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Robertinho do Acordeon Participa de Concerto no TAM em homenagem ao Dia da FAB e do Aviador

O renomado músico macaibense Robertinho do Acordeon se apresentará nesta quarta-feira (16/10), às 19h, no palco do histórico Teatro Alberto Maranhão em evento alusivo ao Dia da Força Aérea Brasileira e ao Dia do Aviador.

O concerto da Banda de Música da Base Aérea de Natal contará com diversos músicos dos mais variados instrumentos, do clássico ao popular, transformando o momento em um verdadeiro espetáculo musical digno dos grandes palcos e das grandes plateias, tudo isso sob a regência do SO Efraim.

“Será um momento marcante participar de tão importante evento musical, principalmente quando homenageia a Força Aérea Brasileira e os Aviadores, fato que me remete a Augusto Severo – Mártir da Tecnologia Aeronáutica – que nasceu na minha Macaíba e que é orgulho para a aviação mundial”, ressaltou Robertinho, que emocionado, disse manter uma excelente relação de amizade e profissionalismo com os militares que compõem a Banda de Música da BANT.

Serviço:

Data: Quarta-feira (16 de outubro de 2024)

Horário: 19h

Local: Teatro Alberto Maranhão 

             Ribeira – Natal – RN

 

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Diana, mais uma perda de agosto

Já dissemos aqui que agosto sempre foi um mês de grandes perdas para o nosso Brasil. Há poucos dias nos despedimos de Sílvio Santos; ontem lembramos os 35 anos sem Raul Seixas e hoje, dia 22, 48 de morte do ex-presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira.

Nesta quarta-feira, 21, foi a vez de darmos adeus a Diana. Conhecida como “a cantora apaixonada do Brasil”, ela morreu aos 76 anos. A informação foi publicada pelo filho da artista, André, que a encontrou sem vida na casa onde vivia, em Araruama, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro. Não há causa da morte confirmada.

Nascida Ana Maria Siqueira Iório, Diana iniciou sua carreira musical no início da década de 1970 e, em 1972, lançou um disco homônimo produzido por Raul Seixas. É nesse primeiro álbum que está gravado seu maior sucesso, “Porque Brigamos”, versão de “I Am… I Sad”, de Neil Diamond.

Casada com Odair José, de quem gravou “Foi tudo culpa do amor”, Diana foi um expoente da canção romântica que fez sucesso popular nos anos 1970 e 1980, mas que era vista como brega pelas elites do país. As brigas do casal faziam a festa de revistas de celebridades.

Em 2001, gravou o álbum “Diana” com 12 faixas inéditas, antes de modificar a grafia de seu nome para Diannah. Em 2013, seu maior sucesso foi regravado pela cantora Bárbara Eugênia no disco “É o que Temos”. Bárbara rodou o Brasil com show em homenagem a Diana, sucesso até hoje principalmente na região Nordeste.

Pelo Facebook, o filho André lamentou a morte de Diana. “Vou sentir muita saudade de você. Das suas brigas, da sua genialidade forte, das suas conversas, e das suas aventuras de shows pelo Nordeste, onde você se apresentava para o povo do Brasil.”

Com informações de O Globo

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Aumente o som! Hoje é Dia Mundial do Rock!

O Dia Mundial do Rock é comemorado anualmente em 13 de julho.

Esta data é uma homenagem ao estilo musical do Rock n’ Roll, que revolucionou a música e o comportamento social da juventude na segunda metade do século XX.

Os grupos de rock, geralmente, são formados por um cantor, um baixista, um ou dois guitarrista e um baterista. 

Atualmente, o rock é um gênero musical composto por várias influências, que até são antagônicas, mas que continuam com o mesmo propósito original de lutar pela “liberdade de expressão”.

Mesmo sendo conhecido por Dia Mundial do Rock, esta data é comemorada especialmente no Brasil, graças a uma campanha promovida por duas rádios paulistas em 1990. Os americanos, por exemplo, preferem celebrar a data em 9 de julho.

Durante o Dia do Rock, são organizados eventos com shows de importantes artistas representantes do rock n’ roll nacional e internacional nas principais cidades brasileiras.

 

Origem do Dia Mundial do Rock

 

Em 13 de julho de 1985, houve um grande evento chamado Live Aid, um show simultâneo em Londres (Inglaterra) e na Filadélfia (Estados Unidos).

O objetivo principal era conscientizar a população mundial sobre a drástica pobreza e a fome na Etiópia.

O evento contou com a presença de artistas e grupos de rock renomados da época. Alguns deles: The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Rolling Stones, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou na Inglaterra e nos EUA), Eric Clapton, Black Sabbath.

O show foi transmitido ao vivo para diversos países. Na ocasião, o cantor e baterista Phil Collins propôs que o dia 13 de julho fosse lembrando como Dia Mundial do Rock.

 

O que fazer no Dia do Rock?

 

  • Vestir a camisa da sua banda de rock favorita
  • Passar o dia todo ouvindo os seus álbuns favoritos
  • Assistir aos shows mais icônicos da história do rock n´ roll no YouTube
  • Sair com os amigos para assistir ao show de uma banda de rock que você goste
  • Compartilhar suas músicas favoritas nas redes sociais
  • Montar uma banda de rock com os amigos

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Um encontro musical e mais que especial

Evinha e Eliete Regina fotografadas pelo repórter Gato Preto

Na semana em que o Belch Bar cerrou suas portas e o Forró com Turista findou sua história de décadas no Centro de Turismo, ultimando mais dois espaços culturais de Natal, um acalento para os que gostam da boa música e respeitam a trajetória dos que vivem por ela.

Na terça-feira, dia 10, o Projeto Seis e Meia promoveu em Natal um show especial. Talvez, a derradeira apresentação, juntos, dos Golden Boys e Trio Esperança. Irmãos na vida e na música.

Repertório impecável, banda perfeita, arranjos fiéis à memória de quem viveu os tempos áureos de sucesso de todas aquelas páginas musicais.

O Projeto dedicou o show a Eliete Regina, que talvez os mais jovens nem conheçam. Radialista por décadas, fez parte do casting da Globo, dubladora da lendária produtora Hebert Richers; produtora cultural e proprietária do Violão de Ouro, bar e casa de shows que nos anos 80 recebeu centenas de artistas populares, como Núbia Lafayette e Nelson Gonçalves.

No camarim do Teatro Riachuelo, a Revista Coité acompanhou o encontro de Eliete com Evinha (foto), da formação original do Trio Esperança.

Radicada há alguns anos na Europa, Evinha é das melhores e há muito não visitava Natal. Poucas cantoras brasileiras se arvoram a cantar seu repertório com a devida qualidade e dignidade.

Em 1968 a cantora deixou o Trio Esperança e gravou Cantiga Por Luciana, alcançando um sucesso gigante, vencendo o 4º Festival Internacional da Canção. Por isso, é mais que provável que alguma “Luciana” conhecida pelo caro leitor, nascida nos anos 70, tenha seu nome por inspiração de Evinha.

Aos que não a conhecem, o Gato Preto prescreve o Google. Verão que o mundo a respeita!

Todos os aplausos para a cultura Brasileira!

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Relíquia…

“Ninguém respeita a Constituição, mas todos acreditam no futuro da nação…”

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