16 de fevereiro de 2026

Carnaval de Macaiba

Folia toma conta de Traíras e marca o terceiro dia do Carnaval de Macaíba

O Carnaval de Macaíba seguiu reunindo grande público e muita animação neste domingo (15), terceiro dia oficial da programação. A alegria tomou conta do Polo Traíras, que teve concentração de foliões e de vários blocos, desde o ginásio poliesportivo do distrito até a praça do distrito.

A programação manteve o alto astral com a apresentação do MC WS na carreta Viúva Negra, que levou um repertório contagiante pelas ruas. Já no palco montado na praça, a animação ficou por conta da Banda Feras e do cantor Gabriel de Pádua, garantindo diversidade musical e muita festa.

De acordo com o prefeito Emídio Júnior, a celebração reafirmou o compromisso da administração com a valorização da tradição do encontro de todos os blocos. “Estamos, mais um ano, fazendo o tradicional carnaval de Traíras, com vários blocos presentes, inclusive vindos de cidades vizinhas. Para nós, é uma grande alegria ver as pessoas se divertindo, aproveitando a festa. E ainda não acabou. Tem festa em Capoeiras encerrando a programação da Prefeitura”, afirmou o prefeito, que acompanhou a programação ao lado da vice-prefeita Raquel Rodrigues e dos vereadores Érika Emídio, Socorro Nogueira, Edi do Posto, Denilson Gadelha e Venício Filho.

O encerramento da programação do Carnaval de Macaíba acontece nesta segunda-feira (16), no Polo Capoeiras, a partir das 15h. A festa contará com a carreta Viúva Negra, além dos shows de Pagode 084 e Rastro de Menina, em uma mistura de ritmos que promete fechar o evento em grande estilo.

Resgatado oficialmente em 2022, durante o primeiro mandato do prefeito Emídio Júnior, o Carnaval de Macaíba consolidou-se como um evento que vai além da folia, promovendo cultura, inclusão social, descentralização das atividades, geração de renda e fortalecimento da identidade cultural do município.

Cultura

Salvador e a invenção do carnaval em movimento

Foto: Governo da Bahia

O carnaval de Salvador ganhou um novo formato a partir da década de 1950, quando o trio elétrico passou a conduzir multidões pelas ruas da cidade. Criado por Dodô e Osmar, o equipamento revolucionou a forma de brincar carnaval e transformou a capital baiana em referência mundial de festa ao ar livre. De acordo com registros do IPHAN e da Secretaria de Cultura da Bahia, o trio elétrico ampliou o alcance da música e fortaleceu a participação popular.

Com o passar das décadas, o modelo se expandiu e incorporou ritmos como o axé, o samba-reggae e o ijexá, consolidando o carnaval de Salvador como um dos maiores eventos culturais do planeta. Mais do que um espetáculo, a festa se tornou espaço de afirmação da cultura afro-brasileira e de valorização das tradições que moldaram a história da cidade.

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