História

Macaíba

O esporte macaibense tem muita história!

Equipe campeã do Matutão de 66, tendo como técnico Tasso Cordeiro

Macaíba sempre viu no esporte uma opção de lazer, socialização; para alguns, oportunidade de carreira profissional. Mesmo este 1º de abril não sendo nenhuma data especial para o esporte macaibense, sempre é tempo de homenagear.

O campo do Cruzeiro lotado, Verdes Mares, Olímpica; disputas antológicas no Ginásio… memórias que não fogem dos que amam e respeitam o esporte.

Pois aqui é terra de grandes desportistas! Centenas anônimos, outros reconhecidos estado afora, mas todos grandes!

A partir do Cruzeiro de Macaíba, por exemplo, o Brasil conheceu Miguel de Lima (ex-goleiro do Náutico, Vasco e outros), Djalma (ex-jogador do América-RN, Sport e Corinthians) e Wallyson (do Cruzeiro mineiro). A cidade também não esquece o Vingador, Malheiros, Vicente, Punga, Neguinho de Punga, Zé Maria, Maurício, Odilon, Neré, Quinho, Batucada, João, Rui, Arí, Valério Goleiro, Zacarias, Reinaldo, Bizú, Célio, Peixinho, Gilson, Rodrigo, Eduardo, Nego, Vana, Dé, João Menguita, Val, Charles, Kelson, Ricardo, Eliabe, Marquinhos de Braz… Gerações apaixonadas pelo esporte. Alguns respeitados em memória.

Edilson de Albuquerque Bezerra

Destaque para o saudoso Edilson de Albuquerque Bezerra (foto), que dá nome ao ginásio da Rua da Aliança. Terceiro filho de seu Romão, um dos fundadores do Cruzeiro. Foi um craque! Artilheiro na conquista do Matutão de 1966, título equivalente ao campeão estadual daquele ano, quando a equipe (foto) foi dirigida por Tasso Cordeiro. Edilson faleceu em 1995 aos 52 anos.

Outros que merecem todas as homenagens são os que fizeram a história do Fluminense da Rua da Matança, de seu Geraldinho; do Rio Branco, de seu Antônio Paulino; do Bandeirantes, de Marron; do Flamengo da Vila, de seu Luís; Madureira de Mangabeira… Isso para citar só alguns tradicionais que protagonizaram clássicos do nosso futebol.

Viva ao esporte da paz! A todas as gerações de desportistas, de todas as modalidades! Treinadores, peladeiros, dirigentes, atletas, cronistas, árbitros, torcedores…

A pauta foi sugerida pelo amigo-leitor Grimerson de Dona Damares. Contamos com a consultoria privilegiada de Marcelo Augusto, que conhece de cor e salteado a nossa história, e do professor José Luís, cronista esportivo.

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Que convite!!!

Reviver uma das páginas mais tristes da História não é a melhor das sugestões.
Seis anos de guerra, bombas atômicas, fome, holocausto e cerca de 70 milhões de mortos.
O Centro Cultural é top, mas o apelo tá equivocado.

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Não eram só tijolo e cimento…

Caicó: Casarão demolido foi construído no início do século XX pelo Coronel Celso Dantas

Procurei nos obituáros e não encontrei nenhuma homenagem do prefeito, vereadores, militantes e arquitetos! Não mandaram nem coroa de flores!

Procurei nas páginas policiais e não vi nenhuma menção à lamentável execução que houve no Centro de Caicó em plena luz do dia!

Um símbolo da cidade foi ao chão, humilhado, como se o tempo e sua história fossem metralha.

Para usar uma frase feita, “num país sério”, essa demolição seria impedida a mando de baioneta!

Um casario colorido não é apenas cenário para selfie! Faz parte da identidade de quem viveu ali, da memória que precisa ser preservada para contar aos próximos as páginas feias e bonitas vividas.

Nem sei quem ordenou a matança, mas já o condeno ao purgatório dos ingratos e injustos! Ao mesmo inferno que será povoado pelos que flagelam nossa Amazônia. A metáfora pode ser rasa, mas os efeitos são os mesmos.

O signatário da Escritura tem cúmplice. Deveria ter sido tutelado por quem é eleito.

Claro que o antigo precisa abrir alas para o moderno. Mas este mesmo senso mostra fotografias de soluções arquitetônicas inteligentes que fazem o passado conviver com o arrogante presente, com harmonia, não tolerância (palavra feia!), obrigação, mas por reverência, reconhecimento.

Vizinhos ao casarão morto, contemporâneos seus resistem pela inteligência de seus tutores. Testemunhas da crueldade, devem chorar.

A única nota positiva desta página é que jovens lamentam.

Até quando nossa identidade estará impregnada nas ruas da cidade? A ordem de despejo está à porta!

Façam foto! Pela lógica vigente, em pouco tempo, o próximo passo seria marretar a Matriz de Sant’Ana, a Casa de Pedra! Mesmo componentes de um sítio a ser “preservado”.

Que feio, Prefeitura de Caicó!

O poder de polícia é seu e as manchas do sangue de cada tijolo derrubado ali estão nas mãos de quem finge não ter nada a ver com esse crime.

Para conhecer um pouco sobre a História do casarão:

https://www.juliachavesarq.com/post/o-casar%C3%A3o-ecl%C3%A9tico-demolido

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