Homenagem

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Silvan Freitas de idade nova!

O Gato Preto já ouviu que “Deus está nas coincidências”. Então está explicado que não foi por acaso que o amigo Silvan Freitas nasceu justamente no Dia do Trabalhador.

Este contador de histórias acompanha sua carreira política desde o início e testemunha com honestidade que todo dia é dia de muito trabalho para o ex-vereador.

Atencioso às causas sociais, fez dessa a sua bandeira de luta e tem o reconhecimento popular pela coragem e por seu empenho.

Parabéns, Silvan! Continue firme e forte em sua caminhada.

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Parabéns, Araceli Gomes!

Este 1º de maio é dia de celebrar mais um aniversário do amigo Araceli Gomes. Na foto da postagem ele recebe o abraço da filha Larissa…

E a data também marca uma nova fase em sua carreira profissional. Araceli recebeu o convite e topou compor a equipe de Comunicação da Prefeitura de Macaíba. Vai agregar muito e reforçar o time, que já é nota 10.

O Gato Preto lhe deseja vida longa e saúde!

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Que abril de tantas perdas!

Gênios: Gonzaguinha e Gonzagão, seu pai

Num 29 como este, há 33 anos, morreu Gonzaguinha, um dos maiores da nossa música, de letras tão atuais quanto as que ninguém hoje consegue compor. Ele estaria com 79 anos.

Tantos outros gigantes nos deixaram fisicamente em abril… Chico Anysio, Chateaubriand, Lygia Fagundes Telles, Ziraldo, Nelson Gonçalves e Tancredo Neves.

No último final de semana partiram Anderson do Grupo Molejo, o comediante e dublador José Santa Cruz e a cantora sergipana Maria Feliciana, considerada a mulher mais alta do mundo.

Homenagens às suas memórias. Que tenhamos dias de menos despedidas.

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As histórias de Biló!

Milson Teixeira é só um nome próprio de quem talvez seja despercebido pela maioria. Biló, não! Este tem figura marcante pelas esquinas, sempre atento à cena cotidiana. Como um cronista do povo, não raramente afia sua língua nos bares da cidade e refina suas opiniões em aperitivos.

Biló nasceu em 1966, quando o Brasil vivia subjugado às baionetas da ditadura e o general Costa e Silva foi escolhido presidente.

Filho dos saudosos ex-vereador Manoel Pixilinga e da professora Lourdes Campina, o menino foi criado correndo pela rua da cruz, pertinho do Bar Gato Preto, escorrendo sua infância pela rua do cartório. Do Gato Preto guarda lembranças das mais variadas sortes. Dos movimentados torneios de sinuca às confabulações de onde saiam até importantes decisões políticas. Numa época sem internet, o bar mantinha uma rede social com muito mais verdade que esta.

Aprendeu as letras na Escola Estadual Auta de Souza, de onde saiu para cursar o ensino médio no Alfredo Mesquita.

Mas Biló considera que o jovem Milson foi mesmo forjado no esporte. Entre passes, dribles, gols, vitórias e derrotas, na infância frequentava os campinhos de pelada ao lado dos amigos de sempre… Júnior Coquinho, João Meliu, Marcelo Augusto, Márcio e Sandro Bezerra; Gilson, Gilberto e Gilmar Nogueira, além de tantos treinados por Augusto Neto.

Sonhando em seguir carreira, começou na Escolinha do Flamenguinho. De lá, passou pelo Santa Cruz e pelo Cruzeiro, que lhe abriu portas para o ABC aos 19 anos. Orientado pelos professores Wallace Costa e Cacau, ajudou o clube a conquistar seu tricampeonato em 1985 pela categoria juniores.

Mas o sonho deu lugar às necessidades. Homem, era hora de driblar os problemas, não mais os adversários nas partidas. A bola virou lembrança e Biló passou a se dedicar ao mundo político, assessorando lideranças. A primeira delas foi Chico Cobra, ex vice-prefeito e vereador.

Combativo, persuasivo, posicionado e presente em todas as campanhas da história recente, é soldado importante em qualquer front.

Já foi boêmio inveterado. Hoje navega por mares menos dionisíacos.

Orgulhoso, faz um bom trabalho na Policlínica Municipal.

Abraço ao amigo competente e irreverente!

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Macaíba: Nivaldo e seu ofício de consertar

Mais uma personalidade que dignifica nossa Macaíba… Nivaldo é gente do povo, como a gente!

A ele toda a cidade recorre na hora do sufoco, na hora da pressão, na hora do calor.

Faz 31 anos que seu trabalho é resolver nossa vida reparando liquidificadores, ferros de passar, ventiladores e panelas, utensílios essenciais para qualquer um.

