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Tim Maia, 28 anos de saudade: o gigante do soul que mudou a música brasileira

Há 28 anos, o Brasil se despedia de uma das vozes mais potentes e autênticas da sua história musical. Tim Maia não foi apenas um intérprete de sucessos, mas o responsável por consolidar o soul em solo brasileiro, misturando groove, romantismo e irreverência em canções que atravessam décadas. Clássicos como “Me dê Motivo”, “Vale Tudo”, “Não Quero Dinheiro, Só Quero Amar” e “Descobridor dos Sete Mares” seguem vivos nas playlists e nas memórias afetivas de diferentes gerações, reafirmando seu lugar entre os grandes nomes da música popular do país.

A trajetória começou ainda nos anos 1950, quando fundou o grupo The Sputniks ao lado de jovens talentos como Roberto Carlos. A passagem pelos Estados Unidos, marcada por excessos e uma deportação, moldou o artista inquieto que retornaria ao Brasil para lançar, em 1970, o disco Tim Maia, ponto de partida de uma sequência de álbuns que redefiniram a sonoridade da MPB. Dono de um temperamento explosivo e de um perfeccionismo musical raro, construiu uma obra marcada por arranjos sofisticados, letras confessionais e uma presença de palco arrebatadora, que transformava cada apresentação em espetáculo imprevisível.

Em março de 1998, após passar mal durante um show no Teatro Municipal de Niterói, foi internado no Hospital Antônio Pedro com crise hipertensiva e infecção pulmonar. O quadro evoluiu para complicações graves e, dias depois, o cantor morreu em decorrência de choque séptico. A comoção foi imediata: fãs se reuniram para cantar seus sucessos enquanto aguardavam a despedida, e a cidade decretou luto oficial. Tim Maia deixou três filhos e um legado que vai além da discografia. Ele permanece como símbolo de talento indomável, autenticidade artística e da capacidade da música brasileira de dialogar com o mundo sem perder identidade.

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Coronel Ludugero, 56 anos depois: o riso que virou patrimônio do Brasil

Há 56 anos, o Brasil perdia Luiz Jacinto da Silva, mas o Coronel Ludugero seguia vivo no imaginário popular. Nascido em 1929, no bairro São Francisco, em Caruaru, no Agreste pernambucano, ele saiu da rotina de ajudante do pai seleiro, padeiro e entregador de telegramas para conquistar o rádio nordestino nos anos 1960. A guinada veio ao chamar atenção de José Almeida e do compositor Onildo Almeida, na antiga Rádio Difusora. Com arma na cintura, temperamento explosivo e erros propositais de pronúncia, o personagem satirizava os coronéis nordestinos e rapidamente se tornou indispensável no programa humorístico, arrastando multidões e ultrapassando fronteiras regionais.

O sucesso no rádio abriu caminho para a televisão, com passagens pela extinta TV Tupi e pela TV Globo. No repertório musical, Ludugero transformou o humor em disco: em 1962, gravou pela Mocambo “Ludugero apoquentado” e “Combuque de Ludugero”, além de xotes e modas de roda como “Si tivé mulé” e “Fiscá fulero”. Vieram ainda “Sem mulé não presta”, “Duas fia pra casá” e, em 1971, o LP “Ludugero casa uma filha”, que incluía “Vou pra tamarineira”, de Elino Julião. O maior êxito foi “A volta do regresso”, consolidando uma trajetória marcada por paródias e sátiras que dialogavam com o Brasil brejeiro da época, frequentemente comparado ao universo caipira de Mazzaropi.

A carreira foi interrompida tragicamente em 14 de março de 1970, quando o avião que transportava o artista e sua trupe caiu nas águas da Baía de Guajará-Mirim, no Pará. O corpo só foi localizado semanas depois, e o cortejo fúnebre entrou para a história como um dos maiores já vistos em Caruaru. Décadas mais tarde, em 1999, a Polydisc reuniu clássicos no CD “Coronel Ludugero – 20 supersucessos”, reafirmando a força de um personagem que dividia o palco com figuras como Felomena, Trubana e Otrope. Da sátira política ao humor picaresco, Coronel Ludugero permanece como um ícone cultural nordestino, símbolo de uma época em que o rádio moldava identidades e o riso era ferramenta de crítica e pertencimento.

