Data Importante

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Orgasmo tem dia certo, sim. E é hoje!

Celebrado todo 31 de julho, o Dia Mundial do Orgasmo surgiu lá no comecinho dos anos 2000, graças a uma iniciativa nada tímida de sex shops de uma cidade no Reino Unido. A ideia era simples: incentivar as pessoas a falarem abertamente sobre prazer sexual, algo que, convenhamos, ainda causa muitos silêncios constrangidos em pleno século 21. A proposta pegou, atravessou oceanos e virou data oficial em vários países, inclusive no Brasil, onde o assunto ainda caminha entre cochichos e risadinhas.

Mais do que uma comemoração íntima, o dia também levanta bandeiras importantes. Fala sobre saúde sexual, igualdade de prazer entre gêneros, autoconhecimento e, principalmente, liberdade. Porque se tem algo que não combina com orgasmo é tabu. Em tempos de correria, estresse e notificações infinitas, a data serve como um lembrete de que o prazer não é supérfluo: é parte fundamental do bem-estar. E vamos ser sinceros, se existe um dia para celebrar com entusiasmo e sorrisos largos, esse dia é hoje.

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Emater-RN completa 70 anos promovendo desenvolvimento sustentável no campo

O Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Norte (Emater-RN) celebra neste 27 de julho de 2025 seus 70 anos de atuação no estado. Fundada em 1955 com o nome de Associação Nordestina de Crédito e Assistência Rural (Ancar), a instituição consolidou-se como referência no apoio ao pequeno produtor rural, promovendo o desenvolvimento sustentável e fortalecendo a agricultura familiar potiguar.

Desde sua criação, a missão da Emater-RN tem sido levar assistência técnica, conhecimento e tecnologia ao campo. O trabalho contínuo da instituição contribuiu para transformar a realidade de milhares de famílias agricultoras, estimulando práticas mais sustentáveis e promovendo a adaptação dos produtores às novas exigências ambientais e de mercado.

A extensão rural, pilar da atuação da Emater-RN, faz a ponte entre a pesquisa e o cotidiano do agricultor. Por meio dela, são disseminadas técnicas agrícolas modernas, estratégias de manejo dos recursos naturais e métodos que agregam valor à produção. Essa atuação tem papel decisivo na geração de renda, na segurança alimentar e na melhoria das condições de vida nas comunidades rurais.

Com sete décadas de serviços prestados, a Emater-RN reafirma seu compromisso com o futuro do campo. A instituição segue firme na busca por inovação, fortalecimento das parcerias e promoção de políticas públicas que valorizem o homem e a mulher do campo, garantindo mais dignidade e sustentabilidade para o meio rural do Rio Grande do Norte.

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20 de julho: Dia do Amigo e da Amizade

O Dia Nacional do Amigo e da Amizade, celebrado em 20 de julho, é mais do que uma data simbólica — é um convite à valorização dos laços que nos sustentam ao longo da vida. Amigos não são apenas companhias para os momentos de alegria, mas também presença essencial nos períodos difíceis. Em um mundo cada vez mais acelerado e, muitas vezes, solitário, o vínculo da amizade se revela como um importante pilar de bem-estar emocional.

Manter e cultivar amizades genuínas é construir uma rede de apoio baseada na confiança, no cuidado e na escuta. São essas relações que oferecem abrigo nas incertezas, conselhos sinceros nas dúvidas e força nos recomeços. Ao longo do tempo, os amigos se tornam família escolhida, capazes de nos lembrar quem somos quando nos perdemos de nós mesmos. A amizade, quando verdadeira, é um refúgio e, ao mesmo tempo, uma ponte para o mundo.

Neste 20 de julho, vale reforçar o valor de pequenos gestos: uma mensagem, uma ligação, uma conversa despretensiosa podem ter um impacto profundo. Celebrar a amizade é também reconhecer que ninguém caminha sozinho. Fortalecer esses laços é investir em saúde emocional, em empatia e em humanidade — valores que sustentam qualquer sociedade mais solidária e acolhedora.

