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Gilson, cantor e compositor potiguar de Macau, morre em Minas Gerais

O músico e compositor Gilson Vieira da Silva, nascido em Macau, no Rio Grande do Norte, faleceu neste sábado (30) em Minas Gerais. Reconhecido nacionalmente, ele marcou a música brasileira com a canção “Casinha Branca”, lançada em 1979 e transformada em um grande sucesso após integrar a trilha sonora da novela Marrom Glacê.

Ao longo da carreira, Gilson construiu um repertório de destaque, assinando composições como “Verdade Chinesa”, gravada por Emílio Santiago, “Fim de Solidão”, interpretada por José Augusto, e “I Love You”, registrada por Adriana. Também lançou os álbuns Vitrine (1980), Encontro Casual (1987) e Tempo Bom (1991), consolidando sua trajetória artística.

Criado entre Macau e Natal, o artista mudou-se ainda jovem para o Rio de Janeiro em busca de oportunidades na música. Nos últimos anos, vivia em Boa Família, distrito de Muriaé (MG). O sepultamento está previsto para as 17h deste sábado, em Miraí (MG). A causa da morte não foi informada pela família.

#GilsonVieira #MacauRN #MusicaBrasileira #CasinhaBranca #RioGrandeDoNorte

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O encontro da Revista Coité com Edgar Morin, que virou saudade

A morte do filósofo, sociólogo, antropólogo e pensador francês Edgar Morin, aos 104 anos, anunciada nesta sexta-feira (29), encerra uma das trajetórias intelectuais mais influentes da contemporaneidade e deixa um legado que atravessa fronteiras, áreas do conhecimento e gerações de pesquisadores. Referência mundial do chamado pensamento complexo, Morin transformou a maneira de compreender as relações entre ciência, sociedade, cultura e condição humana, influenciando campos como comunicação, filosofia, psicologia, ciências sociais, educação e direito. Intelectual humanista, resistente ao nazismo durante a Segunda Guerra Mundial, integrou a Resistência Francesa contra a ocupação alemã e adotou o sobrenome Morin durante o período de clandestinidade, substituindo o nome de nascimento, Nahoum. Ao longo de sua trajetória intelectual e política, tornou-se também um crítico firme do stalinismo e de todas as formas autoritárias de poder, dedicando sua vida à defesa de uma visão mais integrada, crítica e profunda do mundo.

Em Natal, cidade pela qual nutria especial apreço e à qual retornou diversas vezes, Morin protagonizou um encontro improvável que permanece vivo na memória da Revista Coité. Era 2012, quando participava de mais uma atividade acadêmica promovida pelo Grupo de Estudos da Complexidade da UFRN. Na mesma noite, na silenciosa Ponta do Morcego, o editor do blog, o repórter Gato Preto, preparava-se para jantar quando percebeu a chegada de um senhor que, antes de entrar no restaurante, decidiu contemplar o busto da poetisa Zila Mamede. Ao se aproximar, veio a surpresa: era o próprio Edgar Morin. Sozinhos na penumbra, diante da homenagem à escritora, permaneceram alguns minutos em um diálogo silencioso, interrompido apenas por um discreto e recíproco “boa noite”. Um encontro breve, sem discursos nem fotografias, mas carregado de significado para quem passou anos ouvindo, estudando e admirando a genialidade daquele que se consolidaria como um dos maiores pensadores do último século.

Hoje, aquela cena ganha contornos de despedida. O homem que parou para ler atentamente uma placa desgastada sobre Zila Mamede e que dedicou a vida a combater a fragmentação do conhecimento transforma-se definitivamente em memória e legado. Autor de mais de 30 livros, entre eles a influente obra Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro, escrita em parceria com a Unesco, Morin defendeu que o mundo não pode ser compreendido por partes isoladas, mas pela articulação entre diferentes saberes e experiências humanas. Instituições acadêmicas, pesquisadores e admiradores em todo o mundo lamentam sua partida, enquanto sua obra permanece como referência indispensável para as ciências humanas e para todos os que acreditam na necessidade de reconectar saberes em tempos de crescente complexidade.

Para a Revista Coité, fica a honra daquele encontro improvável em uma noite natalense e a certeza de que Edgar Morin continuará presente onde houver reflexão crítica, sensibilidade humana, compromisso com a democracia e inquietação.