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Santa Dulce dos Pobres: O Anjo Bom do Mundo foi para o céu há 34 anos

Quem a visse frágil, com pouco mais de 1,50 metro e saúde debilitada por problemas respiratórios, dificilmente imaginaria a dimensão de sua obra. Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes, a Irmã Dulce, morreu em 13 de março de 1992, cercada por religiosos e amigos, deixando um legado que ultrapassaria fronteiras. Conhecida como o anjo bom da Bahia, ela se tornaria, em 2019, a primeira mulher nascida no Brasil a ser canonizada, proclamada santa pelo papa Papa Francisco, após beatificação reconhecida pela Igreja Católica em 2011.

Baiana de Salvador, ingressou na vida religiosa em 1933 e rapidamente direcionou sua missão aos mais pobres da Cidade Baixa. Nos anos 1940, transformou um galinheiro ao lado do convento em um espaço improvisado de atendimento a doentes sem qualquer acesso à saúde. O que começou com 70 atendimentos ambulatoriais evoluiu para o Hospital Santo Antônio, embrião das atuais Obras Sociais Irmã Dulce. Hoje, o complexo reúne 21 núcleos, 954 leitos, cerca de 2 mil atendimentos diários, 2,2 milhões de procedimentos ambulatoriais por ano, além de milhares de cirurgias e internações, consolidando-se como referência em assistência gratuita no país.

Articulada com empresários, políticos e voluntários, Irmã Dulce construiu uma rede de solidariedade que antecipou, décadas antes, o conceito de acesso universal à saúde que seria institucionalizado com o SUS em 1988. Sua canonização, ocorrida na Praça São Pedro, no Vaticano, simbolizou não apenas reconhecimento religioso, mas a validação de uma trajetória marcada por coragem, gestão eficiente e compromisso social. Trinta anos após sua morte, seu legado permanece vivo no Santuário Santa Dulce dos Pobres e nas milhares de histórias de vidas transformadas por uma obra que nasceu da fé e se sustentou na prática diária da caridade.

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10 de março: Hoje é Dia do Sogro

Nem todo herói usa capa. Alguns oferecem conselhos discretos, ajudam nos bastidores e se tornam referência de equilíbrio nas relações familiares. Celebrado em 10 de março, o Dia do Sogro é uma oportunidade de reconhecer o pai do cônjuge como figura fundamental na construção da família. Mais do que um parentesco formal, muitos sogros assumem o papel de segundo pai, amigo e conselheiro, fortalecendo vínculos que ultrapassam gerações.

A data convida a valorizar relações que nem sempre ganham destaque público, mas são decisivas para a harmonia familiar. Um almoço em família, uma mensagem de gratidão ou um gesto simbólico podem marcar o dia e reforçar o respeito mútuo entre genros, noras e sogros. A celebração também ajuda a desconstruir estereótipos e a reconhecer a importância de laços construídos com diálogo, convivência e afeto. Para quem gosta de organizar o calendário, vale lembrar que o Dia da Sogra é comemorado em 28 de abril.

Em tempos em que a dinâmica familiar se transforma e novos modelos de convivência se consolidam, datas como essa reforçam o valor do cuidado e da presença. O 10 de março também abriga outras reflexões: na mesma data celebram-se o Dia do Telefone e o Dia Nacional do Sedentarismo, ampliando o debate sobre comunicação, conexão e qualidade de vida. Entre homenagens e conscientização, o dia se torna um convite a fortalecer laços e repensar hábitos.

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Vozes que mudaram o Congresso: a força das mulheres na história e no presente da Câmara

Wilma de Faria foi eleita Deputada Federal Constituinte pelo RN em 1986. Renunciou ao mandato para assumir a Prefeitura de Natal em 1º de janeiro de 1989.

Durante quase um século da história política brasileira, as mulheres ficaram fora das cadeiras do Parlamento, mesmo participando ativamente da vida pública. Só em 1932 o direito ao voto feminino foi garantido em todo o país, abrindo caminho para que, dois anos depois, Carlota Pereira de Queiróz se tornasse a primeira deputada federal do Brasil. A conquista, no entanto, foi resultado de uma mobilização que começou muito antes, com mulheres organizando movimentos, escrevendo manifestos e pressionando instituições em busca de participação política e cidadania plena.

