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Parabéns, Denilson Gadelha!

Quem está celebrando nova idade neste 14 de janeiro é o amigo Denilson Gadelha. 

A Revista Coité e o Repórter Gato Preto desejam saúde, paz, sabedoria, força e muita fé ao vereador.

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Hoje é aniversário de Severo

Augusto Severo de Albuquerque Maranhão nasceu há 161 anos

Augusto Severo de Albuquerque Maranhão foi um dos pioneiros da aviação e um visionário cujo trabalho marcou o início da exploração aeronáutica no Brasil. Nascido em Macaíba em 1864, ele dedicou sua vida à ciência e à engenharia, especialmente na busca por aprimoramento dos dirigíveis. Seu trabalho mais notável foi a criação do dirigível “Pax”, projetado para ser uma alternativa segura e eficiente ao transporte aéreo. Mesmo com inovações tecnológicas da época, Augusto Severo demonstrou um espírito inovador, contribuindo significativamente para os avanços da aviação, tanto no Brasil quanto no mundo

Infelizmente, sua trajetória foi interrompida de forma trágica em 12 de maio de 1902, quando o “Pax” sofreu um acidente fatal durante um voo experimental em Paris, França. Apesar da perda precoce, seu legado permanece como símbolo de determinação e coragem. Augusto Severo desenvolveu gerações de inventores e engenheiros brasileiros, sendo lembrado como um exemplo de perseverança e dedicação à ciência. Sua visão antecipou os avanços que consolidaram a aviação como um dos pilares da modernidade, e sua memória segue viva em homenagens que levam seu nome, como avenidas, instituições e o antigo Aeroporto Internacional Augusto Severo.

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Hoje é Dia dos Santos Reis

O Dia de Reis, realizado em 6 de janeiro, é uma data especial no calendário cristão que marca a visita dos três reis magos — Baltasar, Gaspar e Melquior — ao menino Jesus. De acordo com a tradição bíblica, os magos seguiram a estrela de Belém até o local do nascimento de Jesus, trazendo presentes simbólicos: ouro, incenso e mirra, que representam, respectivamente, a realeza, a lâmina e o sacrifício. Esses dados encerram o ciclo natalino em muitos países, sendo acompanhados por celebrações religiosas, procissões e dramatizações que relembram essa passagem bíblica. Além disso, é comum desmontar a decoração natalina após o Dia de Reis, marcando de

Em diversas culturas, o Dia de Reis também possui um forte caráter popular e gastronômico. Em países como Espanha, México e Brasil, é tradição preparar a “rosca de reis” ou o “bolo-rei”, um doce em forma de coroa que pode conter uma pequena surpresa no seu interior, como um amuleto ou uma fava. Uma pessoa que encontra o item escondido no bolo geralmente é coroada “rei” ou “rainha” do dia e, em algumas tradições, tem a responsabilidade de organizar a próxima celebração. Essa prática reforça o espírito de união e partilha, transformando o Dia de Reis em um momento de confraternização.

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Parabéns aos arquitetos e urbanistas

O Dia do Arquiteto e Urbanista, neste 15 de dezembro, celebra a importância dos profissionais que transformam espaços e cidades, moldando ambientes que impactam diretamente a qualidade de vida das pessoas. Esses profissionais não apenas projetam, mas também pensam e criam soluções para os desafios urbanos, buscando a harmonia entre estética, funcionalidade e sustentabilidade. Sua visão inovadora e compromisso com o bem-estar coletivo são essenciais para o desenvolvimento das comunidades e para a construção de um futuro mais equilibrado e integrado. Hoje, celebramos a dedicação e a paixão desses profissionais que, com seu olhar atento e sensível, tornam o mundo mais habitável e sustentável.
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Hoje é Dia do Palhaço

Palhaço Facilita

Natural da cidade de São José da Laje, no interior alagoano, José Nilton Mariano da Silva, o Palhaço Facilita reside há 40 anos na cidade de Natal, onde chegou com 13 anos de idade. Aqui, ele construiu uma legião de fãs e foi responsável por levar alegria e muita diversão a pessoas dos diversos bairros da capital, principalmente em áreas mais carentes.

José Nilton, o Palhaço Facilita, fala com orgulho de sua carreira em solo potiguar: “Um homem de circo como eu sou, cheguei aqui muito novo e construí um patrimônio, que foi o povo de Natal e do Rio Grande do Norte. Eu tenho uma coisa que falo: eu não tenho família e ao mesmo tempo eu tenho a maior família do mundo, que é o povo do Rio Grande do Norte e esse é um dos maiores prêmios que eu já ganhei e que vai ficar na minha galeria”, disse Facilita. Ele também explicou como surgiu a ideia de ser o Palhaço Facilita.