#EdgarMorin #RevistaCoité #GatoPreto #PensamentoComplexo #NatalRN

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Câmara de Macaíba realiza sessão solene em homenagem aos garis

A Câmara Municipal de Macaíba realizou, na manhã desta quinta-feira (28), uma sessão solene em homenagem aos garis, em alusão ao Dia do Gari, celebrado em 16 de maio. O momento reuniu representantes da categoria, secretários municipais e autoridades locais, entre elas a presidenta Érika Emídio e os vereadores Sérgio Lima, Dadaia, Rita de Cássia, Aroldo da Saúde, Venício Filho, Clarissa Matias e Edi do Posto.

A homenagem destacou o papel essencial desempenhado pelos garis na preservação da limpeza urbana, da saúde pública e da qualidade de vida da população. Mais do que um reconhecimento simbólico, a solenidade reforçou a importância da valorização desses profissionais, que diariamente contribuem para o bem-estar da cidade com dedicação e compromisso.

O evento também chamou atenção para a necessidade de respeito e reconhecimento contínuo à categoria, não apenas em datas comemorativas, mas em todos os dias do ano.

#HomenagemAosGaris #DiaDoGari #ValorizeOsGaris #Macaíba #ReconhecimentoProfissional

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Dia do Trabalhador Rural: a força e os desafios do homem e da mulher do campo

Celebrado neste 25 de maio, o Dia do Trabalhador Rural homenageia milhões de brasileiros que dedicam suas vidas ao cultivo da terra, à produção de alimentos e ao fortalecimento da economia nacional. A data foi instituída pela Lei nº 4.338, de 1964, em memória do deputado federal Fernando Ferrari, reconhecido pela defesa dos direitos dos trabalhadores do campo e pela participação na construção do Estatuto do Trabalhador Rural. Desde então, o dia se tornou símbolo de reconhecimento à importância de homens e mulheres que garantem o abastecimento das cidades e movimentam o desenvolvimento do país.

O trabalho rural ocupa posição estratégica na economia brasileira. Atualmente, o agronegócio representa cerca de 24% do Produto Interno Bruto do Brasil, enquanto mais de 30 milhões de pessoas atuam direta ou indiretamente no setor. A agricultura familiar também possui papel essencial nesse cenário. Dados recentes relacionados a Agricultura familiar mostram que os 3,9 milhões de estabelecimentos familiares, mesmo ocupando apenas 23% das terras agrícolas, são responsáveis por 67% das ocupações no campo e por grande parte dos alimentos consumidos diariamente pela população brasileira. Além da produção de alimentos, o setor impulsiona cadeias ligadas ao transporte, comércio, tecnologia e indústria.

Nas últimas décadas, o campo passou por profundas transformações com a chegada da mecanização, da agricultura de precisão e das tecnologias digitais. Máquinas modernas, drones, aplicativos e sistemas inteligentes passaram a fazer parte da rotina rural, aumentando a produtividade e exigindo cada vez mais qualificação profissional. Ao mesmo tempo, os trabalhadores rurais ainda enfrentam desafios como mudanças climáticas, dificuldades de acesso a crédito, oscilações de mercado e o êxodo de jovens para os centros urbanos. Mesmo diante dessas dificuldades, o trabalhador rural segue sendo peça fundamental para a segurança alimentar, a sustentabilidade e o crescimento econômico do Brasil.

#DiaDoTrabalhadorRural #AgriculturaFamiliar #HomemDoCampo #AgroBrasil #EconomiaRural

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Dia das Técnicas, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem destaca profissionais que sustentam o cuidado diário na saúde

Neste 20 de maio, o Brasil celebra o Dia das Técnicas, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem, profissionais que fazem da rotina do cuidado uma missão diária dentro das unidades de saúde. Presentes em hospitais, postos, clínicas e atendimentos domiciliares, são eles que acompanham de perto cada etapa da recuperação dos pacientes, oferecendo atenção, segurança e acolhimento em momentos muitas vezes delicados para milhares de famílias brasileiras.

A data, instituída pelo Conselho Federal de Enfermagem, também homenageia Anna Nery, pioneira da enfermagem no país e símbolo de dedicação à saúde pública. Técnicos e auxiliares representam hoje a maior força de trabalho da assistência em saúde no Brasil, atuando desde os cuidados básicos até procedimentos essenciais no acompanhamento clínico. Mais do que executar funções técnicas, esses profissionais também carregam uma das tarefas mais humanas da área da saúde: ouvir, confortar e estar presente.