A presença feminina ganhou novo fôlego a partir da redemocratização. Na Assembleia Nacional Constituinte de 1987 e 1988, 26 deputadas participaram da construção da Constituição que consagrou a igualdade entre homens e mulheres como princípio fundamental do país. Nos anos seguintes, a articulação coletiva se fortaleceu com a criação da Bancada Feminina na Câmara, responsável por impulsionar políticas de enfrentamento à violência de gênero, ampliação de direitos trabalhistas e mecanismos institucionais de proteção às mulheres dentro do próprio Parlamento.

Hoje, o desafio é transformar conquistas legais em presença efetiva no poder. Embora representem mais da metade da população e do eleitorado brasileiro, as mulheres ocupam cerca de 18 por cento das cadeiras da Câmara dos Deputados. Ao mesmo tempo, novas vozes ampliam a diversidade do Congresso, como a eleição da primeira deputada indígena, Joênia Wapichana, em 2018, e das primeiras deputadas federais trans, Erika Hilton e Duda Salabert, em 2022. A história mostra que cada avanço foi fruto de pressão social, organização política e persistência coletiva.

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Dia do Esportista: 19 de fevereiro reforça esporte como pilar da saúde e da cidadania

Hoje é o Dia do Esportista, data que destaca a importância da prática esportiva para a promoção da saúde e do bem-estar da população brasileira. A data tem origem na Lei nº 8.672, de 1993, conhecida como Lei Zico, que instituiu oficialmente a homenagem, mantida pela tradição mesmo após mudanças posteriores na legislação esportiva. Mais do que reconhecer atletas de alto rendimento, a celebração valoriza todas as pessoas que incorporam o movimento à rotina como estratégia de prevenção de doenças e melhoria da qualidade de vida.

Dados do Ministério da Saúde mostram que a prática regular de atividade física reduz o risco de doenças crônicas como hipertensão, diabetes e obesidade, além de contribuir para a saúde mental. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE, cerca de 40% dos adultos brasileiros ainda são insuficientemente ativos no tempo livre, o que reforça a necessidade de políticas públicas e ações comunitárias que incentivem o esporte em diferentes faixas etárias. Caminhadas, esportes coletivos e modalidades individuais são alternativas acessíveis que ajudam a combater o sedentarismo e fortalecem vínculos sociais.

O Dia do Esportista também evidencia valores como disciplina, cooperação e perseverança, fundamentais para a formação cidadã. Ao estimular hábitos ativos desde a infância, a data contribui para uma sociedade mais saudável e integrada, alinhada às diretrizes do Sistema Único de Saúde para a promoção da saúde. A celebração convida a população a reconhecer que ser esportista não depende de competição profissional, mas da escolha diária de se movimentar e cuidar do corpo e da mente.

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37 anos depois, Carlos Alexandre permanece vivo na memória da música popular

No dia 30 de janeiro, completam-se 37 anos da morte de Carlos Alexandre, um dos cantores e compositores potiguares de maior projeção nacional na música popular romântica. Nascido em Nova Cruz, no Rio Grande do Norte, o artista iniciou a carreira ainda jovem, quando usava o nome artístico de Pedrinho, e teve a primeira música gravada em 1975. A mudança para São Paulo marcou o início de sua consolidação profissional, com a assinatura de contrato com a gravadora RGE e o lançamento de sucessos que rapidamente conquistaram o público em todo o país.

O reconhecimento veio de forma expressiva a partir de 1978, com o compacto que ultrapassou 100 mil cópias vendidas e abriu caminho para o LP Feiticeira, que alcançou cerca de 250 mil unidades comercializadas e ganhou edição em espanhol. Ao adotar o nome artístico Carlos Alexandre, em homenagem ao padrinho, o cantor consolidou uma identidade que se tornaria símbolo da música romântica popular. Ao longo de 11 anos de carreira, lançou 14 álbuns, três compactos, teve mais de 200 músicas gravadas e recebeu 15 discos de ouro, além de um de platina, segundo registros da indústria fonográfica brasileira.

