo, emocional e cultural da criança. É por meio dela que se estruturam as primeiras relações, a compreensão do mundo e os processos iniciais de alfabetização. Especialistas em educação defendem que valorizar a língua materna na escola favorece a aprendizagem, melhora a compreensão leitora e fortalece a autoestima e o sentimento de pertencimento. No contexto da educação básica, reconhecer as variações linguísticas e respeitar os diferentes repertórios culturais dos estudantes é também uma estratégia pedagógica que contribui para reduzir barreiras e ampliar a participação em sala de aula.

Diante do avanço da globalização e do risco de desaparecimento de idiomas, a UNESCO reforça que as sociedades multilíngues se sustentam por meio da transmissão de saberes e tradições ao longo das gerações. Em 2026, o foco da campanha internacional destaca o papel dos jovens na construção de um futuro pautado pela educação multilíngue. Para famílias e escolas, a data se transforma em oportunidade de diálogo e prática, seja por meio de rodas de conversa, leitura de histórias ou atividades que valorizem a identidade linguística das crianças. Ao reconhecer a língua materna como direito e instrumento de aprendizagem, a sociedade reafirma o compromisso com uma educação mais inclusiva e com a preservação do patrimônio cultural brasileiro.

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Encontro internacional em Brasília destaca o papel do rádio na defesa da democracia

Brasília recebeu nesta segunda-feira a abertura da 50ª Assembleia Geral da Associação Internacional de Radiodifusão (AIR), que reúne mais de 30 representantes de emissoras de rádio e televisão de diferentes países das Américas. O evento, sediado pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), reforça o papel da comunicação na preservação dos valores democráticos.

Durante o pronunciamento de abertura, o presidente da AIR e vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet Camargo, destacou que o fortalecimento da radiodifusão é essencial em um momento de crescentes desafios à liberdade de expressão. Ele citou exemplos de instabilidade institucional em países da região e defendeu a união do setor para enfrentar retrocessos autoritários.

“Estamos aqui para reafirmar que os países com democracias consolidadas têm o dever de apoiar aqueles que enfrentam fragilidades. A liberdade de expressão é o alicerce da nossa missão”, afirmou Tonet.

A cerimônia contou com a presença de autoridades brasileiras e estrangeiras, representantes de grandes emissoras e dirigentes de entidades do setor. Entre os temas mais comentados, o avanço tecnológico da TV 3.0 ganhou destaque como símbolo da modernização da radiodifusão no país.

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Carlos Baigorri, ressaltou que a nova tecnologia representa um salto na qualidade da experiência do público. “A TV 3.0 vai transformar a forma como o consumidor interage com o conteúdo, oferecendo imagem e som superiores e maior possibilidade de interação. É um marco histórico para a radiodifusão brasileira”, afirmou.

A AIR representa cerca de 17 mil emissoras de rádio e televisão em todo o continente americano. A escolha do Brasil como sede da edição de 2025 reforça a relevância do país na promoção de um setor comprometido com a pluralidade, a informação e a defesa da democracia.

Imagem: O Globo

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Nada prospera se não viralizar: vale tudo no marketing das redes

Hoje, nada prospera se não virar postagem. E não falo apenas de sabão, cerveja ou xampu. Vale tudo

“Vale Tudo” confirmou: tudo é produto e o mercado são as redes. O merchandising suplantou cenas que deveriam causar impacto emocional, mas que se diluíram pela urgência de lavar a roupa em ciclo rápido e pelo delivery de cerveja gelada em 15 minutos.

Um parêntese: só o personagem Ivan resistiu à adesão tecnológica. Abriu uma agência física de viagem em plena era booking.com e distribuiu folheto na calçada em vez de usar o Instagram. O toque surreal ficou para o último capítulo: funcionou, abriu mais quatro filiais. Um delírio patrocinado pela nostalgia. Fecha parêntese.