Começou como ajudante de seu Manoel Dantas na oficina que funcionava na rua Dinarte Mariz, mas hoje seu próprio negócio é um dos endereços mais frequentados das Cinco Bocas.

Com 53 anos, Nivaldo é filho de Dona Maria do Carmo e do saudoso Seu Estevam da Laranja, tido por seus contemporâneos como o mais habilidoso descascador de laranjas do Brasil. Era uma atração! Muita gente se reunia para vê-lo em sua rapidez e perfeição. Às vezes o que menos interessava à freguesia era a própria fruta, mas o show.

Parabéns, Nivaldo! Neste mundo cada vez mais descartável e cheio de problemas, consertar as coisas nunca foi tão importante e necessário.

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De sindicalista a jesuíta, Janilson Cabeleireiro

Com todo respeito à nova e talentosa geração de barbeiros, antiguidade é posto quando tratamos de Manoel Janilson Brito Silva, que há 34 anos se orgulha por ser “Janilson Cabeleireiro”.

Ele tem uma trajetória interessante, com desafios e experiências intensas em várias áreas. Aos 15 anos ingressou no seu primeiro emprego, na Famosa, em 1980. Depois de quatro anos, foi integrar as fileiras do Exército, de onde saiu um ano depois como Cabo e experiente na operação de máquinas de construção. Mas o Janilson que sentou praça, não foi o mesmo que saiu do quartel. Despertou para a política! Voltando à vida civil, foi readmitido na fábrica. Daí, passou à militância sindical, liderando o movimento inclusive como dirigente da Federação dos Trabalhadores das Indústrias Têxteis do RN. Protagonista, Janilson participou ativamente de ações ligadas à Igreja, como de comissões da CNBB, Pastoral Operária… chegando até a se recluir por um período como jesuíta no Mosteiro de São Bento, em João Pessoa.

Por sua forte atuação sindical, diz ter sido perseguido. Os tempos eram outros! Foi demitido e não conseguiu outro emprego. Nesta fase difícil, uma revelação divina, segundo Janilson, traçou seu destino, mostrou que deveria dedicar-se aos serviços de beleza. E assim foi! Escutou os sinais e investiu na sua formação com forte influência e orientação do tio Osemildo Brito. Em são Paulo, matriculou-se em cursos para cabeleireiros especializados em cortes masculinos e femininos. Durante mais de um ano, de segunda a sábado, em dedicação integral, estudou e praticou muito sob a supervisão de experientes profissionais. Aprovado com destaque em toda a sua formação, Janilson voltou à Macaíba em 1990 decidido a ser o grande profissional que conhecemos. No dia 26 de outubro daquele ano inaugurou seu salão num primeiro endereço. Hoje na Rua Dona Emília, o estabelecimento é ponto de referência, lugar de bom papo, de um serviço de excelência, de fama que vai muito além da nossa freguesia. A agenda está sempre cheia.

Macaíba orgulha-se por ser terra de homens como Janilson Cabeleireiro. Forte em opiniões, talentoso na tesoura e amigo dos amigos.

Um forte abraço do Gato Preto, Janilson!

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Na cigarreira de Luiz Virgínio

A cigarreira de seu Luiz Virgínio é um ponto cardeal bem no centro de Macaíba. Fica no caminho de todo mundo. Mais central impossível!

Há anos é ponto de encontro e, apesar do pouco espaço, é gigante em acolhida e histórias. O macaibense que nunca passou por lá para contar ou ouvir histórias e tomar um cafezinho, pode rasgar a certidão de nascimento.

Seu Luiz Virgínio nasceu em São Gonçalo do Amarante há 76 anos, quando o Brasil era governado pelo General Eurico Gaspar Dutra. Com Dona Ivonete teve dois fihos. Na Utinga, comunidade são-gonçalense das mais antigas, abençoada por Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Seu Luiz viveu 45 anos… mas em 1993 pegou o rumo de Macaíba, abriu sua cigarreira e nunca mais arredou o pé.

No início dos anos 2000 a fumaça de sua churrasqueira era vista de longe. Uma dose de qualquer coisa, um pedaço de carne e um bom papo eram pretextos perfeitos para todo mundo passar por ali. Hoje, o churrasquinho não faz mais parte do cardápio, a churrasqueira apagou, mas a simpatia do anfitrião continua acesa, sempre esperando velhos, novos e futuros amigos para conversar sobre qualquer assunto; sobre o passado, sobre o que se passa na rua, sobre o futuro, sobre a política daqui ou da Ucrânia… é permitido até mentir, mas com talento!