Autor de canções marcantes como Feiticeira, A Ciganinha, Índia e Cartão Postal, Carlos Alexandre teve obras regravadas por nomes como Genival Lacerda, Gilliard, Barros de Alencar e Falcão, além de inspirar novas gerações de artistas. Em 2005, sua contribuição à cultura musical foi celebrada no projeto Tributo a Carlos Alexandre, realizado no Teatro Alberto Maranhão, em Natal, reunindo intérpretes de diferentes estilos e reafirmando a atualidade de sua obra. Pesquisadores da música popular destacam que suas composições retratavam o cotidiano, os afetos e os conflitos amorosos com linguagem direta e sensível, o que explica sua permanência no imaginário coletivo.

Carlos Alexandre morreu em 30 de janeiro de 1989, aos 31 anos, em um acidente de carro na estrada RN-093, quando retornava de um show em Pernambuco. O sepultamento, realizado no dia seguinte em Natal, reuniu uma multidão de fãs e marcou de forma definitiva a história cultural do Rio Grande do Norte. A data reforça a relevância de seu legado para a música brasileira e também lembra que, em 30 de janeiro, celebram-se o Dia Nacional das HQs, o Dia do Padrinho, o Dia Mundial da Não Violência e Cultura de Paz e o Dia da Saudade.

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25 de janeiro: Dia do Carteiro e uma celebração à comunicação no Brasil

O Dia do Carteiro e dos Correios, comemorado neste 25 de janeiro, marca a origem do serviço postal no Brasil e homenageia profissionais essenciais para a integração do país. A data remete a 1663, quando foi criado o cargo de Correio-Mor da Monarquia Portuguesa no território brasileiro, tendo Luiz Gomes da Matta Neto como primeiro titular. O marco é reconhecido oficialmente pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, fundada em 1969, que celebra nesta mesma data o aniversário da instituição responsável pela universalização do serviço postal.

Ao longo da história, os Correios desempenharam papel estratégico na construção do Brasil, estando presentes em momentos decisivos da vida nacional. Registros históricos apontam que, durante o período da Independência, a circulação de correspondências foi fundamental para a articulação política, tendo Paulo Bregaro como patrono da instituição. Atualmente, dados oficiais da empresa indicam que o serviço alcança todos os municípios brasileiros, garantindo a entrega de documentos, encomendas e serviços essenciais, o que reforça seu papel de inclusão social e de fortalecimento da cidadania.

Mesmo diante da transformação digital, os carteiros seguem centrais na dinâmica econômica e social do país. Informações institucionais mostram crescimento expressivo na entrega de encomendas relacionadas ao comércio eletrônico, aliado ao uso de tecnologias que ampliam a segurança e a eficiência das operações. A celebração de 25 de janeiro reconhece a dedicação desses profissionais como pilares da comunicação e do desenvolvimento nacional. Na mesma data, também são celebrados o Dia da Bossa Nova e o Aniversário da cidade de São Paulo.

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43 anos sem Garrincha, a alegria do povo que entrou para a eternidade do futebol brasileiro

Manoel Francisco dos Santos, eternizado como Garrincha e consagrado pelo povo como o Anjo das Pernas Tortas, faleceu em 20 de janeiro de 1983, no Rio de Janeiro, aos 49 anos de idade. A causa da morte foi cirrose hepática, consequência de anos de alcoolismo, conforme registros médicos oficiais da época. Ídolo incontestável do futebol brasileiro, Garrincha construiu uma trajetória singular, marcada por dribles desconcertantes, irreverência e uma capacidade rara de encantar multidões, sendo peça fundamental nas conquistas das Copas do Mundo de 1958 e 1962, esta última com atuação decisiva reconhecida oficialmente pela FIFA e pela Confederação Brasileira de Futebol.