A novela levantou voo ao ser fragmentada em memes e recortes que viralizaram nas redes. Nesse aspecto, o remake foi um sucesso: não pela elucidação do suspense, mas pelo alcance do engajamento — apesar do epílogo absurdo e do apagão final de quase todo o elenco. Nada disso importa. Deu certo.

Novo parêntese: lembrei de outra novela, “No Rancho Fundo”, em que Deborah Bloch fazia uma vilã que contracenava com Alexandre Nero no papel de um matuto, e era tudo tão sensível, criativo e coerente que um merchandising tontearia o público. Se chegou a acontecer alguma ação, deve ter sido muito bem-feita, pois ninguém lembra.

Ah, a elegância de uma inserção subliminar. Quem matou? Hoje, nada prospera se não virar postagem. E não falo apenas de sabão, cerveja ou xampu. Vale tudo: até livros.

Já não basta anunciar a data e o local da sessão de autógrafos. Se o escritor quer mesmo que seu novo trabalho seja conhecido, ele fará um vídeo mostrando o momento em que o livro chega às suas mãos, logo ao sair da gráfica — é uma ação estratégica, gera comentários, engaja os leitores. Nunca me pediram, mas fiz mais de uma vez, espontaneamente. A emoção é verdadeira, mas não deixa de ser merchan. Brasil, mostra a tua cara.

Shows, peças de teatro: se não houver barulho nas redes, melhor nem estrear. Convocação direta feita pelos artistas, cenas de bastidores, invasão de camarins, um drone sobrevoando a plateia — o tijolinho no jornal resiste como memorabília, apenas.

Filosofia, religiões, psicanálise, moda, turismo, nutrição, medicina. Onde quer que haja algo para vender — mesmo uma ideia, uma mentoria, uma reputação — é na prateleira virtual que será exposto o produto. Nem flagrantes de poesia escapam.

Aqui perto de casa, quando o sinal fecha, um garoto caminha em meio aos carros tocando violino e com a chave Pix estampada na camiseta. É bonito: pede ajuda oferecendo música em troca. Nunca vi um motorista puxar o celular para fazer uma transferência, mas todos fotografam e, em seguida, postam em seu perfil com alguma legenda edificante. Mais de 100 curtidas? Vendido!

Martha Medeiros – O Globo

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Viva o Rádio!

O Dia do Rádio e da Radiodifusão, lembrado em 25 de setembro, é uma homenagem ao poder da voz que atravessa o tempo e as distâncias. O rádio permanece como um companheiro fiel, informando, entretendo e formando opinião, mesmo em meio à revolução digital. Ele segue vivo porque fala de perto, alcança lugares onde outros meios não chegam e transmite a sensação de presença e proximidade.

Essa data celebra também os profissionais que dão vida às ondas sonoras, transformando notícias em orientação e música em emoção. A radiodifusão é memória, é história, mas também é futuro: ferramenta de comunicação que se reinventa sem perder sua essência. O rádio segue pulsando no coração do Brasil, unindo gerações em torno da magia da palavra falada.

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Dia Nacional da Televisão: uma janela que transformou o Brasil

Há 75 anos a televisão chegou ao Brasil

O Dia Nacional da Televisão, celebrado em 18 de setembro, é uma oportunidade para relembrar a trajetória desse meio de comunicação que marcou profundamente a sociedade brasileira. A televisão chegou ao Brasil em 1950, com a inauguração da TV Tupi, fundada por Assis Chateaubriand, que se tornou um dos grandes pioneiros dessa história. Desde então, o aparelho que reunia famílias em torno de uma sala se transformou em um dos principais veículos de informação, cultura e entretenimento no país.

Ao longo das décadas, a televisão brasileira foi responsável por revelar ícones que se tornaram parte da identidade cultural do povo. Nomes como Hebe Camargo, Chacrinha, Silvio Santos e Xuxa atravessaram gerações e se mantêm vivos na memória coletiva. Programas de auditório, novelas, telejornais e transmissões esportivas ajudaram a moldar costumes, ampliar horizontes e criar referências comuns, desempenhando um papel essencial no processo de integração nacional.