“Meu nome não era Facilita, era Desmantelo. Eu era um Desmantelo mesmo, não sabia de nada. Aí no circo que eu trabalhava, Luiz Gonzaga fazia show, e eu ficava pertinho para ver, até o dia que ele chegou e perguntou porque eu não mudava o nome de Desmantelo para Facilita, que era uma música dele. Aí foi sucesso e me deu muita alegria”, explicou.

Texto: Câmara Municipal de Natal

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30 anos sem o tom maior, Tom Jobim

A morte do cantor Tom Jobim completa 30 anos neste domingo (8), mas o legado do cantor e compositor carioca segue sendo reverenciado. Um dos precursores da Bossa Nova, o artista lançou canções lembradas como algumas das mais importantes do Brasil.

Tom Jobim faleceu aos 67 anos após uma parada cardíaca em um hospital próximo do apartamento onde morava, em Nova York. Assim como João Gilberto e Vinícius de Moraes, ele é apontado como um dos principais músicos a levar a MPB para o exterior.

Tom inovou trazendo para a música brasileira elementos do jazz e criou composições que ainda são reverenciadas no País e no exterior. “Águas de Março” e “Só Tinha de Ser com Você”, ambas na interpretação da saudosa Elis Regina, são alguns dos seus grandes sucessos. E “Garota de Ipanema”, regravada pelo norte-americano Frank Sinatra, ganhou inúmeras versões em tantas outras vozes nacionais e internacionais. 

O artista nasceu no dia 25 de janeiro, data que se tornou o Dia da Bossa Nova

Importância na música

 

Uma das mais conhecidas do artista, por exemplo, a música “Chega de Saudade” marcou o começo da Bossa Nova, na voz de Elizeth Cardoso, com João Gilberto no violão. Em 1958, foi regravada por João Gilberto, ganhando ainda mais notoriedade. Na década seguinte, a Bossa Nova conquistava definitivamente o Brasil e o mundo.

O gênero ficou conhecido por conta de uma geração de jovens que buscava uma música mais adequada para o que era vivido no Rio de Janeiro daquela época. A beleza era um dos principais temas, sempre cantada em letras em tom baixo, batida mais lenta e até intimista.

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Para marcar os 30 anos da partida de Jobim e a importância dele, Arthur Nestrovski e Paula Morelenbaum, que gravaram uma série de videoaulas para a revista piauí sobre o cantor, aproveitam a data para lançar o álbum “Jobim canção”.

O disco, que sai pela Biscoito Fino, reúne 10 músicas representativas da carreira do compositor. Entre as faixas, grandes sucessos como “Eu não existo sem você”, feita com Vinicius de Moraes; “Pois é”, composta em parceria com Chico Buarque, e a suíte “Gabriela”, que ganhou versão inédita para dois violões, tocados por Nestrovski e João Camarero.

Outra novidade é a coletânea “Minha alma canta”, que chegou às plataformas de áudio no fim da semana passada. São 14 músicas interpretadas por Tom Jobim que foram produzidas por Almir Chediak (1950-2003).

Entre as músicas de “Minha alma canta”, estão “Três apitos” e “João ninguém”, compostas por Noel Rosa; “Samba do carioca”, composição de Carlos Lyra e Vinicius de Moraes, e “Choro bandido”, de Edu Lobo e Chico Buarque, que interpreta a música ao lado de Tom.

Tom Jobim também é homenageado com um musical em cartaz no Rio de Janeiro. Com texto de Nelson Motta e Pedro Brício e direção de João Fonseca, “Tom Jobim musical” retrata a vida e o legado do compositor. A superprodução conta com 27 atores e 13 músicos e segue em cartaz até o próximo dia 14.

Além disso, ainda no Rio de Janeiro, acontece, neste domingo, às 20h, o show “Um tom sobre Jobim”, no Vivo Rio. No palco, Danilo Caymmi, que cantou com Tom quando integrou a Banda Nova, e a cantora americana Stacey Kent interpretam sucessos de Tom Jobim como “Luiza”, “Gabriela”, “Por causa de você” e “Estrada do Sol”.