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19 de Julho: Dia Nacional da força transformadora da caridade

Celebrado no Brasil em 19 de julho, o Dia Nacional da Caridade é uma data que convida à reflexão sobre o papel solidário de cada cidadão na construção de uma sociedade mais justa. A caridade vai além da doação material — ela se expressa também na escuta, no acolhimento e no compromisso com o bem-estar coletivo. Em tempos marcados por desigualdades sociais, praticar a caridade significa reconhecer o outro em sua humanidade e agir para diminuir as distâncias que ainda separam tantas realidades no país.

Do gesto mais simples à mobilização em larga escala, a caridade tem um poder silencioso, mas profundo. Ela fortalece laços, resgata dignidades e dá voz a quem muitas vezes é invisibilizado. Ao praticá-la com empatia e responsabilidade, multiplicam-se oportunidades e esperança. Em comunidades, instituições ou no cotidiano de cada um, a solidariedade, quando genuína, é uma semente que floresce em forma de justiça social.

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14 de julho: Dia Mundial da Liberdade de Pensamento

Celebrado em 14 de julho, o Dia da Liberdade de Pensamento convida à reflexão sobre um dos pilares fundamentais de qualquer sociedade democrática: o direito de cada pessoa formular e expressar suas próprias ideias. É um princípio que ultrapassa ideologias e crenças, defendendo o pluralismo como força vital para o convívio social. Pensar de forma livre é mais do que um direito individual — é um instrumento coletivo de avanço, diálogo e transformação.

No entanto, junto com a liberdade, vem a responsabilidade. Expressar opiniões exige consciência dos limites éticos e respeito pelo outro. Em tempos de redes sociais e polarizações, lembrar que a liberdade de pensamento não é um salvo-conduto para o discurso de ódio é essencial. O exercício desse direito precisa caminhar lado a lado com a escuta, o debate saudável e o compromisso com a verdade.

Curiosamente, essa data também marca o Dia de São Camilo de Léllis, padroeiro dos enfermos, dos hospitais e dos profissionais da saúde. Um símbolo de cuidado e empatia, valores que também devem estar presentes quando exercemos nossa liberdade de pensar e nos comunicar. Afinal, respeito e responsabilidade são tão fundamentais quanto a própria liberdade.

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Cooperativismo celebra seu dia com reconhecimento global em 2025

Neste 5 de julho, o mundo celebra o Dia Internacional do Cooperativismo, uma data que marca a força da união entre pessoas que se organizam em torno de princípios solidários, democráticos e coletivos. Em 2025, a comemoração ganha um significado ainda mais especial: a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou este o Ano Internacional do Cooperativismo, reconhecendo o papel transformador dessas entidades na construção de sociedades mais justas e sustentáveis.

A origem do cooperativismo remonta ao século XIX, quando, em 1844, um grupo de tecelões em Rochdale, na Inglaterra, fundou a primeira cooperativa moderna. Eles estabeleceram princípios como a adesão livre e voluntária, o controle democrático e a distribuição equitativa dos resultados, que até hoje orientam o movimento em todo o mundo. Desde então, o cooperativismo se espalhou pelos cinco continentes, adaptando-se a diversas realidades sociais e econômicas, sem perder sua essência humanista.

No Brasil, o cooperativismo tem raízes profundas e impacto expressivo em áreas como agricultura, crédito, saúde e transporte. Segundo a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), existem mais de 4,8 mil cooperativas no país, reunindo cerca de 20 milhões de cooperados. Esses números refletem não apenas a capacidade produtiva das cooperativas, mas também sua contribuição para a inclusão social, o desenvolvimento local e a redução das desigualdades.

Neste ano emblemático, o movimento cooperativista reforça seu compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, mostrando que é possível crescer de forma econômica sem abrir mão da justiça social. Ao valorizar o trabalho coletivo, a responsabilidade compartilhada e a solidariedade, o cooperativismo se apresenta como um caminho viável para um futuro mais equilibrado e humano.

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1° de julho: Dia Mundial da Fruta

“Pera, uva, maçã, salada mista…”

Criado em 2007, o Dia Mundial da Fruta foi criado para despertar nas pessoas o hábito de consumi-las e promover uma alimentação saudável e, muitas vezes, barata, que proporciona nutrição adequada e ajuda a prevenir doenças, além do sabor e prazer que oferecem.

