
O Brasil alcançou uma marca histórica no mercado de trabalho durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A taxa de desemprego caiu para 5,2% no trimestre encerrado em setembro de 2026, o menor índice já registrado para um terceiro trimestre desde o início da série histórica do IBGE, em 2012. O resultado foi divulgado nesta sexta-feira (30), pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua).
O levantamento mostra que o país chegou a 103,6 milhões de pessoas ocupadas, o maior contingente da série histórica. São 1,2 milhão de trabalhadores a mais em comparação com o mesmo período de 2025. Já o número de brasileiros à procura de emprego recuou para 5,6 milhões, 234 mil a menos que no trimestre anterior.
Os indicadores também apontam melhora na renda. O rendimento médio real dos trabalhadores alcançou R$ 3.790, com crescimento de 3,6% em um ano. A massa de rendimentos chegou a R$ 387,5 bilhões, outro recorde da pesquisa.
Os resultados ocorrem em um cenário de expansão do emprego e de políticas econômicas e sociais do governo Lula voltadas à geração de oportunidades, à valorização do trabalho e ao fortalecimento da economia. Pelo Novo Caged, o país já havia acumulado 1,13 milhão de novos empregos com carteira assinada entre janeiro e agosto.
Apesar dos avanços, a informalidade continua sendo um desafio: 37,5% dos trabalhadores ocupados, ou 38,8 milhões de pessoas, ainda estão nessa condição. A redução do desemprego, portanto, representa uma conquista importante, mas o desafio agora é ampliar também a qualidade e a proteção das ocupações.
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