Mesmo diante de jornadas intensas e desafios estruturais enfrentados diariamente, a categoria segue sendo referência de compromisso e resistência. Em cada plantão, no silêncio dos corredores hospitalares ou na correria das emergências, técnicas, técnicos e auxiliares de enfermagem mostram que o cuidado vai além dos protocolos. Neste 20 de maio, a homenagem é para quem transforma dedicação em presença e faz da empatia parte fundamental do atendimento à população.

#TécnicosDeEnfermagem #AuxiliaresDeEnfermagem #DiaDaEnfermagem #SaúdePública #20DeMaio

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19 de Maio: Dia do Estudante de Direito e do Médico da Família

O dia 19 de maio reúne duas datas importantes ligadas à formação, cuidado e compromisso com a sociedade. Em todo o mundo, é celebrado o Dia Mundial do Médico e da Médica de Família e Comunidade, criado pela Organização Mundial de Médicos de Família para reforçar a importância da atenção primária, do acompanhamento contínuo dos pacientes e da medicina preventiva. No Brasil, a especialidade também possui uma data nacional comemorada em 5 de dezembro, em referência à fundação da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade.

A mesma data também marca o Dia do Estudante de Direito no Brasil, uma homenagem aos acadêmicos que se dedicam à formação jurídica e à defesa da cidadania. A celebração coincide com o Dia de Santo Ivo, tradicionalmente reconhecido como padroeiro dos advogados. Já no dia 11 de agosto, estudantes e profissionais do Direito voltam a ser homenageados em referência à criação dos primeiros cursos jurídicos do país, em 1827, um marco histórico para o ensino superior brasileiro.

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Dia do Assistente Social

Quando uma família perde renda, quando falta atendimento de saúde, quando uma criança abandona a escola ou quando a violência bate na porta de alguém, existe uma profissão que quase sempre está nos bastidores tentando impedir que o problema vire tragédia. Neste 15 de maio, o Brasil celebra o Dia do Assistente Social, uma data que vai muito além de homenagem institucional. Em hospitais públicos, escolas, comunidades periféricas, centros de assistência e até nas áreas mais esquecidas do país, esses profissionais enfrentam diariamente a desigualdade que muita gente prefere não enxergar. E talvez esse seja o detalhe mais simbólico da profissão: trabalhar justamente onde o Estado costuma chegar tarde.

Em 2026, o Serviço Social brasileiro completa 90 anos carregando uma transformação histórica que pouca gente conhece. A profissão nasceu com bases conservadoras nos anos 1930, mas se reinventou ao longo das décadas até se tornar uma das vozes mais ativas na defesa de direitos, democracia e políticas públicas. O próprio mote nacional das comemorações deste ano revela o tamanho desse posicionamento: “Com direitos, democracia e unidade na diversidade, a gente faz o nosso Brasil”. Em tempos de polarização intensa, cortes sociais e crescimento da intolerância, o trabalho dos assistentes sociais ganhou ainda mais peso dentro das comunidades. São profissionais que convivem diariamente com fome, desemprego, violência doméstica, abandono e exclusão social, transformando burocracia em acolhimento real.

A comemoração dos 90 anos da categoria também escancara uma mudança que representa o próprio retrato do Brasil atual: uma profissão hoje marcada pela diversidade, pluralidade e participação coletiva. Enquanto muita gente discute o país apenas pela internet, milhares de assistentes sociais seguem atuando na linha de frente, ouvindo histórias que raramente aparecem nos discursos oficiais. E talvez a pergunta que mais provoque reflexão seja essa: quantas crises silenciosas seriam ainda maiores sem o trabalho invisível desses profissionais? Temas como direitos, dignidade e acesso básico não afetam apenas quem precisa de ajuda. Eles definem o tipo de sociedade que o Brasil está construindo.

#AssistenteSocial #ServiçoSocial #DireitosHumanos #JustiçaSocial #Brasil

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Prefeitura de Macaíba rende homenagens a Augusto Severo em alusão aos 124 anos de sua partida

A Prefeitura Municipal de Macaíba, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, promoveu evento solene na manhã desta quinta-feira (14/05) em homenagem ao filho mais ilustre da cidade: Augusto Severo, inventor do dirigível Pax e pioneiro da aviação mundial.

A solenidade teve como cenário o Museu Solar Ferreiro Torto, com discursos de autoridades civis e militares, bem como de descendentes do próprio homenageado. Além disso, foram tocadas músicas instrumentais pela banda de música da Base Aérea de Natal (BANT) e pelo coral Vozes de Macaíba nas asas do Brasil, acompanhado pelo quarteto de cordas da Escola de Música da Universidade do Rio Grande do Norte (UFRN).

