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Aumente o som! Hoje é Dia Mundial do Rock!

O Dia Mundial do Rock é comemorado anualmente em 13 de julho.

Esta data é uma homenagem ao estilo musical do Rock n’ Roll, que revolucionou a música e o comportamento social da juventude na segunda metade do século XX.

Os grupos de rock, geralmente, são formados por um cantor, um baixista, um ou dois guitarrista e um baterista. 

Atualmente, o rock é um gênero musical composto por várias influências, que até são antagônicas, mas que continuam com o mesmo propósito original de lutar pela “liberdade de expressão”.

Mesmo sendo conhecido por Dia Mundial do Rock, esta data é comemorada especialmente no Brasil, graças a uma campanha promovida por duas rádios paulistas em 1990. Os americanos, por exemplo, preferem celebrar a data em 9 de julho.

Durante o Dia do Rock, são organizados eventos com shows de importantes artistas representantes do rock n’ roll nacional e internacional nas principais cidades brasileiras.

 

Origem do Dia Mundial do Rock

 

Em 13 de julho de 1985, houve um grande evento chamado Live Aid, um show simultâneo em Londres (Inglaterra) e na Filadélfia (Estados Unidos).

O objetivo principal era conscientizar a população mundial sobre a drástica pobreza e a fome na Etiópia.

O evento contou com a presença de artistas e grupos de rock renomados da época. Alguns deles: The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Rolling Stones, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou na Inglaterra e nos EUA), Eric Clapton, Black Sabbath.

O show foi transmitido ao vivo para diversos países. Na ocasião, o cantor e baterista Phil Collins propôs que o dia 13 de julho fosse lembrando como Dia Mundial do Rock.

 

O que fazer no Dia do Rock?

 

  • Vestir a camisa da sua banda de rock favorita
  • Passar o dia todo ouvindo os seus álbuns favoritos
  • Assistir aos shows mais icônicos da história do rock n´ roll no YouTube
  • Sair com os amigos para assistir ao show de uma banda de rock que você goste
  • Compartilhar suas músicas favoritas nas redes sociais
  • Montar uma banda de rock com os amigos

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Um encontro musical e mais que especial

Evinha e Eliete Regina fotografadas pelo repórter Gato Preto

Na semana em que o Belch Bar cerrou suas portas e o Forró com Turista findou sua história de décadas no Centro de Turismo, ultimando mais dois espaços culturais de Natal, um acalento para os que gostam da boa música e respeitam a trajetória dos que vivem por ela.

Na terça-feira, dia 10, o Projeto Seis e Meia promoveu em Natal um show especial. Talvez, a derradeira apresentação, juntos, dos Golden Boys e Trio Esperança. Irmãos na vida e na música.

Repertório impecável, banda perfeita, arranjos fiéis à memória de quem viveu os tempos áureos de sucesso de todas aquelas páginas musicais.

O Projeto dedicou o show a Eliete Regina, que talvez os mais jovens nem conheçam. Radialista por décadas, fez parte do casting da Globo, dubladora da lendária produtora Hebert Richers; produtora cultural e proprietária do Violão de Ouro, bar e casa de shows que nos anos 80 recebeu centenas de artistas populares, como Núbia Lafayette e Nelson Gonçalves.

No camarim do Teatro Riachuelo, a Revista Coité acompanhou o encontro de Eliete com Evinha (foto), da formação original do Trio Esperança.

Radicada há alguns anos na Europa, Evinha é das melhores e há muito não visitava Natal. Poucas cantoras brasileiras se arvoram a cantar seu repertório com a devida qualidade e dignidade.

Em 1968 a cantora deixou o Trio Esperança e gravou Cantiga Por Luciana, alcançando um sucesso gigante, vencendo o 4º Festival Internacional da Canção. Por isso, é mais que provável que alguma “Luciana” conhecida pelo caro leitor, nascida nos anos 70, tenha seu nome por inspiração de Evinha.

Aos que não a conhecem, o Gato Preto prescreve o Google. Verão que o mundo a respeita!

Todos os aplausos para a cultura Brasileira!

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Relíquia…

“Ninguém respeita a Constituição, mas todos acreditam no futuro da nação…”

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