Como o Gato Preto começou o texto, em Macaíba tem norte, sul, leste, oeste e a cigarreira de Luiz Virgínio.

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Perdemos a amiga Jussielly

É com muita tristeza que lamentamos a passagem da amiga Jussielly.

Pessoa das melhores! Divertida, jovem, de sorriso farto, mãe…

Atualmente residia em Cachoeira do Sapo, comunidade que pertence a Caiçara do Rio do Vento. No município de Riachuelo era servidora pública com importante serviço prestado em favor da Assistência Social.

Jussielly era irmã de Jota Júnior, liderança política de Macaíba, pré-candidato a vereador.

Ao amigo Jota, família e amigos de Tielly, nosso abraço solidário.

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Fernando Luiz e Carlos Alexandre: Taí uma dupla que merecia estátua em praça pública

Mas estátuas não necessariamente têm a ver com merecimento.

Quase todas as gravações de Carlos Alexandre viraram hits com estrondoso sucesso. Foi escolhido pelas gravadoras do Rio-São Paulo para suprir a lacuna na música popular deixada com a morte de Paulo Sérgio. Humilde, de Nova Cruz-RN, ex-padeiro, radicou-se em Natal, de onde nunca saiu, mesmo viajando o Brasil inteiro para shows e a consagração nos principais programas de TV. Faleceu tragicamente jovem (aos 31 anos) em 1989 no município de São José de Campestre, mas sua música ainda é tocada por todo o país em emissoras populares.

Fernando Luiz é um natalense de 1952. Filho único, sua primeira experiência como profissional foi como crooner do conjunto Apaches em 1969.

Foi disc-jóquei na rádio Nordeste AM no ano de 1972 a 1973, quando resolveu tentar a sorte no Rio de Janeiro.

Na Cidade Maravilhosa, em fevereiro de 1974 conquistou o primeiro lugar na Buzina do Chacrinha, na extinta TV Tupi, ganhando o título de “Calouro Exportação” do programa do Velho Guerreiro.

No ano seguinte, gravou seu primeiro disco, um compacto simples pela gravadora Tapecar.

No ano de 1979 Fernando ganhou o primeiro lugar no concurso promovido por Chacrinha na TV Bandeirantes que escolheu o melhor intérprete de Roberto Carlos. Em 1982 levado pelo radialista Assis de Paula para a rádio Trairy AM, onde apresentou, por mais de três anos, o programa Geração Colorida.

Ainda em 1981 decidiu retomar suas atividades artísticas e gravou seu segundo compacto simples. Apesar do relativo sucesso do disco nos estados do Rio Grande do Norte, da Paraíba e de Pernambuco, Fernando só ficaria conhecido no ano de 1984, ao gravar seu primeiro LP. O disco alcançou grande sucesso de vendas e a música Garotinha foi um dos maiores sucessos do norte e nordeste, o que tornou Fernando Luiz um dos artistas mais populares da região.

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Um abraço ao amigo “Toinho dos Correios”

Hoje é o Dia Nacional dos Correios, mas o importante é homenagear pessoas!

Amigo velho do Gato Preto, “Toinho dos Correios” é uma unanimidade em Macaíba. Conhece cada rua, cada beco, cada um. É querido por todos. Certo que está aposentado dos Correios há poucos anos, mas continua ativo na comunidade. Afinal, Toinho é versátil. Desportista, radialista, pai, marido, avô… Gosta também de ser definido como promotor de eventos voltados para “coroas”. Quem ainda não curtiu uma de suas domingueiras ou bailes nos clubes da cidade, está perdendo a oportunidade de colecionar ótimas memórias.

Como Os Correios são um patrimônio dos brasileiros, Toinho é dos macaibenses.

Parabéns a todos os servidores dos Correios, incansáveis principalmente na missão de levar e trazer boas notícias!

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Da praça do Favorito, Adilysson Roberto

Durante as sessões ordinárias, extraordinárias e solenes da Confraria do Gato Preto, ele sempre está por perto. Discreto, atencioso, cortês…

Adilysson é um trabalhador querido por muitos macaibenses que frequentam a Praça de Alimentação do Favorito. Passou pelos bancos do Dr. Severiano e do Alfredo.

Parabéns pela eficiência e obrigado pela paciência, amigo!

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Um abril de muitas perdas…

Gonzaguinha morreu em 29 de abril de 1991

Foi num abril como este que perdemos Chico Anysio, Chateaubriand, Tancredo Neves, Nelson Gonçalves e Gonzaguinha, um dos mais geniais compositores brasileiros, que faria 76 anos em setembro.

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