A data de hoje foi escolhida em alusão aos 124 anos de partida de Augusto Severo, após um trágico acidente com o Balão Pax, uma das suas mais notáveis invenções, após alguns minutos de voo na França. O fato ocorreu em 12 de maio de 1902.

Além da própria Prefeitura Municipal, a solenidade contou com a presença de autoridades e representantes de órgãos como Câmara de Vereadores, Aeronáutica, Exército, Universidade do Rio Grande do Norte, Escola Agrícola de Jundiaí, Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, Instituto Histórico e Geográfico de Macaíba, 138º Grupo Escoteiro Augusto Severo e Fundação José Augusto.

“Não estamos aqui só para homenagear os 124 anos de sua morte, mas para reverenciá-lo! Reverenciar seus inventos e Macaíba. Severo vive! São 124 anos de encantamento, mas ele está mais vivo do que nunca, porque, no coração da história, nunca se morre.”, declarou Augusto Maranhão, descendente do ilustre macaibense.

“Desde menino, Augusto Severo queria descobrir o que havia acima das nuvens. Sonhava com máquinas voadoras, com dirigíveis capazes de cruzar continentes e aproximar povos. Sua morte não apagou a sua grandeza. Décadas depois, quando aviões passaram a cortar os céus do mundo inteiro, muitos reconheceram que homens como Augusto Severo ajudaram a abrir caminho para a aviação moderna. Seu nome permanece vivo em ruas, escolas, monumentos e na memória potiguar. Quero agradecer a todos os que fazem parte da gestão municipal. Enquanto essa equipe estiver à frente da Prefeitura, podem ter certeza de que jamais Severo cairá no esquecimento.”, destacou o prefeito Emídio Júnior.

#AugustoSevero #Macaíba #HistóriaPotiguar #Aviação #CulturaRN

Imagem: Edeilson Morais

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Forró de verdade: 19 anos sem Marinês

Muito antes dos algoritmos decidirem quem viraliza, uma mulher saída do bairro da Liberdade, em Campina Grande, já fazia multidões pararem para ouvir sua voz. Em uma época em que o rádio era o palco de quem sonhava escapar da pobreza, Marinês trocou o próprio nome para cantar escondida do pai e acabou entrando para a história por causa de um erro de locutor. O detalhe que pouca gente conhece é que aquela menina humilde, que ajudava o pai na fabricação de armas e munições no interior paraibano, se transformaria na artista que abriu espaço para a presença feminina na música nordestina em rede nacional. Enquanto muita gente hoje discute representatividade, Marinês já quebrava barreiras quando o Nordeste ainda era tratado com preconceito nos grandes centros do país.

Chamada por Gilberto Gil de “Mãe da Música Nordestina” e conhecida como o “Luiz Gonzaga de saia”, Marinês não apenas cantou o Nordeste, ela ajudou a moldar a identidade cultural de uma região inteira. Foi ela quem levou o xaxado, o baião e a força da mulher nordestina para dentro das rádios, cinemas e programas de televisão do Brasil. Mais de 45 discos depois, sua influência continua viva em artistas, festas juninas, vaquejadas e até no orgulho regional que atravessa gerações. Em tempos em que a memória cultural parece durar apenas alguns segundos no feed, lembrar quem abriu caminho antes de todo mundo virou quase um ato de resistência. 

#Marinês #CulturaNordestina #MúsicaBrasileira #Nordeste #CampinaGrande

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Parabéns aos enfermeiros e enfermeiras!

Todo mundo já precisou de um enfermeiro em algum momento da vida. No corredor lotado de um hospital público, numa madrugada de emergência, numa sala de UTI ou naquele instante em que o medo toma conta antes de um diagnóstico. E quase sempre existe um detalhe em comum: é a enfermagem que permanece ao lado do paciente quando o resto do mundo vai embora.

Neste 12 de maio, Dia Internacional da Enfermagem e Dia do Enfermeiro, a data vai muito além de homenagem protocolar. Oficializada no Brasil desde 1938 por Getúlio Vargas, no país, a celebração também abre oficialmente a Semana da Enfermagem, realizada entre os dias 12 e 20 de maio, período que termina homenageando Ana Néri, pioneira da enfermagem brasileira e símbolo histórico do cuidado humanizado em tempos de guerra e dificuldade.