Nos dias atuais, mesmo diante da ascensão das plataformas digitais, a televisão ainda ocupa espaço de destaque. Ela continua a ser uma fonte de credibilidade jornalística, um ambiente de socialização familiar e uma ferramenta vital para a democracia, ao garantir acesso à informação de qualidade para diferentes camadas da população. Celebrar o Dia Nacional da Televisão é, portanto, reconhecer sua importância como patrimônio cultural e como meio que, mais do que entreter, contribui para fortalecer a cidadania.

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Jornal 87 estreia entrevistando Emídio Júnior

Estreou nesta segunda-feira, 1º de setembro, na 87 FM Macaíba, o programa Jornal 87. O noticiário chega com a proposta de informar e analisar o cotidiano político e social de Macaíba, do Rio Grande do Norte e do Brasil. À frente da bancada estão dois comunicadores de peso: o jornalista Graciano Luz e o radialista Thomas Senna, profissionais que carregam trajetórias marcadas pela defesa da comunicação como instrumento de cidadania.

Graciano Luz é um nome consagrado no rádio potiguar. Cronista político atento e respeitado, já atuou em diferentes veículos do estado, acompanhando de perto os rumos da política local e nacional. Seu olhar crítico e experiente confere ao programa a credibilidade de quem construiu carreira baseada na apuração séria dos fatos e na interpretação lúcida dos cenários. É justamente essa bagagem que fortalece o compromisso de oferecer ao público um jornalismo que não se limita a narrar acontecimentos, mas busca explicar suas consequências para a vida das pessoas.

Thomas Senna, por sua vez, agrega ao Jornal 87 uma trajetória marcada pelo engajamento social e pela militância em favor da democratização da radiodifusão. Publicitário, advogado e participante ativo da vida política de Macaíba, Senna construiu um legado de defesa da pluralidade de vozes e da comunicação como direito essencial. Sua experiência multifacetada enriquece o diálogo com a comunidade e assegura que o microfone da 87 FM seja um espaço de debate acessível e inclusivo.

A estreia do programa contou com a participação do prefeito Emídio Júnior, que destacou avanços da gestão municipal, os desafios ainda presentes e o cenário político que se desenha para 2026. Mais do que a entrevista inaugural, a presença do gestor simboliza a abertura de um espaço de diálogo transparente entre autoridades e população. Em tempos em que o jornalismo é constantemente desafiado, iniciativas como o Jornal 87 reafirmam a importância de uma imprensa ética, responsável e comprometida com a democracia. Vida longa ao programa, que nasce com a missão de ser um farol de informação e cidadania para Macaíba e região.

 

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Hoje é o Dia Internacional do Blog

O Dia Internacional do Blog, celebrado anualmente em 31 de agosto, é uma ocasião especial para reconhecer a importância e o impacto duradouro dessas plataformas na paisagem da comunicação global. Longe de ser apenas um diário virtual, o blog evoluiu para se tornar um espaço dinâmico e essencial para a troca de ideias, o compartilhamento de conhecimento e a construção de comunidades. Ele democratizou a voz, permitindo que indivíduos e organizações de todos os cantos do mundo expressem suas perspectivas, paixões e expertises, conectando-se com públicos que talvez nunca alcançariam por meio dos canais tradicionais.

No cenário atual, os blogs desempenham um papel crucial na disseminação de informações, no fomento do debate e na criação de conteúdo autêntico. Eles se tornaram fontes confiáveis para notícias segmentadas, análises aprofundadas, tutoriais práticos e relatos pessoais que ressoam com a experiência humana. Do pequeno empreendedor ao influenciador digital, do jornalista independente ao especialista em tecnologia, os blogs oferecem um palco para a criatividade e a inovação, enriquecendo a internet com uma diversidade de vozes e perspectivas que dificilmente seriam encontradas em outro lugar.

