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Obra Histórica: Prefeitura de Macaíba abre licitação para o desassoreamento do Rio Jundiaí

A Prefeitura de Macaíba publicou o aviso referente ao Processo Licitatório nº 014/2024 para a contratação de serviço de limpeza, desassoreamento e derrocagem do Rio Jundiaí. O documento consta na Edição n° 1522, Ano IV, datada de 13 de agosto de 2024.

De acordo com o aviso de licitação, a sessão pública está prevista para o dia 27 de agosto, a partir das 9h, através do endereço eletrônico: https://www.portaldecompraspublicas.com.br. O edital e os anexos do processo estarão disponíveis através dos seguintes endereços: https://www.macaiba.rn.gov.br/servicos/ licitacoes e https://www.portaldecompraspublicas.com.br.

A obra está inserida em um projeto pioneiro para a limpeza do Rio Jundiaí, incluindo preservação da fauna e flora local e adequação das vias públicas de Macaíba para evitar enchentes na região central do município.

Os recursos para a concretização dessa obra histórica são da ordem de 2,8 milhões de reais e foram garantidos no mês de junho deste ano, em Brasília-DF, pelo senador da República, Styvenson Valentim, durante reunião ocorrida com o prefeito de Macaíba, Emídio Júnior.

Há cerca de dois anos, Emídio Júnior vem tratando deste assunto e buscando uma solução para esse problema antigo da cidade, dialogando com políticos, empresários e sociedade em geral. A prevenção de futuros alagamentos que prejudicam tanto comerciantes quanto moradores das áreas ribeirinhas da cidade vai beneficiar grandemente a economia local e proporcionar mais qualidade de vida e, sobretudo, alívio nos períodos de maior ocorrência de chuvas.

Foto: Edeilson Morais

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Macaíba vive a Semana do Meio Ambiente

Tá rolando a Semana do Meio Ambiente em Macaíba até amanhã, dia 07.

O tema proposto este ano é “Resíduos Sólidos: o grito silencioso do planeta”.

A programação completa envolve diversas atividades e está disponível nas redes sociais da Prefeitura, que promove as ações por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo.

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Números inquietantes…

Em 1960 consumíamos metade do que o planeta podia renovar; em 1987, 100%.
Hoje consumimos 30% a mais da capacidade de renovação da Terra.
E agora?!

Dados do Instituto Akatu

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