A despedida do craque entrou para a história como um dos maiores funerais já registrados no Brasil. Milhares de pessoas acompanharam o velório realizado no Maracanã, símbolo máximo de sua carreira, antes do cortejo seguir até Pau Grande, distrito de Magé, onde Garrincha nasceu. O trajeto foi tomado por uma multidão emocionada, formada por torcedores de diferentes gerações, que prestaram homenagens espontâneas àquele que representou a alegria do futebol em sua forma mais pura. No túmulo, o epitáfio resume o sentimento popular: “Aqui jaz em paz aquele que foi a Alegria do Povo, Mané Garrincha”.

Mesmo após quatro décadas de sua morte, o legado de Garrincha permanece vivo na memória esportiva e cultural do país. Sua genialidade segue sendo celebrada em produções audiovisuais, estudos acadêmicos e homenagens institucionais, como o Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, um dos principais palcos esportivos do Brasil. Garrincha não foi apenas um atleta extraordinário, mas um símbolo nacional de espontaneidade, talento e identificação popular, cuja história transcende o futebol e ocupa lugar definitivo na identidade brasileira.

Este dia 20 de janeiro também celebra o Dia do Queijo, o Dia da Parteira Tradicional, o Dia de São Sebastião e o Dia do Farmacêutico.

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Elis Regina: 44 anos sem o brilho e a voz da Pimentinha

“Eis o adeus de Elis no palco de Trem Azul – um voo para o mar sem fim das galáxias onde habitam as estrelas. Lembremos dela, hoje, como uma pessoa presente, porque o passado não se reconstitui (nem há futuro…); claro, o passado se reproduz no contexto histórico naquilo que foi talhado, dito, escrito… De Elis, obviamente, temos seu acervo: discos, CD’s, DVD’s, jornais, revistas, fotografias… Não ser esquecido é um dom e sua obra é seu maior legado.”

O texto acima é do amigo Francinaldo Borges, funcionário público paraibano, notável devoto da carreira de Elis.

Gaúcha de Porto Alegre, Elis nasceu em 17 de março de 1945, e desde muito jovem despontou como um talento singular na música brasileira ao entrar em programas de rádio infantojuvenis. Sua carreira profissional ganhou projeção nacional na década de 1960, especialmente após vencer o Festival de Música com “Arrastão” e se tornar uma figura central da música popular ao colaborar com compositores como Edu Lobo, Vinicius de Moraes, Tom Jobim e Milton Nascimento, interpretando obras que se tornaram marcos da cultura musical do país. Ao longo de sua trajetória, que incluiu álbuns de enorme relevância como “Elis & Tom”, gravado com Antonio Carlos Jobim, a intensidade de sua voz e a profundidade de suas interpretações estabeleceram um novo patamar para intérpretes de MPB, cativando público e crítica e consolidando seu legado artístico.

O engajamento de Elis Regina extrapolou os palcos e se conectou com o contexto sociopolítico de um Brasil sob regime militar, situação em que suas escolhas estéticas e posicionamentos ganharam significados mais amplos. Respeitada por sua versatilidade e presença de palco, a cantora influenciou gerações de artistas e continua sendo referência na música brasileira. A morte prematura em 19 de janeiro de 1982, aos 36 anos, decorrente de uma combinação de substâncias que provocou uma parada cardíaca, provocou comoção nacional e interrompeu uma carreira em plena maturidade criativa. Mesmo após mais de quatro décadas, sua obra e sua voz permanecem presentes no imaginário cultural do Brasil, lembradas tanto pelos clássicos eternizados quanto pela força com que transformou cada interpretação em experiência única.

  • Este 19 de janeiro também é dia do Cabeleireiro, Dia do passista e Dia de São Canuto. 

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Parabéns, Denilson!

Hoje, 14 de janeiro, a Revista Coité parabeniza o vereador e vice-presidente da Câmara Municipal de Macaíba, Denilson Gadelha, pela passagem de seu aniversário, celebrando antes de tudo a vida, a saúde e a trajetória marcada pela competência, seriedade e compromisso com os macaibenses.

Que este novo ciclo seja de paz, fé e sucesso, renovando as forças para seguir atuando com dedicação no parlamento e também colhendo conquistas em sua destacada carreira como atleta, reconhecida em nível estadual, nacional e internacional.

Que não lhe falte disposição para continuar servindo, lutando e trabalhando em favor de Macaíba.

Parabéns, vereador Denilson Gadelha!

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