A reflexão por trás da data expõe uma realidade que milhões de brasileiros conhecem de perto, principalmente quem depende da rede pública de saúde. São profissionais que sustentam diariamente hospitais, UPAs, postos de saúde e instituições médicas, enfrentando jornadas exaustivas, pressão emocional e falta de estrutura, mas permanecendo na linha de frente da proteção à saúde, recuperação de pacientes e continuidade do cuidado humano. Hoje, a enfermagem representa cerca de 63% da força de trabalho em saúde nas Américas, sendo o maior grupo profissional dos sistemas de saúde.

Enquanto debates políticos ocupam as redes sociais e promessas dominam discursos públicos, existe uma categoria inteira garantindo que o atendimento continue funcionando na prática, do interior às grandes capitais. E talvez esteja aí a maior contradição do país: a enfermagem é indispensável na vida real, mas ainda luta diariamente por reconhecimento proporcional à importância que possui. Porque no fim das contas, muita gente lembra do diagnóstico recebido dentro de um hospital. Mas quase sempre é do enfermeiro que vem a lembrança mais humana: a palavra de calma, o cuidado silencioso, a presença durante o medo e a atenção que transforma atendimento em acolhimento. 

#DiaDaEnfermagem #Enfermagem #DiaDoEnfermeiro #SaúdePública #ProfissionaisDaSaúde

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Sempre é Dia das Mães!

Neste Dia das Mães, a Revista Coité abraça todas as mulheres que fizeram do amor a sua maior missão de vida. As mães de colo, de coração, de criação, as avós que foram mães em dobro, as mães atípicas que transformam desafios em força diária, as que estão presentes fisicamente e também aquelas que hoje vivem na saudade, mas permanecem eternas na memória, nos gestos e nos ensinamentos. Cada uma carrega uma história única de coragem, cuidado e entrega silenciosa que merece ser celebrada todos os dias.

Ser mãe é muito mais do que gerar uma vida. É acolher, proteger, ensinar, renunciar, insistir e acreditar mesmo quando ninguém mais acredita. É encontrar forças onde parecia não existir mais nenhuma. É transformar pequenos momentos em lembranças que acompanham filhos por toda a vida. Em cada casa existe uma mulher que, com seu jeito simples e verdadeiro, ajudou a construir sonhos, valores e caminhos. São elas que sustentam afetos, unem famílias e deixam marcas que o tempo nunca apaga.

Neste domingo especial, desejamos que cada mãe receba o carinho que merece e sinta o quanto sua existência é importante. Que nunca faltem abraços sinceros, palavras de gratidão e reconhecimento por tudo aquilo que muitas vezes é feito em silêncio. A todas as mães, nossa homenagem, nosso respeito e nossa admiração.

Feliz dia a todas as mães do mundo!

#DiaDasMães #AmorDeMãe #MãeÉAmor #HomenagemÀsMães #RevistaCoité

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08 de maio: Dia do Artista Plástico

Wellington Potiguar e Aldo Rodrigues, artistas plásticos macaibenses destacados nacionalmente

Em meio à correria do dia a dia, muita gente passa sem perceber que a identidade de uma cidade também é construída em telas, esculturas e detalhes que contam histórias silenciosas. No Dia do Artista Plástico, celebrado em 8 de maio, Macaíba ganha um motivo a mais para olhar com atenção para seus próprios talentos. Nomes locais como Wellington Potiguar, com sua aerografia marcante, e Aldo Rodrigues, escultor premiado por suas obras sacras, mostram que a arte não está distante, ela está presente na rotina, nas ruas e na memória coletiva.

A data, criada na década de 1950 em homenagem ao pintor Almeida Júnior, um dos grandes nomes das artes brasileiras do século XIX, reforça o papel do artista plástico como agente cultural e social. Mais do que técnica, esses profissionais transformam sentimentos em formas concretas, utilizando tinta, madeira, argila e criatividade para expressar visões únicas do mundo. Em cidades como Macaíba, esse trabalho ganha ainda mais relevância ao preservar tradições e impulsionar a economia criativa, um setor cada vez mais valorizado no Brasil.

Valorizar o artista local vai além de reconhecer talento, é investir em identidade, pertencimento e desenvolvimento cultural. Em tempos de consumo rápido e conteúdo efêmero, a arte permanece como registro duradouro de quem somos e do que queremos deixar para o futuro. A pergunta que fica é simples, mas necessária: você reconhece e valoriza a arte que nasce na sua própria cidade?

#Arte #Cultura #ArtistaPlástico #Macaíba #EconomiaCriativa

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