Opinião

A palo seco: A extrema direita e o preço da derrota

Traidores, ingratos e oportunistas precisam assistir, a palo seco, ao avanço da democracia e ao esgotamento político da extrema direita pelo mundo. Trump, símbolo internacional desse projeto autoritário, e seus aliados brasileiros e potiguares representam faces de uma mesma aposta: o poder acima da democracia, a conveniência acima da coerência e a política como instrumento de interesses particulares.

É nesse cenário que se aproximam, apesar de suas diferenças, os Bolsonaros, Rogério Marinho, Walter Alves, Álvaro Dias, Judas de Caicó e Marianna, de Pau dos Ferros. As urnas, sobretudo quando confrontam discursos grandiosos com resultados políticos frustrantes, expõem a falência ética e estratégica de quem apostou no radicalismo como caminho de poder.

A democracia não tem pressa, mas tem memória. E a extrema direita, mais cedo ou mais tarde, encontra nas urnas o limite de sua arrogância.

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