Literatura

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Entre páginas e memórias: biblioteca de Macaíba transforma conhecimento em patrimônio vivo

Foto: Marcelo Augusto

Neste 9 de abril, quando o Brasil celebra o Dia Nacional da Biblioteca, um espaço histórico no coração de Macaíba se destaca como símbolo de acesso ao conhecimento e preservação cultural. A Biblioteca Pública Municipal Auta de Souza, instalada em um dos prédios mais antigos da cidade, vai muito além de um acervo silencioso: ela pulsa como ponto de encontro, troca e formação cidadã. Em tempos de excesso de informação e escassez de leitura aprofundada, o espaço reafirma sua relevância ao manter portas abertas para todos os públicos.

Com mais de 21 mil obras disponíveis gratuitamente, a biblioteca reúne desde cordéis e romances até produções acadêmicas e científicas, refletindo a diversidade cultural e intelectual do povo potiguar. Um dos destaques é a sala dedicada ao Direito, com cerca de nove mil exemplares especializados, incluindo áreas como Tributário e Fazendário, o que a torna referência regional também para estudantes e profissionais. Administrada pela prefeitura municipal, a instituição promove encontros literários abertos à população e mantém um sistema de empréstimo acessível mediante cadastro simples, ampliando o alcance do conhecimento no dia a dia da cidade.

Instalada na antiga residência dos irmãos Henrique Castriciano e Auta de Souza, construída no final do século XIX, a biblioteca carrega em suas paredes a própria história de Macaíba. Após décadas servindo a funções administrativas, o prédio foi transformado oficialmente em biblioteca pública nos anos 1990, consolidando seu papel social. Em um cenário onde o incentivo à leitura ainda enfrenta desafios no Brasil, espaços como esse não apenas guardam livros, mas constroem oportunidades, conectam gerações e reafirmam que o futuro também se escreve com páginas abertas.

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Dia do Livro Infantil reacende alerta sobre o futuro da leitura na era das telas

Celebrado em 2 de abril, o Dia Internacional do Livro Infantil chega em um momento de atenção global sobre os hábitos das novas gerações. Criada em homenagem ao escritor Hans Christian Andersen, a data reforça a importância de estimular o contato das crianças com histórias que atravessam gerações, em meio a um cenário cada vez mais dominado por celulares, vídeos curtos e consumo imediato de conteúdo.

Instituído em 1967 pelo Conselho Internacional sobre Literatura para Jovens, o dia mobiliza escolas, bibliotecas e projetos culturais em diversos países. No Brasil, o incentivo à leitura infantil ainda enfrenta desafios estruturais, como acesso limitado a livros e desigualdade educacional. Ao mesmo tempo, iniciativas públicas e privadas tentam reverter esse cenário com programas de leitura e distribuição de obras. A escolha anual de um país para liderar a campanha global também reforça o papel da literatura como ferramenta cultural e educativa, com o Brasil já tendo participado como destaque em edições anteriores.

Mais do que uma homenagem simbólica, a data levanta um debate direto sobre o tipo de formação que está sendo construída para o futuro. Ler na infância não é apenas entretenimento, mas base para pensamento crítico, criatividade e desenvolvimento emocional. Em um contexto de mudanças rápidas no consumo de informação, fortalecer o vínculo com os livros pode ser um dos caminhos mais consistentes para formar cidadãos mais preparados e conscientes.

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Sacrilégio não ler nem atender ao convite do conterrâneo!

Como referenciou Serejo, “Quando imagino que se esgotou a literatura em cenários de sertão, surge o romance As Sombras do Céu Apagaram Nossos Rastros, narrativa com a força da tragédia. É assim que Ronaldo Correia de Brito apresenta o livro que vai revelar Osair Vasconcelos como romancista.

O romance, na visão de Ronaldo, não conta apenas uma história feita de vingança e tragédia. Se faz ‘intercalada por reflexões poéticas e metafísicas de grande beleza’. O elogio vai mais além, muito além: Revela-se o talento do escritor e no seu domínio da carpintaria narrativa.

As Sombras do Céu Apagaram Nossos Rastros, de Osair, Editora Z / Sebo Vermelho, fixa novo tempo na literatura ficcional do RN. Será lançado no próximo sábado, das 9h ao meio-dia, no Sebo Vermelho. Projeto gráfico de Vitor Marinho com foto de capa de Ramon Vasconcelos.”

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Aluno da rede municipal de Macaíba, Antonny Ramos, lança livro

O aluno do Centro de Educação Municipal Vereador Pedro Gomes de Souza, da 5ª série, Antonny Ramos, de 11 anos, lançou o livro “Poemas de um pequeno sonhador”, durante o 3° Seminário Educação Macaibense em Movimento. Na obra, o estudante escreveu poemas que revelam não apenas sua criatividade, mas também sua visão de mundo repleta de sonhos, esperança e dedicação.

Antonny contou que gastou entre 5 e 6 meses para concluir a obra e que tudo começou quando ainda estudava em outra escola, a professora passou uma atividade de apresentação e ele escreveu poemas para apresentar, gostou e decidiu escrever para publicar. A obra nos convida a mergulhar no universo de um pequeno escritor que, com palavras simples e sinceras, consegue tocar o coração de quem lê.

“Criei um poema e apresentei na escola, Hailton Mangabeira viu e se interessou, a partir daí lançamos o livro Cinco Bocas. Continuei produzindo poemas e dessa vez foi lançado o livro Poemas de um Pequeno Sonhador. Meu maior sonho é me tornar arquiteto e conseguir dinheiro para produzir conteúdo e continuar lançando minhas obras”, declarou Antonny.

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Os dez livros mais vendidos da História: Obras que marcaram gerações

A lista dos livros mais vendidos da história oferece um retrato fascinante dos gostos literários ao longo dos séculos e do impacto cultural de certas obras. No topo está A Bíblia, com estimativas que superam os 5 bilhões de exemplares vendidos ou distribuídos em todo o mundo. Considerado o livro mais influente da civilização ocidental, sua difusão ultrapassa fronteiras religiosas, sendo também uma referência histórica, ética e literária. Em segundo lugar, O Livro Vermelho, de Mao Tsé-Tung, alcança mais de 1 bilhão de cópias, fruto da intensa propaganda e distribuição durante a Revolução Cultural na China, tornando-se um símbolo político mais do que uma obra literária.

Entre os romances, Dom Quixote, de Miguel de Cervantes, figura como o mais vendido, com cerca de 500 milhões de exemplares. Publicado pela primeira vez em 1605, a sátira sobre a cavalaria é considerada um marco do romance moderno. Seguem-se títulos como O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, com cerca de 200 milhões de cópias vendidas, e a série Harry Potter, de J.K. Rowling, que soma mais de 500 milhões de livros, combinando fantasia, amadurecimento e crítica social em uma narrativa envolvente para leitores de todas as idades.

Completando a lista estão O Senhor dos Anéis (J.R.R. Tolkien), O Hobbit (também de Tolkien), E Não Sobrou Nenhum (Agatha Christie), O Sonho da Câmara Vermelha (Cao Xueqin) e Ela, a Feiticeira (H. Rider Haggard). Esses títulos revelam a diversidade de estilos e temas que conquistaram o público global — do mistério ao romance épico, da filosofia à fantasia — e demonstram o poder duradouro das histórias bem contadas.

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