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30 de junho: Dia das Mídias Sociais

Nesta segunda-feira, 30 de junho, o Brasil se junta a outros países para celebrar o Dia da Mídia Social, uma data que vai muito além de curtidas, seguidores e trends. Em um país que figura entre os maiores usuários de redes sociais do planeta, o dia convida a uma pausa — não para sair das telas, mas para pensar sobre o que realmente estamos construindo nelas.

As mídias sociais transformaram a forma como nos comunicamos, informamos e até como sentimos o mundo. Seja pela proximidade com quem está longe ou pela facilidade em acompanhar notícias em tempo real, essas plataformas se tornaram parte inseparável da vida cotidiana. No entanto, o ambiente digital também traz desafios cada vez mais complexos: da avalanche de desinformação às pressões estéticas, da superexposição emocional à polarização dos debates. É nesse cenário que o 30 de junho ganha relevância — como um convite coletivo a repensar o uso das redes e a responsabilidade que cada usuário carrega.

A data coincide, ainda, com o nascimento de Delmiro Gouveia, em 1863, figura pouco lembrada mas essencial para a história brasileira. Inovador, ele foi um dos primeiros industriais do Nordeste e enfrentou interesses estrangeiros ao apostar em uma economia mais autônoma. Sua história, marcada por ousadia e resistência, se entrelaça simbolicamente com os debates atuais sobre soberania digital, algoritmos e o controle das informações que circulam entre nós.

No fim das contas, o Dia da Mídia Social não é só uma comemoração tecnológica: é um lembrete sobre a forma como estamos contando nossas histórias — e quem está escutando.

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Dia do Orgulho LGBT: Conquistas, resistência e o caminho por mais igualdade

Neste 28 de junho, celebra-se o Dia Internacional do Orgulho LGBT, uma data marcada pela luta histórica por igualdade, respeito e visibilidade da comunidade LGBTQIA+. A data remonta à Revolta de Stonewall, em 1969, em Nova York, quando pessoas LGBT reagiram à repressão policial, dando origem ao movimento moderno pelos direitos civis dessa população. No Brasil e no mundo, essa data serve como lembrança da importância da diversidade e do respeito às diferentes identidades de gênero e orientações sexuais.

Nos últimos anos, importantes avanços foram conquistados. No Brasil, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo (2011), criminalizou a LGBTfobia como forma de racismo (2019) e garantiu o direito à retificação de nome e gênero em cartório, sem necessidade de cirurgia ou processo judicial. Além disso, políticas públicas voltadas à promoção da cidadania LGBT vêm sendo implementadas em diversas cidades, com centros de acolhimento, campanhas de conscientização e inclusão de pautas de diversidade em escolas e repartições públicas.

Apesar dos progressos, os desafios persistem. O Brasil segue entre os países com maiores índices de violência contra pessoas LGBTQIA+, com centenas de casos de assassinatos e agressões por motivação LGBTfóbica registrados anualmente. A subrepresentação política, o preconceito em ambientes escolares e de trabalho, e a dificuldade de acesso igualitário a serviços de saúde e educação ainda são barreiras enfrentadas diariamente por milhares de brasileiros. O Dia do Orgulho é, portanto, um momento de celebração, mas também de reflexão e ação coletiva em prol de uma sociedade mais justa e inclusiva.

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Dia Mundial do Doador de Sangue: o gesto que salva vidas e enfrenta silêncios

Hoje (14) é celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue, uma data de reconhecimento e também de alerta. Em cada cidade, hospitais e hemocentros dependem de um ato simples e solidário para garantir que vidas sejam salvas em momentos críticos. A doação de sangue, embora rápida e segura, ainda é cercada por mitos, receios e, acima de tudo, por uma perigosa negligência coletiva. Muitos só se lembram da importância do gesto quando alguém próximo precisa — e, infelizmente, pode ser tarde demais.

O Brasil enfrenta, com frequência, períodos de baixa nos estoques de sangue. Feriados prolongados, mudanças climáticas, epidemias e até mesmo campanhas eleitorais influenciam diretamente na quantidade de doadores. Em algumas regiões, os estoques chegam a níveis críticos, colocando em risco cirurgias, tratamentos oncológicos, partos e atendimentos de emergência. O que falta, muitas vezes, não é boa vontade, mas conscientização contínua. Doar sangue precisa ser visto como um hábito, não uma exceção.