Portanto, ao celebrar o Dia Internacional do Blog, celebramos a liberdade de expressão, a curiosidade intelectual e o poder da conexão humana. É um lembrete de que, mesmo em um mundo dominado por mídias rápidas e efêmeras, o blog continua a ser um farol de conteúdo significativo e um espaço onde a paixão encontra seu público. Que possamos continuar a nutrir e a valorizar essas plataformas que, com sua essência colaborativa e informacional, seguem moldando a forma como nos comunicamos e interagimos no vasto universo digital.

Neste 31 de agosto também celebramos o Dia de São Raimundo Nonato e do Nutricionista.

Comunicação

Projeto de lei quer garantir paz e proibir ligações de telemarketing

A deputada Dayany Bittencourt (União/CE) apresentou um projeto que pretende dar força de lei ao direito de não receber ligações de telemarketing sem autorização. A proposta, apelidada de “Lei Não Me Perturbe”, altera o Código de Defesa do Consumidor para proibir que empresas entrem em contato com pessoas que se cadastrarem para bloquear chamadas comerciais. Hoje, essa proteção existe apenas como norma administrativa, mas a parlamentar quer torná-la definitiva e de cumprimento obrigatório.

De acordo com o texto, companhias que insistirem em ligar para quem optou pelo bloqueio poderão enfrentar desde advertências até multas milionárias, que podem chegar a R\$ 50 milhões. Em casos mais graves, a punição inclui suspensão temporária das atividades e até a proibição permanente de atuar no setor. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) será responsável por fiscalizar e aplicar as penalidades, fortalecendo o controle sobre o telemarketing no país.

O projeto também determina que as operadoras guardem o registro de quem autorizou receber chamadas e informem à Anatel todos os números usados nesse tipo de contato. O bloqueio para quem estiver no cadastro deverá ser efetivado em até 48 horas. Mesmo com a existência do portal “Não Me Perturbe”, os brasileiros ainda recebem mais de 1 bilhão de ligações indesejadas todos os meses, o que, segundo Dayany, mostra que as medidas atuais não têm sido suficientes para conter o problema.

Inspirada em exemplos adotados nos Estados Unidos e na Espanha, a proposta inclui ainda a criação de uma campanha nacional de conscientização, com orientações simples sobre como se cadastrar para bloquear ligações. A divulgação será feita anualmente por rádio, TV e redes sociais, em linguagem acessível para todos. Para a deputada, transformar essa política em lei, associada a punições mais rigorosas e ampla divulgação, é fundamental para assegurar o direito do consumidor à privacidade e ao sossego.

Comunicação Política

De olho em 2026, Lula muda toda a Comunicação da Presidência da República

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no lançamento do livro “Brasil da esperança: o marketing nas eleições mais importantes na história do país”, de autoria do marqueteiro da campanha de 2022, Sidônio Palmeira.

O publicitário Sidônio Palmeira deve assumir o comando da Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência) em janeiro. Ele foi convidado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e aceitou o cargo. Substituirá o atual ministro, Paulo Pimenta, e terá a missão de reformular a comunicação do governo, duramente criticada pelo chefe do Executivo nos últimos meses.

Marqueteiro da campanha que levou Lula ao 3º mandato em 2022, Sidônio já recebeu a pasta de “porteira fechada” e já começou a definir sua equipe. O atual secretário de Imprensa, José Chrispiniano, deixará o cargo assim como diversos outras figuras políticas e técnicas. 

Mesmo antes de assumir oficialmente o cargo, no último sábado (21.dez), pela manhã, Sidônio acompanhou a produção do pronunciamento de fim de ano de Lula, que deverá ser veiculado na véspera do Natal. A peça foi gravada no Palácio da Alvorada.

Com informações do Poder 360

 

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