História

História

141 da libertação dos escravos em Mossoró

Orgulho para os potiguares, pioneiros, mas esquecidos, em tantas passagens históricas importantes para o Brasil, Mossoró libertou os escravos mesmo antes da Lei Áurea. há 141 anos.

Isso a Globo não mostra!

História

17 de agosto é Dia do Patrimônio Histórico

Neste Dia Nacional do Patrimônio Histórico, nossa homenagem ao Solar do Ferreiro Torto, maior símbolo da História dos macaibenses.

O Solar foi tombado pela Fundação José Augusto em 1988 por sua importância cultural para o Estado do Rio Grande do Norte.

Construído as margens do Rio Jundiaí, em uma área de seis hectares, seu casarão remonta ao ano de 1847, em estilo colonial português. Seu construtor foi o coronel da Guarda Nacional Estevão José Barbosa de Moura, que passou a receber autoridades, presidentes da Província e até a Família Imperial do Brasil. No casarão imponente, eram realizados os saraus e bailes que marcaram época na Macaíba aristocrata do passado. Foi o primeiro marco colonizador da região, tendo funcionado como importante engenho de cana-de-açúcar.

A primeira construção foi destruída pelos invasores holandeses, guiados por Jacó Rabi, com a ajuda dos índios Janduís, promovendo a matança da família e de todos os seus escravos. Depois foi reconstruído por João Chaves para ser sua residência. O tempo passou e o solar do Ferreiro Torto foi completamente abandonado chegando às ruínas. Em 1979 foi restaurado pela Fundação José Augusto em parceria com a secretaria de Planejamento e tombado pelo Patrimônio Histórico (portaria 272/88).

Funcionou então como museu de arte sacra da FJA e em seguida adaptado para comportar a sede da Prefeitura Municipal do ano de 1983 a 1989. Em setembro de 1995 o Solar foi municipalizado e passou a ser administrado pela Prefeitura de Macaíba. Somente em agosto de 2002 a Prefeitura Municipal firmou convênio com o Governo do Estado para restauração e urbanização do Ferreiro Torto. 

Hoje o Complexo Cultural e Turístico do Ferreiro Torto dispõe ainda de sala dos artistas, patamar para apresentações culturais, duas trilhas ecológicas e salas de aula ao ar livre, além de abrigar o mausoléu do macaibense Augusto Severo, um dos mais importantes aeronautas do mundo.

É um dos mais belos espaços públicos do estado, às margens do Rio Jundiaí, o local, que abrigou o segundo engenho da capitania do Rio Grande do Norte, também conta uma rica diversidade de espécies de fauna e flora como aves, crustáceos, palmeiras-imperiais e coités.

Fontes: Nádia Minéia Lago de Deus e Prefeitura Municipal de Macaíba

Foto: Marcelo Augusto

História

Lampião e Maria Bonita: 86 anos do massacre da Grota do Angico

Bandidos ou heróis? 

A resposta não interessa para este contexto. O fato é que Lampião e Maria Bonita povoam o imaginário popular nordestino como dois dos principais ícones da nossa cultura.

Em Sergipe, era 28 de julho de 1938 quando Maria Gomes de Oliveira morreu jovem, aos 28 anos; Virgulino Ferreira da Silva, o temido Rei do Cangaço, contava 40 anos, também executado com o seu bando. 

História

Pesquisador garante que o Brasil foi descoberto pelo RN e lança 2º livro sobre o assunto

“A primeira mentira não foi em 1º e sim em 22 de abril, no Rio Grande do Norte, foi descoberto o Brasil”, é com esse trecho que o músico Carlos Pontanegra começa a sua canção “A Primeira Mentira”, inspirada no segundo livro do engenheiro civil, pesquisador e escritor, Manoel Cavalcanti Neto, que será lançado nesta quarta-feira (8), na segunda edição do CREArte, o projeto cultural do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Norte (Crea-RN).

“Brasil 1500, a verdade: Descobrimento do Brasil no Rio Grande do Norte” é uma sequência do primeiro livro de Manoel, “1500 – De Portugal ao Saliente Potiguar”, lançado em 2018. Em sua nova obra, o autor se aprofunda ainda mais no tema, fazendo pesquisas em Portugal, avaliações científicas dos dados da Carta de Pero Vaz de Caminha e apresentando evidências de que o descobrimento do Brasil se deu no litoral potiguar.

A história é recontada através de cordel, em quadrinhas não metrificadas, com rimas simples, mas sem fugir da tese, que atualiza os conceitos lançados pelo pesquisador natalense Lenine Pinto.

Sobre o Autor:
Manoel de Oliveira Cavalcanti Neto, nasceu em Natal (RN), é Engenheiro civil e de Segurança no Trabalho formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Pesquisa e investiga sobre a Era dos Descobrimentos e as Grandes Navegações. É autor do livro 1500- de Portugal ao Saliente Potiguar.

Tribuna do Norte

História

O palacete de João Freire ainda está lá…


A C&A do Centro de Natal fechou, mas em sua parede ainda está a referência que o mestre Dorian Gray Caldas (1930-2017) fez a um dos maiores símbolos da nossa arquitetura, que nasceu ali no século XIX, exatamente fincado na esquina da Rua Nova com a Coronel Pedro Soares, rebatizadas depois.

Milhões de passos cruzaram aquela calçada nos últimos 25 anos. Poucos deram fé da gravura de Dorian.

O casarão tombou, a loja fechou, a Cidade agoniza.

Também resta pouco tempo para o mínimo que nos sobra: a imagem do palacete de João Freire.

Rolar para cima