Por trás das estatísticas, há histórias reais: mães que aguardam transfusões durante o parto, crianças em tratamento de leucemia, vítimas de acidentes graves à espera de socorro. Cada doador anônimo torna-se parte dessas histórias, mesmo sem saber. É uma forma silenciosa de heroísmo, que não exige capa, apenas um pouco de tempo e empatia. O sangue que se doa não tem substituto — e o ato de doar se torna, por isso, uma das formas mais puras de cuidado com o outro.

Mais do que uma homenagem, o Dia Mundial do Doador de Sangue é um apelo coletivo. Ele nos lembra que a vida de alguém pode depender de um gesto que está, literalmente, ao nosso alcance. Ir a um hemocentro e estender o braço é também estender a esperança a quem já perdeu quase tudo. Em tempos em que o mundo parece girar depressa demais, doar sangue é uma pausa necessária — um instante de humanidade que, no silêncio das agulhas e bolsas vermelhas, grita: “estamos juntos”.

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Hoje é o Dia Universal de Deus: um tempo de silêncio, conexão e esperança compartilhada

Celebrado em 14 de julho, o Dia Universal de Deus é uma data que transcende credos, religiões e fronteiras, convidando cada ser humano a olhar para dentro de si e para o que há de maior fora de si. Não se trata apenas de cultuar uma divindade específica, mas de reconhecer a presença do sagrado no mundo — seja no silêncio da natureza, no gesto solidário de um desconhecido ou na força inexplicável que nos move em dias difíceis. É um dia para respirar mais fundo, ouvir com mais atenção e agradecer com mais verdade.

Em um país como o Brasil, onde a fé se manifesta em tantas formas — das religiões afro-brasileiras aos templos evangélicos, dos terreiros às igrejas de barro no sertão —, a data ganha um tom de pluralidade e acolhimento. Celebrar o Dia Universal de Deus aqui é também reconhecer a riqueza de uma espiritualidade que resiste, dança, canta e se reinventa. É entender que, mesmo com diferentes nomes, muitos brasileiros se encontram no desejo comum de paz, de cura e de sentido para a existência.

Mais do que uma data religiosa, este 14 de julho é um lembrete silencioso de que há algo que nos conecta para além das diferenças. Em tempos de intolerância, de pressa e de cansaço, parar para celebrar o divino — em qualquer forma que ele assuma — é um ato de resistência e humanidade. Porque talvez Deus habite exatamente aí: no olhar que acolhe, na palavra que conforta e na escolha diária de acreditar que o bem ainda é possível.

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Dia Internacional das Crianças Desaparecidas alerta para crise global de desaparecimentos

Neste 25 de maio, o mundo marca o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, uma data criada para lembrar casos não resolvidos e fortalecer ações de prevenção e busca por menores desaparecidos. De acordo com estimativas da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), cerca de 8 milhões de crianças desaparecem por ano em todo o mundo, envolvendo casos de sequestro, tráfico humano, conflitos familiares e exploração infantil.

No Brasil, os números também são alarmantes. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelam que aproximadamente 40 mil crianças e adolescentes desaparecem anualmente no país. Apesar de boa parte desses casos ser solucionada nos primeiros dias, milhares permanecem sem resolução, evidenciando falhas nos sistemas de registro, investigação e cooperação entre instituições. A ausência de um banco de dados unificado dificulta ainda mais a atuação das autoridades.

Diversos fatores contribuem para esse cenário preocupante: negligência, violência doméstica, pobreza, aliciamento por redes criminosas e exploração sexual são apenas algumas das causas por trás dos desaparecimentos. Além disso, a falta de políticas públicas consistentes e de ações preventivas nas escolas e comunidades expõe crianças e adolescentes a riscos constantes, especialmente em áreas de vulnerabilidade social.

O Dia Internacional das Crianças Desaparecidas é um chamado à ação para governos, organizações civis e sociedade. É urgente fortalecer os mecanismos de proteção à infância, melhorar os canais de denúncia e garantir respostas rápidas e eficazes às famílias que vivem o drama da ausência. Cada criança desaparecida representa um alerta de que ainda há muito a ser feito.

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