Diário de Pernambuco

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João do Vale, 28 anos sem o Poeta do Povo

João do Vale e Chico, um dos seus grandes parceiros

Ele já foi até homenageado em um Doogle do Google – aquela ilustração que fica na área do site acima da caixa de pesquisa.

A imagem mostrou João do Vale ao centro, com um microfone, e rodeado por instrumentos musicais como tambor, sanfona, triângulo e violão. Clicando na arte, era possível conferir mais informações sobre a vida e obra do cantor e compositor, que teria completado 90 anos em 11 de outubro.

Quem foi João do Vale

Compositor João do Vale — Foto: Reprodução / Capa de disco

Compositor João do Vale — Foto: Reprodução / Capa de disco

João Batista do Vale nasceu em 11 de outubro de 1934 em Pedreiras, que fica a cerca de 245 km de São Luís. De origem humilde, se mudou para São Luís em 1947, em busca de uma vida melhor, mas já gostava de música.

Com 13 anos de idade, vendia laranjas na capital e começou a compor músicas em grupo de bumba meu boi, mas precisou sair de São Luís para poder ter mais retorno financeiro com seu talento.

Depois de passar por Teresina e outras cidades, finalmente João chega ao Rio de Janeiro, em 1950, onde teve o reconhecimento de seu talento e se tornou o ‘Poeta do Povo’.

Além de brilhar como cantor, João é o autor de clássicos da música brasileira, como ‘Carcará’, imortalizada na interpretação de Maria Bethânia; Peba na pimenta, com Adelino Rivera; e Pisa na fulô, com Ernesto Pires e Silveira Júnior.

Por causa de sua obra, João do Vale é lembrado até hoje como uma figura-chave no cenário musical brasileiro e morreu em 6 de dezembro de 1996, aos 62 anos. Em São Luís, um teatro se chama ‘João do Vale’, em sua homenagem. Já em Pedreiras, sua cidade natal, existe um memorial.

G1

 

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Padre Amorim volta à sua amada Macaíba

Dentro das homenagens à Padroeira Nossa Senhora da Conceição e à memória do saudoso Padre José Amorim de Souza, falecido há 13 anos, a Arquidiocese de Natal promoveu o traslado de seus restos mortais do Cemitério Morada da Paz, em Emaús, para a Igreja Matriz de Macaíba, onde o sacerdote pastoreou por três décadas.

A celebração contou coma partipação do Arcebispo Metropolitano Dom João Santos Cardoso, do prefeito de Macaíba, Emídio Júnior, e foi um ato embalado por muita emoção e simbolismo, já que a comunidade católica macaibense aplaudiu o retorno do religioso à terra que o adotou como líder religioso e jamais o esqueceu, apesar de ter nascido em Lajes, na região Central do estado.

Na lápide instalada na Igreja, lugar onde a urna fúnebre foi depositada, assinada pela Arquidiocese, consta o epitáfio:

“Neste local estão os restos mortais do Padre José Amorim de Souza, translados no dia 04 de dezembro de 2024, do Cemitério Morada da Paz, em Emaús, para a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Macaíba, Paróquia a qual ele dedicou mais de 30 anos da sua vida presbiterial, edificando a Igreja do Senhor e fortalecendo a fé dos cristãos católicos macaibenses.

A celebração eucarística foi presidida pelo senhor Arcebispo Metropolitano Dom João Santos Cardoso e cocelebrada por diversos sacerdotes, contando com familiares, autoridades constituídas, amigos de outras paróquias e expressiva representação do rebanho paroquial da cidade de Macaíba, dentro do triênio do sequicentenário paroquial.”

O texto é assinado pelo Arcebispo Metropolitano e pelo Monsenhor José Brito, pároco; Padres José Maria Dias e Matheus Marques, Vigários paroquiais.

Se ainda vivesse fisicamente entre nós, Padre Amorim contaria 96 anos.

 

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Padre Amorim: Uma saudade que já dura 13 anos

O Padre José Amorim de Souza, pároco emérito de Nossa Senhora da Conceição, de Macaíba, faleceu num bucólico sábado em Natal. Era 3 de dezembro e ele havia sido internado com graves problemas de saúde. Contava 83 anos de idade.

Nascido na cidade de Lajes, na região central potiguar, aos 26 de maio de 1928. Em 8 de dezembro de 1956 foi ordenado Presbítero.

Portanto, faleceu cinco dias antes de completar 55 anos de vida sacerdotal.

Ele assumiu a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, de Macaíba, em novembro de 1978 e ficou emérito no ano de 2000, sendo sucedido pelo Pe. Júlio César. 

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